Eduardo Alves Lisboa
A torcida, a dedicação, o sentimento é que fazem a diferença na multidão alviverde
Há 17 anos - 22/11/2008 11:54
Eduardo Alves Lisboa

Venho de uma família tradicionalmente coxa branca, meu pai possui 11 irmãos, todos eles coritibanos, minha mãe, quando criança, tinha influência de meus tios, Ferroviários/Colorados, mas desde o namoro dos dois, meu pai a convenceu a assumir o amor pelo Verdão. Quando muito pequeno, lembro vagamente de um jogo onde o Coxa jogou contra o Pinheiros e ganhou de 3x0 (anos 80) e a partir de um certo tempo, comecei a frequentar o Couto com carteirinha da Federação Paranaense de Futebol, ia em jogos com amigos do bairro, e com o açougueiro Denizal, vizinho muito amigo da família. Diferente de muitas histórias de vitórias, títulos e comemorações, o meu amor pelo Coxa aumentou mesmo, quando vi tristemente o meu time ser rebaixado para a segunda divisão em 1989 e ainda perder o título paranaense em 1990. Aquilo mexeu muito comigo, e dentro de mim parece ter ocorrido um chamado, algo parecido com o que correu agora entre 2005 e 2007 com toda a torcida, onde todos parecem ter reassumido o seu verdadeiro papel dentro da história coxa-branca, pois a torcida, a dedicação, o sentimento é que fazem a diferença na multidão alviverde. Hoje, casado e com uma filha de 3 anos, saímos de casa e apanhamos a minha mãe, hoje com 64 anos, que após tanta insinstência de meu pai, agora o deixa em casa, no radinho, para nos acompanhar nos jogos. E seguimos para nossa segunda casa, o Couto Pereira. Lá nos encontramos com nossos amigos que não vou enumerar pois são muitos, e também devem enviar suas histórias aqui. Sócio do Coxa, frequento o Couto em quase todos os jogos, além de, vez ou outra, estar presente em Florianópolis, Jundiaí, Canindé... sempre que possível, seguindo o meu time de coração. Saudações Alviverdes.


Eduardo Alves Lisboa

Eduardo Alves Lisboa
A torcida, a dedicação, o sentimento é que fazem a diferença na multidão alviverde
Há 17 anos - 22/11/2008 11:54
Eduardo Alves Lisboa

Venho de uma família tradicionalmente coxa branca, meu pai possui 11 irmãos, todos eles coritibanos, minha mãe, quando criança, tinha influência de meus tios, Ferroviários/Colorados, mas desde o namoro dos dois, meu pai a convenceu a assumir o amor pelo Verdão. Quando muito pequeno, lembro vagamente de um jogo onde o Coxa jogou contra o Pinheiros e ganhou de 3x0 (anos 80) e a partir de um certo tempo, comecei a frequentar o Couto com carteirinha da Federação Paranaense de Futebol, ia em jogos com amigos do bairro, e com o açougueiro Denizal, vizinho muito amigo da família. Diferente de muitas histórias de vitórias, títulos e comemorações, o meu amor pelo Coxa aumentou mesmo, quando vi tristemente o meu time ser rebaixado para a segunda divisão em 1989 e ainda perder o título paranaense em 1990. Aquilo mexeu muito comigo, e dentro de mim parece ter ocorrido um chamado, algo parecido com o que correu agora entre 2005 e 2007 com toda a torcida, onde todos parecem ter reassumido o seu verdadeiro papel dentro da história coxa-branca, pois a torcida, a dedicação, o sentimento é que fazem a diferença na multidão alviverde. Hoje, casado e com uma filha de 3 anos, saímos de casa e apanhamos a minha mãe, hoje com 64 anos, que após tanta insinstência de meu pai, agora o deixa em casa, no radinho, para nos acompanhar nos jogos. E seguimos para nossa segunda casa, o Couto Pereira. Lá nos encontramos com nossos amigos que não vou enumerar pois são muitos, e também devem enviar suas histórias aqui. Sócio do Coxa, frequento o Couto em quase todos os jogos, além de, vez ou outra, estar presente em Florianópolis, Jundiaí, Canindé... sempre que possível, seguindo o meu time de coração. Saudações Alviverdes.


Eduardo Alves Lisboa