Venho de uma família tradicionalmente coxa branca, meu pai possui 11 irmãos, todos eles coritibanos, minha mãe, quando criança, tinha influência de meus tios, Ferroviários/Colorados, mas desde o namoro dos dois, meu pai a convenceu a assumir o amor pelo Verdão. Quando muito pequeno, lembro vagamente de um jogo onde o Coxa jogou contra o Pinheiros e ganhou de 3x0 (anos 80) e a partir de um certo tempo, comecei a frequentar o Couto com carteirinha da Federação Paranaense de Futebol, ia em jogos com amigos do bairro, e com o açougueiro Denizal, vizinho muito amigo da família. Diferente de muitas histórias de vitórias, títulos e comemorações, o meu amor pelo Coxa aumentou mesmo, quando vi tristemente o meu time ser rebaixado para a segunda divisão em 1989 e ainda perder o título paranaense em 1990. Aquilo mexeu muito comigo, e dentro de mim parece ter ocorrido um chamado, algo parecido com o que correu agora entre 2005 e 2007 com toda a torcida, onde todos parecem ter reassumido o seu verdadeiro papel dentro da história coxa-branca, pois a torcida, a dedicação, o sentimento é que fazem a diferença na multidão alviverde. Hoje, casado e com uma filha de 3 anos, saímos de casa e apanhamos a minha mãe, hoje com 64 anos, que após tanta insinstência de meu pai, agora o deixa em casa, no radinho, para nos acompanhar nos jogos. E seguimos para nossa segunda casa, o Couto Pereira. Lá nos encontramos com nossos amigos que não vou enumerar pois são muitos, e também devem enviar suas histórias aqui. Sócio do Coxa, frequento o Couto em quase todos os jogos, além de, vez ou outra, estar presente em Florianópolis, Jundiaí, Canindé... sempre que possível, seguindo o meu time de coração. Saudações Alviverdes.
Eduardo Alves Lisboa
Venho de uma família tradicionalmente coxa branca, meu pai possui 11 irmãos, todos eles coritibanos, minha mãe, quando criança, tinha influência de meus tios, Ferroviários/Colorados, mas desde o namoro dos dois, meu pai a convenceu a assumir o amor pelo Verdão. Quando muito pequeno, lembro vagamente de um jogo onde o Coxa jogou contra o Pinheiros e ganhou de 3x0 (anos 80) e a partir de um certo tempo, comecei a frequentar o Couto com carteirinha da Federação Paranaense de Futebol, ia em jogos com amigos do bairro, e com o açougueiro Denizal, vizinho muito amigo da família. Diferente de muitas histórias de vitórias, títulos e comemorações, o meu amor pelo Coxa aumentou mesmo, quando vi tristemente o meu time ser rebaixado para a segunda divisão em 1989 e ainda perder o título paranaense em 1990. Aquilo mexeu muito comigo, e dentro de mim parece ter ocorrido um chamado, algo parecido com o que correu agora entre 2005 e 2007 com toda a torcida, onde todos parecem ter reassumido o seu verdadeiro papel dentro da história coxa-branca, pois a torcida, a dedicação, o sentimento é que fazem a diferença na multidão alviverde. Hoje, casado e com uma filha de 3 anos, saímos de casa e apanhamos a minha mãe, hoje com 64 anos, que após tanta insinstência de meu pai, agora o deixa em casa, no radinho, para nos acompanhar nos jogos. E seguimos para nossa segunda casa, o Couto Pereira. Lá nos encontramos com nossos amigos que não vou enumerar pois são muitos, e também devem enviar suas histórias aqui. Sócio do Coxa, frequento o Couto em quase todos os jogos, além de, vez ou outra, estar presente em Florianópolis, Jundiaí, Canindé... sempre que possível, seguindo o meu time de coração. Saudações Alviverdes.
Eduardo Alves Lisboa