Tudo começou muito cedo por influência do meu pai. Não me recordo ao certo meu primeiro jogo no Couto Pereira, mas lembro que quando tinha seis anos fui ao estádio com meu pai naquele histórico jogo contra o São Paulo em 1998, 2x1 de virada, foi sensacional. Era magnífico, o estádio estava completamente lotado e eu, ainda um pequeno torcedor, assisti o jogo nas costas do meu pai. O amor pelo Coxa começava a despertar.
Escutava os jogos pelo rádio e acompanhava as notícias sobre o Coritiba nos programas esportivos, vibrava nas vitórias e nas derrotas o amor pelo Coxa só aumentava. Freqüentava raramente o Couto pois dependia do meu pai para ir ao estádio e minha mãe não gostava muito que eu fosse, isso ocorreu até o finalzinho de 2005, de lá para cá ir aos jogos do Coxa no Couto virou lei, não perco um. Foi no final de 2005 também que aconteceu o jogo mais marcante para mim, a queda para a segunda divisão, sentado nas arquibancadas do Couto desconsolado e chorando pelo meu time, apesar de ele estar ganhando o jogo, olhei para o meu pai com os olhos cheios de lágrimas e ele abriu um sorriso, como se dissesse "Consegui, meu filho é um coxa-branca apaixonado".
Atualmente faço tudo que posso pelo Coxa, coleciono ingressos, jornais, revistas, tudo que for ligado ao Coritiba, e é por isso que hoje eu posso bater no peito com muita força e dizer: Eu sou coxa-branca com muito orgulho e com muito amor.
Cristian Simioni Milani
Tudo começou muito cedo por influência do meu pai. Não me recordo ao certo meu primeiro jogo no Couto Pereira, mas lembro que quando tinha seis anos fui ao estádio com meu pai naquele histórico jogo contra o São Paulo em 1998, 2x1 de virada, foi sensacional. Era magnífico, o estádio estava completamente lotado e eu, ainda um pequeno torcedor, assisti o jogo nas costas do meu pai. O amor pelo Coxa começava a despertar.
Escutava os jogos pelo rádio e acompanhava as notícias sobre o Coritiba nos programas esportivos, vibrava nas vitórias e nas derrotas o amor pelo Coxa só aumentava. Freqüentava raramente o Couto pois dependia do meu pai para ir ao estádio e minha mãe não gostava muito que eu fosse, isso ocorreu até o finalzinho de 2005, de lá para cá ir aos jogos do Coxa no Couto virou lei, não perco um. Foi no final de 2005 também que aconteceu o jogo mais marcante para mim, a queda para a segunda divisão, sentado nas arquibancadas do Couto desconsolado e chorando pelo meu time, apesar de ele estar ganhando o jogo, olhei para o meu pai com os olhos cheios de lágrimas e ele abriu um sorriso, como se dissesse "Consegui, meu filho é um coxa-branca apaixonado".
Atualmente faço tudo que posso pelo Coxa, coleciono ingressos, jornais, revistas, tudo que for ligado ao Coritiba, e é por isso que hoje eu posso bater no peito com muita força e dizer: Eu sou coxa-branca com muito orgulho e com muito amor.
Cristian Simioni Milani