Gustavo Toneti
Quando existe amor de verdade fica impossível explicar o porquê do sentimento
Há 17 anos - 20/11/2008 22:00
Gustavo Toneti

Apesar de muitos não acharem, mas meus 14 anos de vida, já me mostraram muito, e esse muito se resume em Coritiba Foot Ball Club, um sentimento inexplicável, mas se for adaptar ao hit, pode ser um sentimento que eu chamo de amor. Há alguns dias atrás, minha mãe me questionava o porquê de eu ser tão ‘viciado’ nesse clube, e de ter coragem de sair em uma terça chuvosa, mais precisamente dia 27 de julho de 2007, férias escolares, mas nada que me impedisse de ir a essa partida, respondi para ela que torcedor de verdade iria a qualquer partida, não somente em clássicos, ou jogos feitos pela mídia, fui contra a vontade dela; estava quase acabando a partida, e estava quase saindo do estádio antes do término do jogo, mas, não me lembro por que motivo, eu fiquei, e logo Keirrison faz o gol da virada, uma explosão entre os 18 mil guerreiros. Voltei encharcado, e poucos dias depois peguei um mega resfriado, ouvi muito mais da minha mãe, e novamente me questionou se eu ganhava algo me expondo tanto a doenças, com uma resposta direta eu disse se ela ganhava algo me sustentando, sofrendo comigo, ela disse que não, e fazia isso por amor, e eu também faço tudo isso por amor. É um amor, que devo muito a meu pai, que me ensinou tudo isso, claro, eu não vi o auge do Coxa, em 85, mas nem por isso que tenho vergonha de dizer “Eu sou Coxa branca, com muito orgulho e muito amor”. Quando existe amor de verdade fica impossível explicar o porquê do sentimento, e quanto mais o tempo passa o orgulho aumenta, na derrota ou na vitória, não escondo esse sentimento, Coritiba Eterno.


Gustavo Toneti

Gustavo Toneti
Quando existe amor de verdade fica impossível explicar o porquê do sentimento
Há 17 anos - 20/11/2008 22:00
Gustavo Toneti

Apesar de muitos não acharem, mas meus 14 anos de vida, já me mostraram muito, e esse muito se resume em Coritiba Foot Ball Club, um sentimento inexplicável, mas se for adaptar ao hit, pode ser um sentimento que eu chamo de amor. Há alguns dias atrás, minha mãe me questionava o porquê de eu ser tão ‘viciado’ nesse clube, e de ter coragem de sair em uma terça chuvosa, mais precisamente dia 27 de julho de 2007, férias escolares, mas nada que me impedisse de ir a essa partida, respondi para ela que torcedor de verdade iria a qualquer partida, não somente em clássicos, ou jogos feitos pela mídia, fui contra a vontade dela; estava quase acabando a partida, e estava quase saindo do estádio antes do término do jogo, mas, não me lembro por que motivo, eu fiquei, e logo Keirrison faz o gol da virada, uma explosão entre os 18 mil guerreiros. Voltei encharcado, e poucos dias depois peguei um mega resfriado, ouvi muito mais da minha mãe, e novamente me questionou se eu ganhava algo me expondo tanto a doenças, com uma resposta direta eu disse se ela ganhava algo me sustentando, sofrendo comigo, ela disse que não, e fazia isso por amor, e eu também faço tudo isso por amor. É um amor, que devo muito a meu pai, que me ensinou tudo isso, claro, eu não vi o auge do Coxa, em 85, mas nem por isso que tenho vergonha de dizer “Eu sou Coxa branca, com muito orgulho e muito amor”. Quando existe amor de verdade fica impossível explicar o porquê do sentimento, e quanto mais o tempo passa o orgulho aumenta, na derrota ou na vitória, não escondo esse sentimento, Coritiba Eterno.


Gustavo Toneti