Na tarde desta quarta-feira (19), o Coxa encara o primeiro Atle-Tiba final do Campeonato Metropolitano, no estádio Couto Pereira. Em busca do título, a torcida será decisiva para a equipe conquistar um bom resultado no jogo de ida. O técnico Zé Carlos fala da expectativa para a decisão, momentos antes da final.
1 – Qual foi o momento mais importante na competição para chegar até a decisão?
Zé Carlos: Todo o começo do campeonato foi de grande importância, pois usamos quase todo elenco dos atletas nascidos em 1992. Mesmo quem não vinha sendo utilizado constantemente e entrou correspondeu muito bem às perspectivas de toda comissão técnica e também da coordenação.
Um dos pontos mais importantes foram os dois clássicos contra o Paraná Clube. Agora, na reta final, a transição dos atletas nascidos em 92 para os atletas juvenis que estavam atuando na categoria Juniores, nascidos em 91 também foi outro momento importante.
2 – E já que chegamos até aqui. O que fazer para não deixar essa chance escapar?
Zé Carlos: È difícil falar em ser campeão, tanto o Atlético, quanto nós. Jogamos duas vezes com eles na competição, e foi uma derrota e um empate, mas nas duas partidas fomos muito competitivos. Quando empatamos em casa fomos muito superiores e deixamos a chance escapar.
Desta vez usaremos o fator mando de jogo a nosso favor, os garotos nascidos em 91, e contamos bastante com o fator torcida. Esses são os aspectos que usaremos para não deixar esta chance escapar.
3 – São dois jogos em uma semana e dois clássicos decisivos. O que é preciso para não perder o foco?
Zé Carlos: Hoje conversamos bastante com os garotos sobre esse assunto, pois trata-se de dois clássicos com o nosso maior arqui-rival, e passamos para eles que a camisa do Coritiba é uma camisa vencedora. Jogaremos em casa e depois na casa deles em um período muito curto, o que ajudará na concentração deles para as partidas. Serão dois pegas fortíssimos em um curto espaço de tempo, uma partida de 160 minutos (No juvenil os jogos tem 80 minutos).
4 – O que você sabe sobre o Atlético-PR?
Zé Carlos: Perderam um atacante por suspensão, teve um volante que foi convocado para a seleção sub-17, e é muito provável que eles venham retrancados, jogando no 3-6-1 querendo anular nosso jogo, bloqueando o meio de campo, semelhante ao que fizeram na segunda partida onde empatamos com eles em nosso CT.
5 – O que fazer para não sermos surpreendidos?
Zé Carlos: Seremos surpreendidos caso haja um erro de falta de atenção, de irresponsabilidade. Eles vem para trabalhar no nosso erro, e quem errar menos será o candidato ao título. O clássico é decidido em detalhes.
6 – É preciso construir o resultado em casa?
Zé Carlos: É preciso, é fundamental, eles virão fechados, mas precisamos colocar em prática os treinamentos da semana.
7 – Qual o principal fator positivo e diferencial do jogo acontecer no Couto Pereira, tendo em vista a formação dos atletas como um dos aspectos principais?
Zé Carlos: É visível o diferencial, o ambiente é diferente. Eles estão acostumados a treinar e jogar sempre no CT, quando jogamos em um campo diferente, mesmo com a pequena diferença de dimensão do gramado, é uma experiência gigantesca para os atletas.
Para os atletas, é um grande motivador jogar no Couto. Todo jogador adora atuar em estádio, e entrar em campo com a presença da torcida é o sonho de muitos. Tudo isso é parte do aprendizado, da formação deles, ainda mais à frente do nosso rival e diante da nossa torcida.
Com todos estes motivadores também existe o obstáculo de saber enfrentar todos estes aspectos, de maneira positiva que faça com que os meninos se motivem cada vez mais.
Na tarde desta quarta-feira (19), o Coxa encara o primeiro Atle-Tiba final do Campeonato Metropolitano, no estádio Couto Pereira. Em busca do título, a torcida será decisiva para a equipe conquistar um bom resultado no jogo de ida. O técnico Zé Carlos fala da expectativa para a decisão, momentos antes da final.
1 – Qual foi o momento mais importante na competição para chegar até a decisão?
Zé Carlos: Todo o começo do campeonato foi de grande importância, pois usamos quase todo elenco dos atletas nascidos em 1992. Mesmo quem não vinha sendo utilizado constantemente e entrou correspondeu muito bem às perspectivas de toda comissão técnica e também da coordenação.
Um dos pontos mais importantes foram os dois clássicos contra o Paraná Clube. Agora, na reta final, a transição dos atletas nascidos em 92 para os atletas juvenis que estavam atuando na categoria Juniores, nascidos em 91 também foi outro momento importante.
2 – E já que chegamos até aqui. O que fazer para não deixar essa chance escapar?
Zé Carlos: È difícil falar em ser campeão, tanto o Atlético, quanto nós. Jogamos duas vezes com eles na competição, e foi uma derrota e um empate, mas nas duas partidas fomos muito competitivos. Quando empatamos em casa fomos muito superiores e deixamos a chance escapar.
Desta vez usaremos o fator mando de jogo a nosso favor, os garotos nascidos em 91, e contamos bastante com o fator torcida. Esses são os aspectos que usaremos para não deixar esta chance escapar.
3 – São dois jogos em uma semana e dois clássicos decisivos. O que é preciso para não perder o foco?
Zé Carlos: Hoje conversamos bastante com os garotos sobre esse assunto, pois trata-se de dois clássicos com o nosso maior arqui-rival, e passamos para eles que a camisa do Coritiba é uma camisa vencedora. Jogaremos em casa e depois na casa deles em um período muito curto, o que ajudará na concentração deles para as partidas. Serão dois pegas fortíssimos em um curto espaço de tempo, uma partida de 160 minutos (No juvenil os jogos tem 80 minutos).
4 – O que você sabe sobre o Atlético-PR?
Zé Carlos: Perderam um atacante por suspensão, teve um volante que foi convocado para a seleção sub-17, e é muito provável que eles venham retrancados, jogando no 3-6-1 querendo anular nosso jogo, bloqueando o meio de campo, semelhante ao que fizeram na segunda partida onde empatamos com eles em nosso CT.
5 – O que fazer para não sermos surpreendidos?
Zé Carlos: Seremos surpreendidos caso haja um erro de falta de atenção, de irresponsabilidade. Eles vem para trabalhar no nosso erro, e quem errar menos será o candidato ao título. O clássico é decidido em detalhes.
6 – É preciso construir o resultado em casa?
Zé Carlos: É preciso, é fundamental, eles virão fechados, mas precisamos colocar em prática os treinamentos da semana.
7 – Qual o principal fator positivo e diferencial do jogo acontecer no Couto Pereira, tendo em vista a formação dos atletas como um dos aspectos principais?
Zé Carlos: É visível o diferencial, o ambiente é diferente. Eles estão acostumados a treinar e jogar sempre no CT, quando jogamos em um campo diferente, mesmo com a pequena diferença de dimensão do gramado, é uma experiência gigantesca para os atletas.
Para os atletas, é um grande motivador jogar no Couto. Todo jogador adora atuar em estádio, e entrar em campo com a presença da torcida é o sonho de muitos. Tudo isso é parte do aprendizado, da formação deles, ainda mais à frente do nosso rival e diante da nossa torcida.
Com todos estes motivadores também existe o obstáculo de saber enfrentar todos estes aspectos, de maneira positiva que faça com que os meninos se motivem cada vez mais.