Sou Coxa-Branca desde pequenininho, tive pouca influência de meu pai, pois o perdi muito cedo. Meus tios e primos eram todos Ferroviário, e eu nunca gostei de vermelho e preto. Meu primeiro jogo foi na Vila Capanema - Ferroviário 0x1 Coritiba, gol do meu primeirro idolo, Passarinho, camisa 7 do Verdão Coxa-Branca.
Eu estava na reta do placar da Vila e não podia gritar nada, até sair do campo. Daí estravazei, tirando uma dos meus tios e do meu primo, que até hoje se lembra disso.
Desse dia em diante, nós sempre falávamos e eu me apaixonei pelo CORITIBA para sempre.
É um amor sincero e recíproco, pois no clube o que passa são os dirigentes e os jogadores.
Tenho lembranças muito bacanas do Kosileck, Krüger, Paulo Vechio, Rinaldo Oberdan - este o melhor zagueiro que eu vi jogar, tinha uma raça incrível.
Não posso esquecer do Nico, Lucas, Hermes, Oromar. Era sem dúvida uma seleção COXA.
Walfrido Joaquim Monteiro Franco
Sou Coxa-Branca desde pequenininho, tive pouca influência de meu pai, pois o perdi muito cedo. Meus tios e primos eram todos Ferroviário, e eu nunca gostei de vermelho e preto. Meu primeiro jogo foi na Vila Capanema - Ferroviário 0x1 Coritiba, gol do meu primeirro idolo, Passarinho, camisa 7 do Verdão Coxa-Branca.
Eu estava na reta do placar da Vila e não podia gritar nada, até sair do campo. Daí estravazei, tirando uma dos meus tios e do meu primo, que até hoje se lembra disso.
Desse dia em diante, nós sempre falávamos e eu me apaixonei pelo CORITIBA para sempre.
É um amor sincero e recíproco, pois no clube o que passa são os dirigentes e os jogadores.
Tenho lembranças muito bacanas do Kosileck, Krüger, Paulo Vechio, Rinaldo Oberdan - este o melhor zagueiro que eu vi jogar, tinha uma raça incrível.
Não posso esquecer do Nico, Lucas, Hermes, Oromar. Era sem dúvida uma seleção COXA.
Walfrido Joaquim Monteiro Franco