Em uma noite muito especial, a dupla de zaga Fedato e Carazzai, ídolos do clube na década de 50, receberam homenagem da família coxa-branca, no encontro dos Amigos do Coxa, o último jantar do ano de 2008, que agora tem uma pausa e deve voltar em meados de fevereiro do ano que vem.
Os dois relembraram o tempo em que atuaram pelo Coxa e momentos marcantes da trajetória no Clube. “O Fedato é um dos maiores jogadores de nossa história. Nesses 100 anos ele é responsável pela construção de 20 deles”, destacou João Gualberto de Sá Scheffer, diretor do clube. “Eram zagueiros diferenciados, jogaram em um tempo que não existia cartão amarelo e nunca eram desleais, sempre na bola”, complementou.
Carazzai lembrou de jogos memoráveis. “Era um Atle-Tiba em 1956 e após estar perdendo por 4x1, fomos buscar o empate. Quando fizemos o quarto gol teve até principio de confusão”, conta Carazzai.
O presidente Jair Cirino dos Santos destacou a importância do evento para o Coritiba, que vive um momento de comemoração de seus 100 anos de história. “Ninguém constrói o futuro, sem no presente homenagear o seu passado”.
O jantar também contou com a presença de outros grandes ídolos coritibanos e um grande público que foi prestigiar os dois ídolos.
O próximo encontro deve acontecer somente ano que vem. “Em dezembro e janeiro, entramos em um momento de festividades, onde todos se programam para viajar. Por essa razão, não nos encontraremos nesse período”, explica Faisal Brahim.
Em uma noite muito especial, a dupla de zaga Fedato e Carazzai, ídolos do clube na década de 50, receberam homenagem da família coxa-branca, no encontro dos Amigos do Coxa, o último jantar do ano de 2008, que agora tem uma pausa e deve voltar em meados de fevereiro do ano que vem.
Os dois relembraram o tempo em que atuaram pelo Coxa e momentos marcantes da trajetória no Clube. “O Fedato é um dos maiores jogadores de nossa história. Nesses 100 anos ele é responsável pela construção de 20 deles”, destacou João Gualberto de Sá Scheffer, diretor do clube. “Eram zagueiros diferenciados, jogaram em um tempo que não existia cartão amarelo e nunca eram desleais, sempre na bola”, complementou.
Carazzai lembrou de jogos memoráveis. “Era um Atle-Tiba em 1956 e após estar perdendo por 4x1, fomos buscar o empate. Quando fizemos o quarto gol teve até principio de confusão”, conta Carazzai.
O presidente Jair Cirino dos Santos destacou a importância do evento para o Coritiba, que vive um momento de comemoração de seus 100 anos de história. “Ninguém constrói o futuro, sem no presente homenagear o seu passado”.
O jantar também contou com a presença de outros grandes ídolos coritibanos e um grande público que foi prestigiar os dois ídolos.
O próximo encontro deve acontecer somente ano que vem. “Em dezembro e janeiro, entramos em um momento de festividades, onde todos se programam para viajar. Por essa razão, não nos encontraremos nesse período”, explica Faisal Brahim.