1991. Primeira vez que piso no estádio Major Antônio Couto Pereira, conduzido pelo meu pai, Dejair. Um lugar onde muitas foram as vitórias, tristes derrotas, empates com sabor de derrota mas que fizeram crescer a cada dia um amor. Com dez anos meus heróis eram Tostão, Chicão, Kazu... como toda criança que faz uma jogada na pelada na rua e que grita o nome do seu craque, lá ia eu e gritava "KAZUUUU"... depois veio Pachequinho, Alex e como Deus é bom! Hoje posso dizer que sou companheiro de trabalho do professor Pachequinho que tanto vi jogar (e como jogava) e vi sofrer também pela inveja dos adversários em não possuir nos seus quadros jogador de tal qualidade.
Passaram os anos, as conversas dos mais antigos que falavam e ensinavam sobre o esquadrão de 70, de Kruger e Cia e hoje graças ao bom Deus posso conviver com esse herói Coxa... hoje, já no século 21, vemos outros tantos usando, brigando, vencendo e chorando por esse nosso manto sagrado, fazendo ser mais real a parte do hino antigo que diz "SALVE SALVE CORITIBA, ETERNO CAMPEÃO".
Então, onde está minha história? Está aí, nesses anos freqüentando nosso maior bem (o Couto Pereira), junto com tantos outros amigos-desconhecidos, abraçando-os, conversando com eles e torcendo no calor, no frio ou na chuva (como nos 5 graus do jogo contra a Ponte em 2007, 2x1)... esses tantos que são o maior bem do Coxa: sua nação! Minha história é essa, viver pelo Coritiba (hoje literalmente), não importando como esteja, o que importa é a camisa verde-branca estar em campo fazendo a minha e a alegria de tantos Coxas.
Marcos Paulo Lopes
1991. Primeira vez que piso no estádio Major Antônio Couto Pereira, conduzido pelo meu pai, Dejair. Um lugar onde muitas foram as vitórias, tristes derrotas, empates com sabor de derrota mas que fizeram crescer a cada dia um amor. Com dez anos meus heróis eram Tostão, Chicão, Kazu... como toda criança que faz uma jogada na pelada na rua e que grita o nome do seu craque, lá ia eu e gritava "KAZUUUU"... depois veio Pachequinho, Alex e como Deus é bom! Hoje posso dizer que sou companheiro de trabalho do professor Pachequinho que tanto vi jogar (e como jogava) e vi sofrer também pela inveja dos adversários em não possuir nos seus quadros jogador de tal qualidade.
Passaram os anos, as conversas dos mais antigos que falavam e ensinavam sobre o esquadrão de 70, de Kruger e Cia e hoje graças ao bom Deus posso conviver com esse herói Coxa... hoje, já no século 21, vemos outros tantos usando, brigando, vencendo e chorando por esse nosso manto sagrado, fazendo ser mais real a parte do hino antigo que diz "SALVE SALVE CORITIBA, ETERNO CAMPEÃO".
Então, onde está minha história? Está aí, nesses anos freqüentando nosso maior bem (o Couto Pereira), junto com tantos outros amigos-desconhecidos, abraçando-os, conversando com eles e torcendo no calor, no frio ou na chuva (como nos 5 graus do jogo contra a Ponte em 2007, 2x1)... esses tantos que são o maior bem do Coxa: sua nação! Minha história é essa, viver pelo Coritiba (hoje literalmente), não importando como esteja, o que importa é a camisa verde-branca estar em campo fazendo a minha e a alegria de tantos Coxas.
Marcos Paulo Lopes