Meu amor pelo Coritiba começou muito antes de eu nascer e estou escrevendo esse depoimento como uma declaração. Meu pai é Dirceu Krüger, ídolo para uma geração e também ídolo para alguns jovens. Para mim, mais que um pai, é meu grande ídolo. O sangue verde e branco que corre nas veias dele, corre nas minhas também e será assim em todas as gerações de nossa família. Tenho 24 anos e quando nasci ele já havia parado de jogar, por isso ainda me impressiono quando ele precisa dar autógrafos ou parar pra foto.
Assisto a todos os jogos do Coritiba, nas Cadeiras do Estádio Couto Pereira, ao lado do meu namorado, também apaixonado pelo Coxa. Foi de lá que eu aprendi a viver intensamente esse sentimento pelo Coritiba. Queria poder ter visto meu pai jogar, mas é gratificante ver que até hoje ele recebe tanto carinho e é isso que mais me orgulha. Até mesmo fora de Curitiba, quando estamos passando férias, com a família, o pai é parado para dar autógrafos, mesmo tendo deixado de jogar futebol há 30 anos, mais tempo que eu tenho de vida.
É atrás do balcão da Racco, a loja da nossa família, no Centro Comercial da Av. Anita Garibaldi, 2480, no bairro Ahú, onde moramos, que eu posso perceber o quanto é bom ser coxa-branca e ter no sangue as raízes desse clube. Trabalho lá com a minha mãe, Iraci. Clientes, amigos, lojistas, todos que envolvem a comunidade local, param diariamente na loja para contar histórias, ouvir histórias, falar o quanto meu pai fez como jogador. O Coritiba realmente é um grande clube e fico muito feliz saber que meu pai faz parte desta história.
Mas agora vou deixar um pouco de lado falar do orgulho do meu pai e contar momentos marcantes da minha vida de torcedora do Coxa. Entre tantos momentos inesquecíveis, não há como esquecer os memoráveis jogos da série B, em 2007. Lembro os momentos difíceis que o clube passou e quando chegou René Simões, logo na primeira entrevista, tive a certeza que ele nos levaria a primeira divisão. A cada jogo uma grande festa, um time valente, acho que nenhum torcedor vai esquecer daquela temporada, onde toda a família coxa-branca se uniu em torno de algo maior, o Coxa.
Lembro de meu pai orgulhoso, por ver vários atletas que eram das categorias de base despontando no time principal. Mas outros fatos também marcaram. Quando vi dentro do estádio uma bandeira feita exclusiva para ele, com a imagem dele, foi uma grata surpresa, um choque, algo que não tem preço, o reconhecimento da torcida. Ele é o único jogador que tem uma bandeira com sua foto, feita pelo torcida, algo que é muito gratificante. Agradeço muito a torcida do Coxa pelo carinho que há com ele e agradeço por fazer parte de uma família que é sem dúvida, parte da história do Coxa.
Atrás do balcão da nossa loja eu vou me despedindo, deixando minhas saudações a toda a torcida coxa-branca e um carinhoso abraço para todos que fazem parte da outra paixão de toda a nossa família: A Racco Cosméticos.
Marina Locatelli Krüger (Primeira da foto, ao lado da mãe Iraci e do pai Dirceu Krüger)
Meu amor pelo Coritiba começou muito antes de eu nascer e estou escrevendo esse depoimento como uma declaração. Meu pai é Dirceu Krüger, ídolo para uma geração e também ídolo para alguns jovens. Para mim, mais que um pai, é meu grande ídolo. O sangue verde e branco que corre nas veias dele, corre nas minhas também e será assim em todas as gerações de nossa família. Tenho 24 anos e quando nasci ele já havia parado de jogar, por isso ainda me impressiono quando ele precisa dar autógrafos ou parar pra foto.
Assisto a todos os jogos do Coritiba, nas Cadeiras do Estádio Couto Pereira, ao lado do meu namorado, também apaixonado pelo Coxa. Foi de lá que eu aprendi a viver intensamente esse sentimento pelo Coritiba. Queria poder ter visto meu pai jogar, mas é gratificante ver que até hoje ele recebe tanto carinho e é isso que mais me orgulha. Até mesmo fora de Curitiba, quando estamos passando férias, com a família, o pai é parado para dar autógrafos, mesmo tendo deixado de jogar futebol há 30 anos, mais tempo que eu tenho de vida.
É atrás do balcão da Racco, a loja da nossa família, no Centro Comercial da Av. Anita Garibaldi, 2480, no bairro Ahú, onde moramos, que eu posso perceber o quanto é bom ser coxa-branca e ter no sangue as raízes desse clube. Trabalho lá com a minha mãe, Iraci. Clientes, amigos, lojistas, todos que envolvem a comunidade local, param diariamente na loja para contar histórias, ouvir histórias, falar o quanto meu pai fez como jogador. O Coritiba realmente é um grande clube e fico muito feliz saber que meu pai faz parte desta história.
Mas agora vou deixar um pouco de lado falar do orgulho do meu pai e contar momentos marcantes da minha vida de torcedora do Coxa. Entre tantos momentos inesquecíveis, não há como esquecer os memoráveis jogos da série B, em 2007. Lembro os momentos difíceis que o clube passou e quando chegou René Simões, logo na primeira entrevista, tive a certeza que ele nos levaria a primeira divisão. A cada jogo uma grande festa, um time valente, acho que nenhum torcedor vai esquecer daquela temporada, onde toda a família coxa-branca se uniu em torno de algo maior, o Coxa.
Lembro de meu pai orgulhoso, por ver vários atletas que eram das categorias de base despontando no time principal. Mas outros fatos também marcaram. Quando vi dentro do estádio uma bandeira feita exclusiva para ele, com a imagem dele, foi uma grata surpresa, um choque, algo que não tem preço, o reconhecimento da torcida. Ele é o único jogador que tem uma bandeira com sua foto, feita pelo torcida, algo que é muito gratificante. Agradeço muito a torcida do Coxa pelo carinho que há com ele e agradeço por fazer parte de uma família que é sem dúvida, parte da história do Coxa.
Atrás do balcão da nossa loja eu vou me despedindo, deixando minhas saudações a toda a torcida coxa-branca e um carinhoso abraço para todos que fazem parte da outra paixão de toda a nossa família: A Racco Cosméticos.
Marina Locatelli Krüger (Primeira da foto, ao lado da mãe Iraci e do pai Dirceu Krüger)