Fernando Todeschini
Coxa no sangue
Há 17 anos - 17/11/2008 11:22
Fernando Todeschini

Filho de pai que é sócio do clube desde 1968. Filho de mãe que é sobrinha de ex-jogador - Bequinha, integrante de alguns times dos sonhos do Cori - grande entusiasta, grande torcedora, e proprietária de cadeira há mais de décadas.


Eu não tive escolha. E na verdade mesmo que tivesse, não escolheria jamais outras cores e outra bandeira pra torcer, pra amar.


Nasci em 1975, e fui ao Gigante do Alto da Glória pela primeira vez em 1979, entrando em campo no colo do Aladim. Lembrar daquelas fotos preto e branco e conversar com o Gênio hoje em dia, é coisa que me emociona demais.


De 1979 pra cá, contabilizo presença em mais de 600 jogos do Cori. Primeiro pelas mãos de meu pai, quando ele não podia me levar, pelas mãos do hoje diretor 'Pipico', e depois dos meus 12 anos, sozinho.


Já fui membro ativo de organizada, hoje estou lutando no terceiro setor pela grandeza e pelas coisas do Clube.


Frequentar a arquibancada, as sociais ou o camarote pra mim, não importa. O único lugar que me nego a frequentar, é o sofá. Tanto é que em um breve período que morei em Santa Catarina, fazia o impossível para sempre estar presente acompanhando o clube. Quando mais novo, já fugi da escola, já viajei escondido, só para vê-lo de perto.


Devo ao Cori do local onde moro - Alto da Glória - até muitos dos grandes amigos que fiz e outras amizades que consolidei na vida, e é do Cori que vou contar inúmeras histórias e estórias para meus filhos e netos.


O orgulho de há 33 anos fazer parte desta nação é inenarrável, indescritível, e vai me acompanhar à eternidade.


Vida Longa Coritiba, rumo a mais 100 anos de alegria e glórias!


Fernando Todeschini

Fernando Todeschini
Coxa no sangue
Há 17 anos - 17/11/2008 11:22
Fernando Todeschini

Filho de pai que é sócio do clube desde 1968. Filho de mãe que é sobrinha de ex-jogador - Bequinha, integrante de alguns times dos sonhos do Cori - grande entusiasta, grande torcedora, e proprietária de cadeira há mais de décadas.


Eu não tive escolha. E na verdade mesmo que tivesse, não escolheria jamais outras cores e outra bandeira pra torcer, pra amar.


Nasci em 1975, e fui ao Gigante do Alto da Glória pela primeira vez em 1979, entrando em campo no colo do Aladim. Lembrar daquelas fotos preto e branco e conversar com o Gênio hoje em dia, é coisa que me emociona demais.


De 1979 pra cá, contabilizo presença em mais de 600 jogos do Cori. Primeiro pelas mãos de meu pai, quando ele não podia me levar, pelas mãos do hoje diretor 'Pipico', e depois dos meus 12 anos, sozinho.


Já fui membro ativo de organizada, hoje estou lutando no terceiro setor pela grandeza e pelas coisas do Clube.


Frequentar a arquibancada, as sociais ou o camarote pra mim, não importa. O único lugar que me nego a frequentar, é o sofá. Tanto é que em um breve período que morei em Santa Catarina, fazia o impossível para sempre estar presente acompanhando o clube. Quando mais novo, já fugi da escola, já viajei escondido, só para vê-lo de perto.


Devo ao Cori do local onde moro - Alto da Glória - até muitos dos grandes amigos que fiz e outras amizades que consolidei na vida, e é do Cori que vou contar inúmeras histórias e estórias para meus filhos e netos.


O orgulho de há 33 anos fazer parte desta nação é inenarrável, indescritível, e vai me acompanhar à eternidade.


Vida Longa Coritiba, rumo a mais 100 anos de alegria e glórias!


Fernando Todeschini