Nasci em Curitiba, e morei aí até os 20 anos de idade. Meu pai e meu avô trabalhavam na Rede Ferroviária e eram, claro, torcedores do Ferroviário. Contrariando a família, desde cedo me identifiquei com as cores do Coxa e, ao mudarmos para o Centro da cidade, próximo do então Belfort Duarte, a coisa ficou mais forte. Ia ao estádio ficar de "gandula" para o Jairo durante os treinos e vi o Coxa ser Hexa estadual, guardando pedaços das redes de cada conquista como recordação. Em 1981 mudei para Florianópolis e acompanhei pela televisão o título Brasileiro de 1985. Casei e em 1992 nasceu meu filho, Leonardo. Sabia das pressões para que ele torcesse por um time daqui, por isso, em sua festa de 1 ano ele já estava vestido com o manto alviverde. Em amistosos que o Coxa jogou aqui em Floripa ele chegou a entrar em campo como mascote. Nas idas a Curitiba apresentei-o ao gigante Couto Pereira, contando-lhe minhas histórias de infância e adolescência ali vividas. Também aí ele foi mascote, como no jogo contra a seleção da Jamaica em 1998. Daqui acompanhamos grudados num radinho e debaixo de fria garoa o título de 1999 - a primeira vez em que ouvi aquele piazinho gritar comigo É CAMPEÃO!!!!! De lá pra cá ficou mais fácil acompanhar o Verdão através dos sites ou dos jornais daí. Juntos vibramos com o Bi de 2003 e 2004, choramos a queda, vibramos com o título Brasileiro de 2007 e o paranaense de 2008. Ele veste a camisa do Coxa no colégio que freqüenta e tem o quarto decorado com pôsteres do Coritiba. Agora sou eu que, com orgulho, olho para o passado e para o presente e, ao ver meu filho vestindo a linda camisa alviverde, sinto-me feliz e realizado, pois sei que a tradição de ser Coxa-branca tem futuro garantido.
Aldy Vergés Maingué
Nasci em Curitiba, e morei aí até os 20 anos de idade. Meu pai e meu avô trabalhavam na Rede Ferroviária e eram, claro, torcedores do Ferroviário. Contrariando a família, desde cedo me identifiquei com as cores do Coxa e, ao mudarmos para o Centro da cidade, próximo do então Belfort Duarte, a coisa ficou mais forte. Ia ao estádio ficar de "gandula" para o Jairo durante os treinos e vi o Coxa ser Hexa estadual, guardando pedaços das redes de cada conquista como recordação. Em 1981 mudei para Florianópolis e acompanhei pela televisão o título Brasileiro de 1985. Casei e em 1992 nasceu meu filho, Leonardo. Sabia das pressões para que ele torcesse por um time daqui, por isso, em sua festa de 1 ano ele já estava vestido com o manto alviverde. Em amistosos que o Coxa jogou aqui em Floripa ele chegou a entrar em campo como mascote. Nas idas a Curitiba apresentei-o ao gigante Couto Pereira, contando-lhe minhas histórias de infância e adolescência ali vividas. Também aí ele foi mascote, como no jogo contra a seleção da Jamaica em 1998. Daqui acompanhamos grudados num radinho e debaixo de fria garoa o título de 1999 - a primeira vez em que ouvi aquele piazinho gritar comigo É CAMPEÃO!!!!! De lá pra cá ficou mais fácil acompanhar o Verdão através dos sites ou dos jornais daí. Juntos vibramos com o Bi de 2003 e 2004, choramos a queda, vibramos com o título Brasileiro de 2007 e o paranaense de 2008. Ele veste a camisa do Coxa no colégio que freqüenta e tem o quarto decorado com pôsteres do Coritiba. Agora sou eu que, com orgulho, olho para o passado e para o presente e, ao ver meu filho vestindo a linda camisa alviverde, sinto-me feliz e realizado, pois sei que a tradição de ser Coxa-branca tem futuro garantido.
Aldy Vergés Maingué