Ao contrário de muitos amigos que tiveram a felicidade de nascerem Coxas-Brancas, comigo infelizmente não foi assim. Nasci em Curitiba e minha família se mudou para o Mato Grosso quando eu ainda era muito pequeno. Morei alguns anos por lá, onde praticamente não se falava em futebol, razão pela qual eu nem conheci o esporte na minha infância. Mais tarde voltei ao Paraná, mas para Palmas, no interior do estado. Lá comecei a conhecer o futebol, mas ainda não tinha amor por nenhum time, nunca havia entrado num estádio.
Em 1997 assisti ao meu primeiro jogo num estádio. Meu avô, um ferrenho Coxa-Branca, levou-me para assistir a um AtleTiba! Couto Pereira tomado de gente, assim que entrei já foi de arrepiar. É uma energia fantástica que só quem sente é capaz de entender. E é assim até hoje, sempre sinto essa emoção ao entrar no estádio, como se ainda fosse a primeira vez. Apesar da derrota por 1 a 0 na ocasião, foi impossível não sair dali com um sentimento diferente dentro de mim. Era o amor pelo Coritiba querendo se manifestar.
Em 1998, então com 16 anos, fiz como muitos e vim para Curitiba cursar o terceiro ano do ensino médio. Passei a freqüentar os jogos do Coritiba assiduamente e, como não podia deixar de ser, fui invadido por esse sentimento maravilhoso que só o torcedor alviverde conhece: o amor pelo Coxa.
Naquele ano o Coritiba se classificou para as quartas-de-final do Brasileirão em terceiro lugar, tendo sofrido apenas três derrotas durante toda a primeira fase da competição. O clube estava todo dia na mídia nacional e eu fui a todos os jogos daquele ano.
De lá para cá o amor cresceu de forma a não caber mais em mim e eu precisei buscar outros meios de participar da vida do clube. Foi assim que comecei a participar do site COXAnautas, que hoje é como uma segunda família para mim. Vendo a postura da maravilhosa torcida Coxa, que se mobiliza e se organiza como nenhuma outra, hoje eu tenho a mais absoluta certeza de que fiz a escolha certa, optei pelo time certo. Apesar de não ter nascido Coxa, eu tive o mérito de poder escolhê-lo, e isso faz de mim um autêntico Coxa-Branca, como todos esses que nunca abandonam o Verdão, que entoam cânticos de amor ao Coritiba durante todo o jogo e brigam junto com o time.
Sou feliz por fazer parte da mais fiel, da torcida que nunca abandona!
Leonardo Ribas Lovo, 27 anos.
Ao contrário de muitos amigos que tiveram a felicidade de nascerem Coxas-Brancas, comigo infelizmente não foi assim. Nasci em Curitiba e minha família se mudou para o Mato Grosso quando eu ainda era muito pequeno. Morei alguns anos por lá, onde praticamente não se falava em futebol, razão pela qual eu nem conheci o esporte na minha infância. Mais tarde voltei ao Paraná, mas para Palmas, no interior do estado. Lá comecei a conhecer o futebol, mas ainda não tinha amor por nenhum time, nunca havia entrado num estádio.
Em 1997 assisti ao meu primeiro jogo num estádio. Meu avô, um ferrenho Coxa-Branca, levou-me para assistir a um AtleTiba! Couto Pereira tomado de gente, assim que entrei já foi de arrepiar. É uma energia fantástica que só quem sente é capaz de entender. E é assim até hoje, sempre sinto essa emoção ao entrar no estádio, como se ainda fosse a primeira vez. Apesar da derrota por 1 a 0 na ocasião, foi impossível não sair dali com um sentimento diferente dentro de mim. Era o amor pelo Coritiba querendo se manifestar.
Em 1998, então com 16 anos, fiz como muitos e vim para Curitiba cursar o terceiro ano do ensino médio. Passei a freqüentar os jogos do Coritiba assiduamente e, como não podia deixar de ser, fui invadido por esse sentimento maravilhoso que só o torcedor alviverde conhece: o amor pelo Coxa.
Naquele ano o Coritiba se classificou para as quartas-de-final do Brasileirão em terceiro lugar, tendo sofrido apenas três derrotas durante toda a primeira fase da competição. O clube estava todo dia na mídia nacional e eu fui a todos os jogos daquele ano.
De lá para cá o amor cresceu de forma a não caber mais em mim e eu precisei buscar outros meios de participar da vida do clube. Foi assim que comecei a participar do site COXAnautas, que hoje é como uma segunda família para mim. Vendo a postura da maravilhosa torcida Coxa, que se mobiliza e se organiza como nenhuma outra, hoje eu tenho a mais absoluta certeza de que fiz a escolha certa, optei pelo time certo. Apesar de não ter nascido Coxa, eu tive o mérito de poder escolhê-lo, e isso faz de mim um autêntico Coxa-Branca, como todos esses que nunca abandonam o Verdão, que entoam cânticos de amor ao Coritiba durante todo o jogo e brigam junto com o time.
Sou feliz por fazer parte da mais fiel, da torcida que nunca abandona!
Leonardo Ribas Lovo, 27 anos.