O Campeonato Paranaense sub-20 entra na fase final e os oito melhores times do estado buscam o título da competição. Para se dar bem na famosa fase mata-mata, o técnico Pachequinho terá uma semana cheia para passar aos atletas tudo o que puder e o primeiro confronto das quartas-de-final será no próximo sábado, diante do Bandeirante no interior do estado.
O adversário teve apenas uma derrota na segunda fase e ficou na segunda colocação do grupo I, atrás do Iraty. “Não conhecemos muito a equipe do Bandeirantes e por isso o cuidado deve ser redobrado. Vamos buscar as principais informações deles durante esta semana”, conta Pachequinho.
No entanto, a experiência como jogador faz com que ele ligue o alerta para os jogadores. “Jogar em Bandeirantes é difícil, tem pressão, é complicado. Já joguei lá, mas como profissional”, alerta.
“Agora entramos na reta decisiva, não podemos errar, nem falhar. Qualquer vacilo pode comprometer o resultado e fica difícil correr atrás, as vezes não dá para recuperar”, analisa.
No entanto, ele confia no grupo de jogadores e passa as principais instruções para um bom resultado. “O time está ciente das dificuldades. É preciso entrar focado e muito concentrado neste jogo”.
“Vamos definir a equipe durante os treinamentos da semana, mas não temos problemas de lesão e nem de suspensão para iniciar essa fase”, finaliza Pachequinho.
O Campeonato Paranaense sub-20 entra na fase final e os oito melhores times do estado buscam o título da competição. Para se dar bem na famosa fase mata-mata, o técnico Pachequinho terá uma semana cheia para passar aos atletas tudo o que puder e o primeiro confronto das quartas-de-final será no próximo sábado, diante do Bandeirante no interior do estado.
O adversário teve apenas uma derrota na segunda fase e ficou na segunda colocação do grupo I, atrás do Iraty. “Não conhecemos muito a equipe do Bandeirantes e por isso o cuidado deve ser redobrado. Vamos buscar as principais informações deles durante esta semana”, conta Pachequinho.
No entanto, a experiência como jogador faz com que ele ligue o alerta para os jogadores. “Jogar em Bandeirantes é difícil, tem pressão, é complicado. Já joguei lá, mas como profissional”, alerta.
“Agora entramos na reta decisiva, não podemos errar, nem falhar. Qualquer vacilo pode comprometer o resultado e fica difícil correr atrás, as vezes não dá para recuperar”, analisa.
No entanto, ele confia no grupo de jogadores e passa as principais instruções para um bom resultado. “O time está ciente das dificuldades. É preciso entrar focado e muito concentrado neste jogo”.
“Vamos definir a equipe durante os treinamentos da semana, mas não temos problemas de lesão e nem de suspensão para iniciar essa fase”, finaliza Pachequinho.