“A tendência é a manutenção do time que atuou contra a Portuguesa”. A frase certeira do treinador Dorival Junior, após o treino recreativo de ontem (16), parece confirmar a presença dos 11 jogadores que empataram com a Lusa, domingo passado, no jogo do próximo final de semana no Couto Pereira.
Mas a grande novidade não está na possível manutenção da dupla de ataque ou dos dois volantes Alê e Donizete, que vêm fazendo excelentes apresentações, mas sim pela possibilidade do treinador repetir o mesmo time em um o terceiro jogo consecutivo. Ao menos considerando o Brasilerião.
Em nenhuma rodada do torneio Junior teve esta condição. Se não eram lesões que afastavam jogadores por duas, três semanas, cartões, julgamentos e até mesmo transferências atrapalharam a continuidade almejada.
Esta situação foi duramente criticada pelo comandante, sendo considerado um dos elementos responsáveis pelo desequilíbrio em campo em determinadas rodadas.
Com a formação em questão, com Tamandaré, Mauricio, Felipe, Ricardinho, Rodrigo Mancha, Alê, Donizete, Carlinhos, Ariel e Keirrisom, Dorival obteve os 4x2 sobre o Internacional e o empate sem gols com a Lusa - que perdeu apenas duas partidas em casa. Os modestos 66% de aproveitamento nestas duas rodadas, são representativas ao time Coritibano, pois é o necessário para chegar ao objetivo do ano.
“Tudo tem que acontecer de uma maneira natural. Temos é que continuar nossa batida”, analisa Junior, e emenda “serão nove jogos muito difíceis, disputadíssimos e o Coritiba deve procurar manter o padrão que vem apresentando. Isso é o principal. A equipe resgatou a confiança do torcedor e isso tem uma importância muito maior do que qualquer condição que se apresente e não consigamos confirmá-la”.
Resta também o Coxa manter o bom desempenho diante do time goiano dentro de casa e, principalmente, que o ataque mantenha a levada do jogo contra o Internacional. Missão difícil frente a uma equipe que traz um excelente rendimento no segundo turno e, da mesma forma que o Cori, acredita na matemática por uma vaga à Libertadores 2009.
“A tendência é a manutenção do time que atuou contra a Portuguesa”. A frase certeira do treinador Dorival Junior, após o treino recreativo de ontem (16), parece confirmar a presença dos 11 jogadores que empataram com a Lusa, domingo passado, no jogo do próximo final de semana no Couto Pereira.
Mas a grande novidade não está na possível manutenção da dupla de ataque ou dos dois volantes Alê e Donizete, que vêm fazendo excelentes apresentações, mas sim pela possibilidade do treinador repetir o mesmo time em um o terceiro jogo consecutivo. Ao menos considerando o Brasilerião.
Em nenhuma rodada do torneio Junior teve esta condição. Se não eram lesões que afastavam jogadores por duas, três semanas, cartões, julgamentos e até mesmo transferências atrapalharam a continuidade almejada.
Esta situação foi duramente criticada pelo comandante, sendo considerado um dos elementos responsáveis pelo desequilíbrio em campo em determinadas rodadas.
Com a formação em questão, com Tamandaré, Mauricio, Felipe, Ricardinho, Rodrigo Mancha, Alê, Donizete, Carlinhos, Ariel e Keirrisom, Dorival obteve os 4x2 sobre o Internacional e o empate sem gols com a Lusa - que perdeu apenas duas partidas em casa. Os modestos 66% de aproveitamento nestas duas rodadas, são representativas ao time Coritibano, pois é o necessário para chegar ao objetivo do ano.
“Tudo tem que acontecer de uma maneira natural. Temos é que continuar nossa batida”, analisa Junior, e emenda “serão nove jogos muito difíceis, disputadíssimos e o Coritiba deve procurar manter o padrão que vem apresentando. Isso é o principal. A equipe resgatou a confiança do torcedor e isso tem uma importância muito maior do que qualquer condição que se apresente e não consigamos confirmá-la”.
Resta também o Coxa manter o bom desempenho diante do time goiano dentro de casa e, principalmente, que o ataque mantenha a levada do jogo contra o Internacional. Missão difícil frente a uma equipe que traz um excelente rendimento no segundo turno e, da mesma forma que o Cori, acredita na matemática por uma vaga à Libertadores 2009.