Torcida
Alma Guerreira
Há 18 anos - 10/10/2008 21:06
Torcida
A maior do estado

De todos os adjetivos que cabem a uma torcida de futebol, um resume bem a nação coritibana: exigente. Um misto de amor, ternura, dedicação, honra e sintonia da maior e mais característica torcida do Paraná, revelam um perfil sincero do Clube e de muita cobrança de jogadores, dirigentes, imprensa e de si mesma.

Não há momento da história do futebol do estado que mostre uma torcida tão sinérgica e com tanto amor como a torcida do Coritiba. Historicamente o coxa-branca revelou-se diferente dos demais. E nos fatos recentes, a cada ano a nossa torcida dá uma nova prova de amor, revoluciona sua forma de torcer, dá exemplo a todo o Brasil e ensina a amar um clube.

A torcida do Coritiba tem uma particularidade. Em momentos inesperados ela é capaz de criar uma explosão de sentimentos e fazer um estádio inteiro se contagiar com o seu amor pelo Clube. Somente quem é coxa-branca pode entender esse momento.

Já com seu centenário completo, o Coritiba transforma a fidelidade de seu torcedor em associados. Com o programa se sócios do Coritiba, o Verdão é o Clube do Paraná que mais vem crescendo em questão de sócios e espera alcançar números ainda maiores nos próximos anos. O reflexo disso é a alta média de público nas arquibancadas, que nos últimos anos confirmam a superioridade, independente da fase do time em campo.

Torcida Pioneira






Pinha, ao centro

Em 1939 um fato marcou e iniciou uma revolução nas arquibancadas dos estádios paranaenses. Pinha (Luis Vila, ao centro, na foto), ex-goleiro do Coritiba, criou a primeira torcida organizada do Coritiba. Sem um nome específico, a torcida contava com batucadas e cantos de incentivo ao Clube. O ex-goleiro chegava ao então Belfort Duarte caminhando e batucando. Os torcedores o acompanhavam com muita euforia pelas ruas próximas ao estádio, fazendo uma grande festa. Aquela foi a primeira manifestação “organizada” do estado; o pioneirismo pegou e desde aquele momento a torcida coxa-branca é de primeira.
Torcida
Alma Guerreira
Há 18 anos - 10/10/2008 21:06
Torcida
A maior do estado

De todos os adjetivos que cabem a uma torcida de futebol, um resume bem a nação coritibana: exigente. Um misto de amor, ternura, dedicação, honra e sintonia da maior e mais característica torcida do Paraná, revelam um perfil sincero do Clube e de muita cobrança de jogadores, dirigentes, imprensa e de si mesma.

Não há momento da história do futebol do estado que mostre uma torcida tão sinérgica e com tanto amor como a torcida do Coritiba. Historicamente o coxa-branca revelou-se diferente dos demais. E nos fatos recentes, a cada ano a nossa torcida dá uma nova prova de amor, revoluciona sua forma de torcer, dá exemplo a todo o Brasil e ensina a amar um clube.

A torcida do Coritiba tem uma particularidade. Em momentos inesperados ela é capaz de criar uma explosão de sentimentos e fazer um estádio inteiro se contagiar com o seu amor pelo Clube. Somente quem é coxa-branca pode entender esse momento.

Já com seu centenário completo, o Coritiba transforma a fidelidade de seu torcedor em associados. Com o programa se sócios do Coritiba, o Verdão é o Clube do Paraná que mais vem crescendo em questão de sócios e espera alcançar números ainda maiores nos próximos anos. O reflexo disso é a alta média de público nas arquibancadas, que nos últimos anos confirmam a superioridade, independente da fase do time em campo.

Torcida Pioneira






Pinha, ao centro

Em 1939 um fato marcou e iniciou uma revolução nas arquibancadas dos estádios paranaenses. Pinha (Luis Vila, ao centro, na foto), ex-goleiro do Coritiba, criou a primeira torcida organizada do Coritiba. Sem um nome específico, a torcida contava com batucadas e cantos de incentivo ao Clube. O ex-goleiro chegava ao então Belfort Duarte caminhando e batucando. Os torcedores o acompanhavam com muita euforia pelas ruas próximas ao estádio, fazendo uma grande festa. Aquela foi a primeira manifestação “organizada” do estado; o pioneirismo pegou e desde aquele momento a torcida coxa-branca é de primeira.