“Na final disputada em dois jogos, o Pinheiros não teve forças para bater o então Campeão Brasileiro. Nas duas partidas, duas vitórias alviverdes; 1 a 0 na Vila Olímpica e 3 x 0 no Couto Pereira.”
Campeonato Paranaense
Campanha: 16 vitórias - 8 empates - 6 derrotas
Jogo decisivo: Coritiba 3x0 Pinheiros
Data: 20/08/1986
Time Base: Rafael, Dida, Adilço (Newmar), André Luis e Hélcio; Marildo, Suca e Tostão; Geraldo, Índio (Anselmo) e Marco Aurélio
Artilheiros da equipe: Índio (10 gols) e Anselmo (9 gols)
História
A equipe alviverde havia conquistado um ano antes o título do Campeonato Brasileiro, a maior conquista do futebol do nosso estado. Pela primeira vez na história um clube paranaense disputava a Taça Libertadores da América.
Por problemas financeiros, o Clube teve que se desfazer de alguns jogadores, mas a força da camisa e alguns jogadores do título ajudaram na conquista de mais um Campeonato Estadual.
Lela (Reinaldo Felisbino), ídolo da torcida, que comemorava seus gols fazendo caretas, havia quebrado a perna e, para seu lugar, foi trazido Geraldo, que deu conta do recado.
Há seis anos que o Coritiba não conquistava o Estadual e o Departamento de Futebol foi reformulado. Na década de 70 o torcedor coxa-branca se acostumou a ganhar a maioria dos títulos. Na década de 80 o ápice foi a conquista nacional e o jejum não chegava a incomodar os coxas-brancas.
O ano de 1986 marcou o final da era Evangelino. Foram 20 anos na presidência do Coritiba e seu nome ficou eternizado no coração do torcedor. No livro “O Campeonissimo”, Vinicius Coelho e Carneiro Neto retratam toda a passagem do eterno presidente na sua jornada pelo Cori.
“Poucos dirigentes do futebol mundial tiveram tanto êxito e foram tantas vezes campeões como o Chinês. Nem se trata da construção do majestoso estádio do Alto da Glória, nem das quatro excursões para o exterior ou da dinamização que ele deu ao Clube, ampliando sua torcida e enriquecendo o seu patrimônio. Trata-se, única e exclusivamente, das conquistas do futebol”.
Competição
Devido a disputa da Libertadores, o Coritiba demorou a se encontrar no campeonato. Depois de uma confusão em um Atle-Tiba amistoso para a entrega de faixas do título Brasileiro de 1985, vários jogadores acabaram suspensos e com isso liberados do Clube.
Após um fraco 1º turno, o Coritiba conquistou o returno e garantiu uma vaga no quadrangular final do 2º turno, que apontaria o adversário do Pinheiros na final do campeonato, uma vez que este tinha conquistado o quadrangular do 1º turno.
O Coritiba conquistou a vaga na final após um empate contra o próprio Pinheiros e teria a chance de vingar o título perdido em 1984.
Na final disputada em dois jogos, o Pinheiros não teve forças para bater o então Campeão Brasileiro. Nas duas partidas, duas vitórias alviverdes; 1 a 0 na Vila Olímpica e 3 x 0 no Couto Pereira.
Mais uma vez o Coritiba mostrava a sua força na hora da decisão e a nação coxa-branca comemorava outro título. O Glorioso Verdão consolidava-se como uma das principais forças do futebol brasileiro.
Colaboração: Grupo Helênicos
“Na final disputada em dois jogos, o Pinheiros não teve forças para bater o então Campeão Brasileiro. Nas duas partidas, duas vitórias alviverdes; 1 a 0 na Vila Olímpica e 3 x 0 no Couto Pereira.”
Campeonato Paranaense
Campanha: 16 vitórias - 8 empates - 6 derrotas
Jogo decisivo: Coritiba 3x0 Pinheiros
Data: 20/08/1986
Time Base: Rafael, Dida, Adilço (Newmar), André Luis e Hélcio; Marildo, Suca e Tostão; Geraldo, Índio (Anselmo) e Marco Aurélio
Artilheiros da equipe: Índio (10 gols) e Anselmo (9 gols)
História
A equipe alviverde havia conquistado um ano antes o título do Campeonato Brasileiro, a maior conquista do futebol do nosso estado. Pela primeira vez na história um clube paranaense disputava a Taça Libertadores da América.
Por problemas financeiros, o Clube teve que se desfazer de alguns jogadores, mas a força da camisa e alguns jogadores do título ajudaram na conquista de mais um Campeonato Estadual.
Lela (Reinaldo Felisbino), ídolo da torcida, que comemorava seus gols fazendo caretas, havia quebrado a perna e, para seu lugar, foi trazido Geraldo, que deu conta do recado.
Há seis anos que o Coritiba não conquistava o Estadual e o Departamento de Futebol foi reformulado. Na década de 70 o torcedor coxa-branca se acostumou a ganhar a maioria dos títulos. Na década de 80 o ápice foi a conquista nacional e o jejum não chegava a incomodar os coxas-brancas.
O ano de 1986 marcou o final da era Evangelino. Foram 20 anos na presidência do Coritiba e seu nome ficou eternizado no coração do torcedor. No livro “O Campeonissimo”, Vinicius Coelho e Carneiro Neto retratam toda a passagem do eterno presidente na sua jornada pelo Cori.
“Poucos dirigentes do futebol mundial tiveram tanto êxito e foram tantas vezes campeões como o Chinês. Nem se trata da construção do majestoso estádio do Alto da Glória, nem das quatro excursões para o exterior ou da dinamização que ele deu ao Clube, ampliando sua torcida e enriquecendo o seu patrimônio. Trata-se, única e exclusivamente, das conquistas do futebol”.
Competição
Devido a disputa da Libertadores, o Coritiba demorou a se encontrar no campeonato. Depois de uma confusão em um Atle-Tiba amistoso para a entrega de faixas do título Brasileiro de 1985, vários jogadores acabaram suspensos e com isso liberados do Clube.
Após um fraco 1º turno, o Coritiba conquistou o returno e garantiu uma vaga no quadrangular final do 2º turno, que apontaria o adversário do Pinheiros na final do campeonato, uma vez que este tinha conquistado o quadrangular do 1º turno.
O Coritiba conquistou a vaga na final após um empate contra o próprio Pinheiros e teria a chance de vingar o título perdido em 1984.
Na final disputada em dois jogos, o Pinheiros não teve forças para bater o então Campeão Brasileiro. Nas duas partidas, duas vitórias alviverdes; 1 a 0 na Vila Olímpica e 3 x 0 no Couto Pereira.
Mais uma vez o Coritiba mostrava a sua força na hora da decisão e a nação coxa-branca comemorava outro título. O Glorioso Verdão consolidava-se como uma das principais forças do futebol brasileiro.
Colaboração: Grupo Helênicos