“Mais uma vez a cidade parava, toda a emoção e o grito de gol que ficou engasgado nas três partidas finais explodiram depois da vitória nas penalidades e a torcida coxa-branca, acostumada com as conquistas, pôde comemorar noite afora.”
Campeonato Paranaense
Campanha: 9 vitórias - 11 empates - 5 derrotas
Jogo decisivo: Coritiba 0x0 Atlético-PR
Data: 17/12/1978
Time Base: Manga, Norival, Duílio, Eduardo e Cláudio (Reginaldo); Almir, Borjão e Pedro Rocha; Liminha, Chico Explosão e Mug
Artilheiro da equipe: Pedro Rocha (6 gols)
História
De fato o Coritiba era o maior clube do estado e lutava novamente pela conquista do Estadual. No ano anterior a equipe perdeu o Heptacampeonato para o Grêmio de Maringá na disputa dos pênaltis.
No Vaticano, o Papa João Paulo I assumiu após o Papa Paulo VI e com apenas um mês à frente do papado, faleceu e deu lugar ao Papa João Paulo II, no dia 16 de outubro daquele ano.
Na história do Coritiba um fato ficou marcado no ano anterior. O então Estádio Belfort Duarte passou a se chamar Estádio Major Antônio Couto Pereira. Uma justa homenagem ao homem que adquiriu o terreno do estádio e presidiu o Coritiba por anos, lutando e conquistando títulos que ficam na memória do Clube.
Para disputar o Campeonato Estadual daquele ano o Coritiba contava com o comando do técnico Fransisco Neto, conhecido como Chiquinho, e no meio de campo tinha a categoria de Pedro Rocha.
Nesse mesmo ano o futebol paranaense viveu uma de suas maiores tragédias. Na partida entre Grêmio de Maringá e Colorado, no estádio Willie Davis em Maringá, os jogadores Nivaldo, do Grêmio, e Valtencir dividem uma bola e Nivaldo, tentando escapar da entrada de Valtencir, acaba batendo com o joelho na nuca do adversário, que acaba falecendo em campo.
Competição
A competição novamente foi marcada por fórmulas confusas. Depois de várias fases, Coritiba e Atlético-PR fizeram o campeonato valer a pena em uma grande disputa na decisão, em uma série de três partidas.
Cerca de 150 mil pessoas acompanharam as três partidas decisivas, que terminaram empatadas em 0x0. Na última partida, em especial, foram 56.952 pessoas que viveram momentos marcantes na história do nosso futebol.
A decisão então foi para a disputa de pênaltis e daí pesou a grande experiência do goleiro Manga. O Coritiba venceu por 4x1, colocando mais uma vez seu nome entre os campeões do estado.
O time coritibano estava longe de ser igual àquele que preponderou na década. Seus principais jogadores eram já veteranos; Manga e Pedro Rocha, mas foram de extrema utilidade para a conquista do título, ganho na cobrança de penalidades.
Mais uma vez a cidade parava, toda a emoção e o grito de gol que ficou engasgado nas três partidas finais explodiram depois da vitória nas penalidades e a torcida coxa-branca, acostumada com as conquistas, pôde comemorar noite afora.
Colaboração: Grupo Helênicos
“Mais uma vez a cidade parava, toda a emoção e o grito de gol que ficou engasgado nas três partidas finais explodiram depois da vitória nas penalidades e a torcida coxa-branca, acostumada com as conquistas, pôde comemorar noite afora.”
Campeonato Paranaense
Campanha: 9 vitórias - 11 empates - 5 derrotas
Jogo decisivo: Coritiba 0x0 Atlético-PR
Data: 17/12/1978
Time Base: Manga, Norival, Duílio, Eduardo e Cláudio (Reginaldo); Almir, Borjão e Pedro Rocha; Liminha, Chico Explosão e Mug
Artilheiro da equipe: Pedro Rocha (6 gols)
História
De fato o Coritiba era o maior clube do estado e lutava novamente pela conquista do Estadual. No ano anterior a equipe perdeu o Heptacampeonato para o Grêmio de Maringá na disputa dos pênaltis.
No Vaticano, o Papa João Paulo I assumiu após o Papa Paulo VI e com apenas um mês à frente do papado, faleceu e deu lugar ao Papa João Paulo II, no dia 16 de outubro daquele ano.
Na história do Coritiba um fato ficou marcado no ano anterior. O então Estádio Belfort Duarte passou a se chamar Estádio Major Antônio Couto Pereira. Uma justa homenagem ao homem que adquiriu o terreno do estádio e presidiu o Coritiba por anos, lutando e conquistando títulos que ficam na memória do Clube.
Para disputar o Campeonato Estadual daquele ano o Coritiba contava com o comando do técnico Fransisco Neto, conhecido como Chiquinho, e no meio de campo tinha a categoria de Pedro Rocha.
Nesse mesmo ano o futebol paranaense viveu uma de suas maiores tragédias. Na partida entre Grêmio de Maringá e Colorado, no estádio Willie Davis em Maringá, os jogadores Nivaldo, do Grêmio, e Valtencir dividem uma bola e Nivaldo, tentando escapar da entrada de Valtencir, acaba batendo com o joelho na nuca do adversário, que acaba falecendo em campo.
Competição
A competição novamente foi marcada por fórmulas confusas. Depois de várias fases, Coritiba e Atlético-PR fizeram o campeonato valer a pena em uma grande disputa na decisão, em uma série de três partidas.
Cerca de 150 mil pessoas acompanharam as três partidas decisivas, que terminaram empatadas em 0x0. Na última partida, em especial, foram 56.952 pessoas que viveram momentos marcantes na história do nosso futebol.
A decisão então foi para a disputa de pênaltis e daí pesou a grande experiência do goleiro Manga. O Coritiba venceu por 4x1, colocando mais uma vez seu nome entre os campeões do estado.
O time coritibano estava longe de ser igual àquele que preponderou na década. Seus principais jogadores eram já veteranos; Manga e Pedro Rocha, mas foram de extrema utilidade para a conquista do título, ganho na cobrança de penalidades.
Mais uma vez a cidade parava, toda a emoção e o grito de gol que ficou engasgado nas três partidas finais explodiram depois da vitória nas penalidades e a torcida coxa-branca, acostumada com as conquistas, pôde comemorar noite afora.
Colaboração: Grupo Helênicos