Zé Roberto
Craque boêmio, foi artilheiro por onde passou, mas seu coração é verde e branco
Há 18 anos - 10/10/2008 17:35
Zé Roberto

Nome Completo: José Roberto Marques

Nascimento: São Paulo (SP), 31/05/1945

Posição: Meia-esquerda (ponta de lança)

Jogou de: 1971 a 1974

Títulos: Paranaense (1971/1972/1973), Torneio do Povo (1973)


Quem foi:


Magro, 1,82 m, meio curvado, não era o tipo físico ideal para um atleta. Zé Roberto começou a jogar com dez anos no São Paulo, onde Vicente Feola tinha um carinho especial por ele. O clube praticamente o adotou, e ele despontou na Seleção Juvenil do Brasil em 64, quando venceu a Argentina por 3 x 0, sendo dele todos os gols. De origem humilde, não soube conviver com sua rápida ascensão e com os elogios fartos que recebia. O São Paulo o emprestou para o Atlético-PR, onde era o principal jogador. Voltou para o São Paulo e o Coritiba foi buscá-lo para se tornar um de seus grandes ídolos. Foi três vezes Campeão Paranaense e conquistou o Torneio do Povo. Foi artilheiro por onde andou, com toques sutis e cabeçadas precisas. Integrou um dos maiores times do Coritiba, o de 73. Em 2004 veio receber uma homenagem em Curitiba, visitando os dois clubes em que jogou. Quando perguntado com quem ficou seu coração, foi franco e sincero: “Ah, o Coritiba ficou na minha lembrança. No Cori eu fui campeão, ganhei dinheiro e tive um tratamento dos dirigentes e da torcida como em nenhum outro lugar”.


Colaboração: Grupo Helênicos

Zé Roberto
Craque boêmio, foi artilheiro por onde passou, mas seu coração é verde e branco
Há 18 anos - 10/10/2008 17:35
Zé Roberto

Nome Completo: José Roberto Marques

Nascimento: São Paulo (SP), 31/05/1945

Posição: Meia-esquerda (ponta de lança)

Jogou de: 1971 a 1974

Títulos: Paranaense (1971/1972/1973), Torneio do Povo (1973)


Quem foi:


Magro, 1,82 m, meio curvado, não era o tipo físico ideal para um atleta. Zé Roberto começou a jogar com dez anos no São Paulo, onde Vicente Feola tinha um carinho especial por ele. O clube praticamente o adotou, e ele despontou na Seleção Juvenil do Brasil em 64, quando venceu a Argentina por 3 x 0, sendo dele todos os gols. De origem humilde, não soube conviver com sua rápida ascensão e com os elogios fartos que recebia. O São Paulo o emprestou para o Atlético-PR, onde era o principal jogador. Voltou para o São Paulo e o Coritiba foi buscá-lo para se tornar um de seus grandes ídolos. Foi três vezes Campeão Paranaense e conquistou o Torneio do Povo. Foi artilheiro por onde andou, com toques sutis e cabeçadas precisas. Integrou um dos maiores times do Coritiba, o de 73. Em 2004 veio receber uma homenagem em Curitiba, visitando os dois clubes em que jogou. Quando perguntado com quem ficou seu coração, foi franco e sincero: “Ah, o Coritiba ficou na minha lembrança. No Cori eu fui campeão, ganhei dinheiro e tive um tratamento dos dirigentes e da torcida como em nenhum outro lugar”.


Colaboração: Grupo Helênicos