Jairo, Manga, Rafael, Fernando, nomes marcados na história do Coritiba e uma herança de grandes goleiros. Um time com fama de marcador, zaga forte e impenetrável. Na temporada 2007, um novo nome ficará responsável pela preparação dos nossos arqueiros e manter o legado.
“Encaro com tranqüilidade a exigência. Um bom clube necessita de bons goleiros e no Coritiba isso nunca foi diferente, sempre houve bons goleiros. O trabalho com eles deve ser tranqüilo. Temos que pensar na continuidade, e deixa-los prontos para os campeonatos, para a temporada”, assim Marcelo Giacomelli define como será seu ano como preparador de goleiros do Coritiba.
Depois de passar por clubes desconhecidos como Araçatuba, Lencóense, XV de Piracicaba, Jaboticabal e Santa Cruzense, fez bonito com o goleiro Fábio, na ADAP, em 2006. Marcelo foi eleito para ocupar o cargo na comissão técnica de Gilberto Pereira; parceria que deu certo no time de Campo Mourão.
“No final de 2003 fui para a ADAP. Em 2004 nos demos muito (ele e o técnico Gilberto Pereira). Isso ajudou para nos conhecermos, entender a filosofia de trabalho um do outro. O pensamento se encaixa”, avaliou Marcelo.
O bom entendimento deu ao futebol paranaense o goleiro Flávio, que defendeu a ADAP em 2006. “O mérito do trabalhou que conseguimos com o Fábio é conjunto. A qualidade dele, o dia-a-dia e a confiança e apoio conjunto. Ele defendeu a ADAP e este ano foi transferido para Marítimo (POR)”, comentou.
Um ano que promete. Passo a passo, o treinador de goleiros chegou ao Coritiba e, de clubes anônimos à prova de competência na ADAP, terá pela frente a pressão da série B com a garantia de Bonan, o melhor goleiro da temporada, Ricardo Vilar e Rodrigo Café, dois pratas que têm muito o que mostrar.
Foto: Fim de tarde no CT da Graciosa.
Jairo, Manga, Rafael, Fernando, nomes marcados na história do Coritiba e uma herança de grandes goleiros. Um time com fama de marcador, zaga forte e impenetrável. Na temporada 2007, um novo nome ficará responsável pela preparação dos nossos arqueiros e manter o legado.
“Encaro com tranqüilidade a exigência. Um bom clube necessita de bons goleiros e no Coritiba isso nunca foi diferente, sempre houve bons goleiros. O trabalho com eles deve ser tranqüilo. Temos que pensar na continuidade, e deixa-los prontos para os campeonatos, para a temporada”, assim Marcelo Giacomelli define como será seu ano como preparador de goleiros do Coritiba.
Depois de passar por clubes desconhecidos como Araçatuba, Lencóense, XV de Piracicaba, Jaboticabal e Santa Cruzense, fez bonito com o goleiro Fábio, na ADAP, em 2006. Marcelo foi eleito para ocupar o cargo na comissão técnica de Gilberto Pereira; parceria que deu certo no time de Campo Mourão.
“No final de 2003 fui para a ADAP. Em 2004 nos demos muito (ele e o técnico Gilberto Pereira). Isso ajudou para nos conhecermos, entender a filosofia de trabalho um do outro. O pensamento se encaixa”, avaliou Marcelo.
O bom entendimento deu ao futebol paranaense o goleiro Flávio, que defendeu a ADAP em 2006. “O mérito do trabalhou que conseguimos com o Fábio é conjunto. A qualidade dele, o dia-a-dia e a confiança e apoio conjunto. Ele defendeu a ADAP e este ano foi transferido para Marítimo (POR)”, comentou.
Um ano que promete. Passo a passo, o treinador de goleiros chegou ao Coritiba e, de clubes anônimos à prova de competência na ADAP, terá pela frente a pressão da série B com a garantia de Bonan, o melhor goleiro da temporada, Ricardo Vilar e Rodrigo Café, dois pratas que têm muito o que mostrar.
Foto: Fim de tarde no CT da Graciosa.