Na edição 110 do Nação Coxa, jornal distribuído em dias de jogo no estádio Couto Pereira, destacamos com muita euforia a comemoração do dia do radialista. E a comemoração não é à toa; os loucos por futebol que o digam.
No Brasil, o dia 08 de dezembro é especial para um profissional importante para o esporte. Comemoramos com a muita honra o dia do cronista esportivo.
As crônicas são aqueles materiais que deixam jogador, técnicos e dirigentes de cabelos em pé; mas também enchem os olhos destas mesmas pessoas quando a coisas estão à mil maravilhas. Estão em rádios, televisão, jornais, revistas e hoje se proliferam na internet.
Em 1974, acontecia o primeiro congresso de jornalismo esportivo nacional, em São Paulo. Nele estavam presentes paulistas, cariocas, pernambucanos, catarinenses, paranaenses e outros tantos estados.
O jornalista Clemente Ivan Comanduli defendia os interesses do Paraná. Segundo Eduvaldo Brasil, repórter da rádio Banda-B, Comanduli (ferroviário doente) “era homem forte da imprensa esportiva. Ele e Alaor Ribeiro completavam com muito requinte as páginas esportivas da Gazeta do Povo”, comentou Edu.
Mas a crônica esportiva é bem anterior. Jornais do século XIX já estampavam comentários sobre hipismo e canoagem. Com a maior valorização do futebol na sociedade, ele passou a prato preferido da crônica e do público. E não foi somente em 74 que os cronistas começaram a se mobilizar. A Aceesp, Associação Paulista, já tinha suas raízes em 1941. No Paraná, a ACEP (Associação dos Cronistas Esportivos do Paraná) é quem defende a categoria.
O site oficial do Coritiba faz aqui uma humilde lembrança a estes importantes profissionais da imprensa, fundamentais em transformar o esporte, sobretudo o futebol, nesta gigantesca engrenagem que fascinar e cativa a todos.
Na edição 110 do Nação Coxa, jornal distribuído em dias de jogo no estádio Couto Pereira, destacamos com muita euforia a comemoração do dia do radialista. E a comemoração não é à toa; os loucos por futebol que o digam.
No Brasil, o dia 08 de dezembro é especial para um profissional importante para o esporte. Comemoramos com a muita honra o dia do cronista esportivo.
As crônicas são aqueles materiais que deixam jogador, técnicos e dirigentes de cabelos em pé; mas também enchem os olhos destas mesmas pessoas quando a coisas estão à mil maravilhas. Estão em rádios, televisão, jornais, revistas e hoje se proliferam na internet.
Em 1974, acontecia o primeiro congresso de jornalismo esportivo nacional, em São Paulo. Nele estavam presentes paulistas, cariocas, pernambucanos, catarinenses, paranaenses e outros tantos estados.
O jornalista Clemente Ivan Comanduli defendia os interesses do Paraná. Segundo Eduvaldo Brasil, repórter da rádio Banda-B, Comanduli (ferroviário doente) “era homem forte da imprensa esportiva. Ele e Alaor Ribeiro completavam com muito requinte as páginas esportivas da Gazeta do Povo”, comentou Edu.
Mas a crônica esportiva é bem anterior. Jornais do século XIX já estampavam comentários sobre hipismo e canoagem. Com a maior valorização do futebol na sociedade, ele passou a prato preferido da crônica e do público. E não foi somente em 74 que os cronistas começaram a se mobilizar. A Aceesp, Associação Paulista, já tinha suas raízes em 1941. No Paraná, a ACEP (Associação dos Cronistas Esportivos do Paraná) é quem defende a categoria.
O site oficial do Coritiba faz aqui uma humilde lembrança a estes importantes profissionais da imprensa, fundamentais em transformar o esporte, sobretudo o futebol, nesta gigantesca engrenagem que fascinar e cativa a todos.