Na noite de ontem, segunda-feira (13) o Coritiba prestou homenagem a dois ídolos do seu passado, Pachequinho e Cizico, jogadores de épocas distintas que contribuíram em muito para a construção do Coritiba.
O evento foi realizado no restaurante Cascatinha, em Santa Felicidade, e contou com a presença de muitos torcedores, além dos homenageados.
Cizico trabalha nas categorias de base do clube. Ao lado do Professor Miro, ele é um revelador de talentos do Coritiba. É o segunda funcionário do clube com mais tempo de casa, amor e dedicação pelo Verdão.
Pachequinho tem uma grande história com a camisa Alviverde, ele estreou no Coritiba em 1990, onde jogou até 1996. Com a camisa do Coritiba disputou 215 partidas, marcando 62 gols.
Sua última partida pelo Coxa foi em 1996. Em 1992 e 1993 passou 16 meses parado, e em 1995, sete meses, com problemas no ligamento do joelho esquerdo. O atacante vestiu a camisa do Coritiba em uma das décadas mais difíceis da história do clube, mas se tornou um ídolo, se identificando com as cores verde e branca. Atualmente, o ex-atacante é técnico da equipe Juvenil do Cori.
Na noite de ontem, segunda-feira (13) o Coritiba prestou homenagem a dois ídolos do seu passado, Pachequinho e Cizico, jogadores de épocas distintas que contribuíram em muito para a construção do Coritiba.
O evento foi realizado no restaurante Cascatinha, em Santa Felicidade, e contou com a presença de muitos torcedores, além dos homenageados.
Cizico trabalha nas categorias de base do clube. Ao lado do Professor Miro, ele é um revelador de talentos do Coritiba. É o segunda funcionário do clube com mais tempo de casa, amor e dedicação pelo Verdão.
Pachequinho tem uma grande história com a camisa Alviverde, ele estreou no Coritiba em 1990, onde jogou até 1996. Com a camisa do Coritiba disputou 215 partidas, marcando 62 gols.
Sua última partida pelo Coxa foi em 1996. Em 1992 e 1993 passou 16 meses parado, e em 1995, sete meses, com problemas no ligamento do joelho esquerdo. O atacante vestiu a camisa do Coritiba em uma das décadas mais difíceis da história do clube, mas se tornou um ídolo, se identificando com as cores verde e branca. Atualmente, o ex-atacante é técnico da equipe Juvenil do Cori.