Dia do Radialista
Coritiba comemora dia do radialista nesta quinta-feira
Há 20 anos - 21/09/2006 03:00
Dia do Radialista

Dia de jogo. Trabalho, estudo, compromisso inadiável e seu time em campo. A cada momento fica aquele sentimento de incerteza. Batata! Um radinho de pilha e nada mais. Cada sussurro do “latinha” pode ser motivo de glória ou desespero. Mas é a voz do radialista que alenta o sufoco.


Nesta quinta-feira, 21 de setembro, se comemora o dia do Radialista e o Coritiba parabeniza todos os profissionais que fazem parte do dia-a-dia do clube levando as principais informações aos torcedores.


Há muito tempo atrás (1863), um inglês chamado James Clerck Maxwell comprovou a existência de ondas eletromagnéticas. Loucura ou não, um outro gringo, um tal de Henrich Rudolph Hertz (alemão), criou as ondas de rádio. Algumas décadas depois a nova invenção pipocava pelas casas européias e as evoluções tecnológicas ajudavam no progresso do invento.


A invenção chegou rapidinho no Brasil, que se tornou um dos pioneiros na radiodifusão. O padre Roberto Landell de Moura, um gaúcho nascido em 1861, foi o Santos Dumont do rádio. Ele foi responsável por novos aparelhos importantes para a história. Sucesso nacional e internacional.


O grande momento do rádio foi em 1919, chamado de “A Era do Rádio”. Em 1922, o Brasil ouviu sua primeira transmissão oficial. Microfones, melhor transmissão, radiodifusão. Década após década ele ganhava corpo e logo todo cidadão podia ter o seu.


A primeira transmissão no Paraná aconteceu no dia 2 de setembro de 1934, em um Atletiba disputado no Joaquim Américo, que terminou empatado em 1x1. A transmissão foi levada ao ar pela rádio Clube Paranaense.


Devido à paixão nacional pela bola, o futebol virou um grande filão para as rádios. E nelas, o torcedor encontrou o melhor amigo para as horas de jogo. Dentro do estádio ou fora, com time jogando em casa ou não, cada um tem a sua rádio preferida: Banda-B, Rádio Clube, Transamérica, Eldorado, CBN ou Globo... O fato é que são eles, “os latinhas”, nossos grandes amigos quando o time está no campo e nós não.

Dia do Radialista
Coritiba comemora dia do radialista nesta quinta-feira
Há 20 anos - 21/09/2006 03:00
Dia do Radialista

Dia de jogo. Trabalho, estudo, compromisso inadiável e seu time em campo. A cada momento fica aquele sentimento de incerteza. Batata! Um radinho de pilha e nada mais. Cada sussurro do “latinha” pode ser motivo de glória ou desespero. Mas é a voz do radialista que alenta o sufoco.


Nesta quinta-feira, 21 de setembro, se comemora o dia do Radialista e o Coritiba parabeniza todos os profissionais que fazem parte do dia-a-dia do clube levando as principais informações aos torcedores.


Há muito tempo atrás (1863), um inglês chamado James Clerck Maxwell comprovou a existência de ondas eletromagnéticas. Loucura ou não, um outro gringo, um tal de Henrich Rudolph Hertz (alemão), criou as ondas de rádio. Algumas décadas depois a nova invenção pipocava pelas casas européias e as evoluções tecnológicas ajudavam no progresso do invento.


A invenção chegou rapidinho no Brasil, que se tornou um dos pioneiros na radiodifusão. O padre Roberto Landell de Moura, um gaúcho nascido em 1861, foi o Santos Dumont do rádio. Ele foi responsável por novos aparelhos importantes para a história. Sucesso nacional e internacional.


O grande momento do rádio foi em 1919, chamado de “A Era do Rádio”. Em 1922, o Brasil ouviu sua primeira transmissão oficial. Microfones, melhor transmissão, radiodifusão. Década após década ele ganhava corpo e logo todo cidadão podia ter o seu.


A primeira transmissão no Paraná aconteceu no dia 2 de setembro de 1934, em um Atletiba disputado no Joaquim Américo, que terminou empatado em 1x1. A transmissão foi levada ao ar pela rádio Clube Paranaense.


Devido à paixão nacional pela bola, o futebol virou um grande filão para as rádios. E nelas, o torcedor encontrou o melhor amigo para as horas de jogo. Dentro do estádio ou fora, com time jogando em casa ou não, cada um tem a sua rádio preferida: Banda-B, Rádio Clube, Transamérica, Eldorado, CBN ou Globo... O fato é que são eles, “os latinhas”, nossos grandes amigos quando o time está no campo e nós não.