Os fortes e os certos
Para René Simões, sequência de jogos pesada será decidida pelos fortes e pelos certos
Há 19 anos - 06/09/2007 03:00
Os fortes e os certos

O empate com o São Caetano na rodada passada deixou o técnico René Simões inquieto com o time coritibano. Ciente da qualidade de seu elenco, ele prefere dar atenção às falhas e correções a serem feitas e, desta forma, seguir na competição de forma certa.


Para encontrar a certeza de um boa formação, René não esconde que a equipe precisa evoluir. Pontos importantes perdidos em situações aparentemente fáceis estão deixando o treinador preocupado. Para ele, uma forma de arrumar a casa, é agir de forma certa. “A equipe precisa de jogadores fortes e certos para esse momento decisivo da competição”.


“Nós temos que entender a situação do Coritiba. Não tem a segunda hipótese. O Santos com um time de garotos foi campeão, mas ficaram em oitavo nos pontos corridos. Aqui não podemos ficar em oitavo, precisamos ser os melhores. Não tem outra fase”, revela.


“Por isso não podemos pensar em jogar só com os melhores. E sim, com os certos. Tanto pra buscar o título quanto quem disputa o rebaixamento, quem faz a diferença são os fortes e os certos”, complementa.


“Eu sempre falo isso com os jogadores. Eles mesmos têm amigos que jogam mais que eles. Mas na hora do teste tremeram. Eles não foram melhores, mas foram mais certos e mais fortes”, complementa.


Com a chegada da reta final da competição, responsabilidade de todo o grupo aumenta. Segundo o treinador, cada atleta é responsável pelo sucesso do time neste momento difícil e decisivo. René afirma que é preciso força, abrir mão de qualquer tipo de divertimento.


“O jogador perfeito é aquele que tem ambição alta e ansiedade baixa. Que uma Copa do Mundo e um campeonato de várzea é igual. E tem jogadores que tem ansiedade alta, apesar de grande qualidade e isso é perigoso nessa fase” compara o treinador.


E assim René garante que na reta decisiva do Campeonato Brasileiro, a equipe não precisa dos melhores, mas dos fortes e certos. “Às vezes ele é o melhor, mas não se equilibra nas pernas na hora de ser forte”, finaliza René.

Os fortes e os certos
Para René Simões, sequência de jogos pesada será decidida pelos fortes e pelos certos
Há 19 anos - 06/09/2007 03:00
Os fortes e os certos

O empate com o São Caetano na rodada passada deixou o técnico René Simões inquieto com o time coritibano. Ciente da qualidade de seu elenco, ele prefere dar atenção às falhas e correções a serem feitas e, desta forma, seguir na competição de forma certa.


Para encontrar a certeza de um boa formação, René não esconde que a equipe precisa evoluir. Pontos importantes perdidos em situações aparentemente fáceis estão deixando o treinador preocupado. Para ele, uma forma de arrumar a casa, é agir de forma certa. “A equipe precisa de jogadores fortes e certos para esse momento decisivo da competição”.


“Nós temos que entender a situação do Coritiba. Não tem a segunda hipótese. O Santos com um time de garotos foi campeão, mas ficaram em oitavo nos pontos corridos. Aqui não podemos ficar em oitavo, precisamos ser os melhores. Não tem outra fase”, revela.


“Por isso não podemos pensar em jogar só com os melhores. E sim, com os certos. Tanto pra buscar o título quanto quem disputa o rebaixamento, quem faz a diferença são os fortes e os certos”, complementa.


“Eu sempre falo isso com os jogadores. Eles mesmos têm amigos que jogam mais que eles. Mas na hora do teste tremeram. Eles não foram melhores, mas foram mais certos e mais fortes”, complementa.


Com a chegada da reta final da competição, responsabilidade de todo o grupo aumenta. Segundo o treinador, cada atleta é responsável pelo sucesso do time neste momento difícil e decisivo. René afirma que é preciso força, abrir mão de qualquer tipo de divertimento.


“O jogador perfeito é aquele que tem ambição alta e ansiedade baixa. Que uma Copa do Mundo e um campeonato de várzea é igual. E tem jogadores que tem ansiedade alta, apesar de grande qualidade e isso é perigoso nessa fase” compara o treinador.


E assim René garante que na reta decisiva do Campeonato Brasileiro, a equipe não precisa dos melhores, mas dos fortes e certos. “Às vezes ele é o melhor, mas não se equilibra nas pernas na hora de ser forte”, finaliza René.