Vamos Subir Coxa
Torcida faz sua parte na arquibancada e time corresponde em campo; Coxa da mais um passo na caminhada rumo à primeirona
Há 19 anos - 07/07/2007 03:00
Vamos Subir Coxa

Tudo deu certo. Na arquibancada a torcida empurrou o time desde o primeiro minuto e em campo os jogadores mostraram raça e vontade. Uma sintonia que deixa o Coritiba cada dia mais forte jogando no Couto Pereira.


“É só com essa união entre torcida e jogadores que o Coritiba vai subir. A torcida dando a sua força na arquibancada e os jogadores em campo”, revelou o capitão Anderson Lima, ao final da partida.


Líder em média de público no estado, nesta tarde, quase 15 mil torcedores foram ao Couto Pereira e empurraram a equipe Coxa-Branca. “A torcida teve paciência, o gol não saia e ela nos incentivava, é esse o espírito, existe uma corrente positiva e isso nos ajuda a vencer”, diz o atacante Gustavo.


“É claro que em campo precisamos fazer nosso papel, dividir bola, entrar em todas as divididas, correr, marcar, enfim, ter espírito de luta. Mas com certeza o grito deles na arquibancada é uma arma ao nosso lado”, complementa o Papa, como é conhecido o atacante Gustavo.

Vamos Subir Coxa
Torcida faz sua parte na arquibancada e time corresponde em campo; Coxa da mais um passo na caminhada rumo à primeirona
Há 19 anos - 07/07/2007 03:00
Vamos Subir Coxa

Tudo deu certo. Na arquibancada a torcida empurrou o time desde o primeiro minuto e em campo os jogadores mostraram raça e vontade. Uma sintonia que deixa o Coritiba cada dia mais forte jogando no Couto Pereira.


“É só com essa união entre torcida e jogadores que o Coritiba vai subir. A torcida dando a sua força na arquibancada e os jogadores em campo”, revelou o capitão Anderson Lima, ao final da partida.


Líder em média de público no estado, nesta tarde, quase 15 mil torcedores foram ao Couto Pereira e empurraram a equipe Coxa-Branca. “A torcida teve paciência, o gol não saia e ela nos incentivava, é esse o espírito, existe uma corrente positiva e isso nos ajuda a vencer”, diz o atacante Gustavo.


“É claro que em campo precisamos fazer nosso papel, dividir bola, entrar em todas as divididas, correr, marcar, enfim, ter espírito de luta. Mas com certeza o grito deles na arquibancada é uma arma ao nosso lado”, complementa o Papa, como é conhecido o atacante Gustavo.