Homenageado
Saiba mais sobre Célio, ex-goleiro do Coritiba que será homenageado pelo Coritiba nesta segunda-feira
Há 19 anos - 25/02/2007 03:00
Homenageado

Para defender a meta coxa-branca é preciso muito mais do que boa técnica e bom preparo. É preciso carisma, garra e entender o valor da camisa coxa-branca. A mística da camisa ‘1’ Alviverde se criou há muito tempo atrás. Nesta segunda-feira, o clube irá homenagear Célio, um dos responsáveis por esse passado de tradição.


O grupo Helênicos, parceiro do Coritiba, reuniu um material completo sobre o atleta, com os principais momentos da carreira do jogador vestindo a camisa coxa-branca.


Confira o material completo:


Nome Completo: Célio Maciel dos Santos
Nascimento: Campos Novos - SC, 24/01/1940
Posição: Goleiro
 
Clubes em que atuou:


Palmeiras-SC (1955), Cruzeiro-SC (1956), Britânia-PR (1957-1961), Floriano-RS (1962-1964), Internacional-RS (1965), Juventude-RS (1966-1967), CORITIBA (1968-1972), Atlético-PR (1968), Londrina (1973), Figueirense-SC (1973-1974), Pinheiros-PR (1974-1976), Colorado-PR (1976-1978), Londrina-PR (1977), Iguaçu-PR (1979), CORITIBA (1979-1980).
 
Características principais:


• Era um goleiro muito frio, nada perturbava sua tranqüilidade;
• Tinha grande elasticidade, fazia defesas acrobáticas;
• Sabia sair jogando, a ponto de driblar os adversários.
 
Fatos marcantes defendendo o Coritiba:


• Foi contratado em 06/12/1967. Estreou em 14/01/1968, no amistoso Coritiba x Ferroviário e, durante a partida, fraturou o maxilar em dois lugares. Um mês depois da fratura, em 19/02/1968, já defendia o arco alviverde na vitória sobre o Santos por 3 x 1;
• Disputou 145 partidas pelo Coritiba em competições oficiais. É, até hoje, o 3º goleiro com mais partidas disputadas pelo Coritiba em Campeonatos Paranaenses;
• Foi duas vezes bicampeão paranaense (1968/1969 e 1971/1972) e do Torneio Internacional de Verão (1970/1971);
• Participou das três primeiras excursões internacionais do clube (1969, 1970 e 1972);
• Foi emprestado ao Atlético-PR para as disputas do Torneio “Roberto Gomes Pedrosa” em 1968 e, por suas brilhantes atuações, esteve cotado para defender a Seleção Brasileira;
• Defendeu o gol do Coritiba na estréia do clube no primeiro Campeonato Brasileiro, em 1971;
• Goleiro alviverde na excursão internacional de 1972, que deu ao clube o título de “Fita Azul”;
• Em sua última partida, dia 08/06/1980, o Coritiba venceu o União de Francisco Beltrão por 1x0. Célio estava com 40 anos e 5 meses (segundo atleta mais velho a defender o Coritiba);
• Ainda em 1980, antes de tornar-se treinador de goleiros, dirigiu interinamente a equipe coxa-branca em quatro partidas do Campeonato Paranaense.
 
Lances marcantes:


• No dia 10/07/1968, em Apucarana, driblou três atacantes adversários em seqüência;
• No clássico contra o Ferroviário em 26/07/1970, interceptou um lançamento para o atacante adversário Natal, aplicou-lhe um “chapéu” e avançou com a bola até o meio de campo para dar um passe no peito do meia Bidon, que, por sua vez, lançou a bola para Cláudio Marques empatar a partida. Por esta “proeza”, Célio foi multado em 20% de seus vencimentos;
• Na excursão de 1970, driblou um atacante francês e foi aplaudido de pé pela torcida;
• Em 1974 quando jogava pelo Pinheiros defendeu de bicicleta uma bola chutada por um atacante do Atlético-PR, que tentava encobri-lo.


Foto cedida pelo grupo Helênicos.

Homenageado
Saiba mais sobre Célio, ex-goleiro do Coritiba que será homenageado pelo Coritiba nesta segunda-feira
Há 19 anos - 25/02/2007 03:00
Homenageado

Para defender a meta coxa-branca é preciso muito mais do que boa técnica e bom preparo. É preciso carisma, garra e entender o valor da camisa coxa-branca. A mística da camisa ‘1’ Alviverde se criou há muito tempo atrás. Nesta segunda-feira, o clube irá homenagear Célio, um dos responsáveis por esse passado de tradição.


O grupo Helênicos, parceiro do Coritiba, reuniu um material completo sobre o atleta, com os principais momentos da carreira do jogador vestindo a camisa coxa-branca.


Confira o material completo:


Nome Completo: Célio Maciel dos Santos
Nascimento: Campos Novos - SC, 24/01/1940
Posição: Goleiro
 
Clubes em que atuou:


Palmeiras-SC (1955), Cruzeiro-SC (1956), Britânia-PR (1957-1961), Floriano-RS (1962-1964), Internacional-RS (1965), Juventude-RS (1966-1967), CORITIBA (1968-1972), Atlético-PR (1968), Londrina (1973), Figueirense-SC (1973-1974), Pinheiros-PR (1974-1976), Colorado-PR (1976-1978), Londrina-PR (1977), Iguaçu-PR (1979), CORITIBA (1979-1980).
 
Características principais:


• Era um goleiro muito frio, nada perturbava sua tranqüilidade;
• Tinha grande elasticidade, fazia defesas acrobáticas;
• Sabia sair jogando, a ponto de driblar os adversários.
 
Fatos marcantes defendendo o Coritiba:


• Foi contratado em 06/12/1967. Estreou em 14/01/1968, no amistoso Coritiba x Ferroviário e, durante a partida, fraturou o maxilar em dois lugares. Um mês depois da fratura, em 19/02/1968, já defendia o arco alviverde na vitória sobre o Santos por 3 x 1;
• Disputou 145 partidas pelo Coritiba em competições oficiais. É, até hoje, o 3º goleiro com mais partidas disputadas pelo Coritiba em Campeonatos Paranaenses;
• Foi duas vezes bicampeão paranaense (1968/1969 e 1971/1972) e do Torneio Internacional de Verão (1970/1971);
• Participou das três primeiras excursões internacionais do clube (1969, 1970 e 1972);
• Foi emprestado ao Atlético-PR para as disputas do Torneio “Roberto Gomes Pedrosa” em 1968 e, por suas brilhantes atuações, esteve cotado para defender a Seleção Brasileira;
• Defendeu o gol do Coritiba na estréia do clube no primeiro Campeonato Brasileiro, em 1971;
• Goleiro alviverde na excursão internacional de 1972, que deu ao clube o título de “Fita Azul”;
• Em sua última partida, dia 08/06/1980, o Coritiba venceu o União de Francisco Beltrão por 1x0. Célio estava com 40 anos e 5 meses (segundo atleta mais velho a defender o Coritiba);
• Ainda em 1980, antes de tornar-se treinador de goleiros, dirigiu interinamente a equipe coxa-branca em quatro partidas do Campeonato Paranaense.
 
Lances marcantes:


• No dia 10/07/1968, em Apucarana, driblou três atacantes adversários em seqüência;
• No clássico contra o Ferroviário em 26/07/1970, interceptou um lançamento para o atacante adversário Natal, aplicou-lhe um “chapéu” e avançou com a bola até o meio de campo para dar um passe no peito do meia Bidon, que, por sua vez, lançou a bola para Cláudio Marques empatar a partida. Por esta “proeza”, Célio foi multado em 20% de seus vencimentos;
• Na excursão de 1970, driblou um atacante francês e foi aplaudido de pé pela torcida;
• Em 1974 quando jogava pelo Pinheiros defendeu de bicicleta uma bola chutada por um atacante do Atlético-PR, que tentava encobri-lo.


Foto cedida pelo grupo Helênicos.