Driblando a realidade
Coxa começa novo ano que pode ultrapassar 70 partidas apostando em elenco forte para evitar desgaste extremo
Há 13 anos - 21/01/2013 23:04
Driblando a realidade
O empate sobre o Operário, neste domingo (20), foi mais que o começo do Campeonato Paranaense 2013. A partida deu início a uma nova temporada na qual as principais equipes do futebol nacional podem realizar mais de 70 jogos divididos em campeonatos regionais, nacionais e internacionais. Um número elevado que acaba sendo uma barreira a ser ultrapassada pelas comissões técnicas.

No caso do Coritiba será uma reedição dos dois últimos anos, temporadas nas quais o Coxa completou 148 partidas, sendo 72 em 2011 e ano passado 76. Um número que assusta e é muito questionado por comissões e atletas, mas habilmente trabalhado para não prejudicar, ou buscar o menor impacto possível no rendimento dos times em suas competições.

Nas 76 partidas de 2012, por exemplo, o Coxa utilizou 52 atletas ao longo da temporada. O momento alto foi junho, quando a equipe enfrentava a final da Copa do Brasil em paralelo ao Campeonato Brasileiro e fazia o primeiro confronto contra o Grêmio pela Sulamericana. Uma sequência exigindo do físico ao psicológico dos atletas. Mas de acordo com o preparador físico Glydiston Ananias (foto, ao lado), outras épocas também surgem como ocasiões de grande intensidade.

“As estatísticas dizem que alguns momento são cruciais, em abril e setembro os índices são maiores de lesão. Em abril devido às finais dos estaduais e início simultâneo do brasileiro. Já em setembro surge o segundo turno, quando os jogos passam a ser mais decisivos”, diz Ananias.

Chico, que atuou diante do Operário na estreia do ano, quando questionado sobre a formação do grupo coxa-branca, foi certeiro em uma definição. Para ele, um ano cheio, com alto número de partidas é precisa estar pronto com um grupo forte. “Temos que mostrar que aqui tem um grupo. O campeonato, não só o Paranaense como os outros são longos e temos um ano inteiro pela frente. Vamos precisar de um grupo vencedor para quando precisar de um ou outro atleta estar todos prontos para ajudar o Coritiba”.

Está fórmula proposta pelo atleta é certeira. E Ananias confirma a tese explicando que “quanto mais jogos, mais expostos os atletas. Consequentemente a chance de termos lesões é maior. É proporcional à exposição do grupo às atividades e jogos, a probabilidade de problemas é maior. A solução é tratá-los e prepará-los bem”, avalia Glydiston Ananias.

Assim, a preparação alviverde é no sentido de formar uma equipe fechada. Contratações aconteceram e agora, com a devida adaptação, busca-se a frmar e preparar um conjunto capaz de aguentar mais uma temporada de exigência.

Assim, a primeira partida da temporada é comemorada também pelo técnico Marquinhos Santos. “Foi o primeiro jogo de um ano intenso, onde vamos passar dos 70 jogos novamente. Foi um início promissor, onde tivemos um controle emocional no primeiro tempo e na segunda etapa criamos mais chances de gols. Então acredito que bem embasados estamos nos preparando para um ano intenso, foi a primeira partida onde ganhamos alguns atletas e estamos ganhando o elenco para se preparar para fazer um bom ano”, finaliza o treinador coxa-branca.
Driblando a realidade
Coxa começa novo ano que pode ultrapassar 70 partidas apostando em elenco forte para evitar desgaste extremo
Há 13 anos - 21/01/2013 23:04
Driblando a realidade
O empate sobre o Operário, neste domingo (20), foi mais que o começo do Campeonato Paranaense 2013. A partida deu início a uma nova temporada na qual as principais equipes do futebol nacional podem realizar mais de 70 jogos divididos em campeonatos regionais, nacionais e internacionais. Um número elevado que acaba sendo uma barreira a ser ultrapassada pelas comissões técnicas.

No caso do Coritiba será uma reedição dos dois últimos anos, temporadas nas quais o Coxa completou 148 partidas, sendo 72 em 2011 e ano passado 76. Um número que assusta e é muito questionado por comissões e atletas, mas habilmente trabalhado para não prejudicar, ou buscar o menor impacto possível no rendimento dos times em suas competições.

Nas 76 partidas de 2012, por exemplo, o Coxa utilizou 52 atletas ao longo da temporada. O momento alto foi junho, quando a equipe enfrentava a final da Copa do Brasil em paralelo ao Campeonato Brasileiro e fazia o primeiro confronto contra o Grêmio pela Sulamericana. Uma sequência exigindo do físico ao psicológico dos atletas. Mas de acordo com o preparador físico Glydiston Ananias (foto, ao lado), outras épocas também surgem como ocasiões de grande intensidade.

“As estatísticas dizem que alguns momento são cruciais, em abril e setembro os índices são maiores de lesão. Em abril devido às finais dos estaduais e início simultâneo do brasileiro. Já em setembro surge o segundo turno, quando os jogos passam a ser mais decisivos”, diz Ananias.

Chico, que atuou diante do Operário na estreia do ano, quando questionado sobre a formação do grupo coxa-branca, foi certeiro em uma definição. Para ele, um ano cheio, com alto número de partidas é precisa estar pronto com um grupo forte. “Temos que mostrar que aqui tem um grupo. O campeonato, não só o Paranaense como os outros são longos e temos um ano inteiro pela frente. Vamos precisar de um grupo vencedor para quando precisar de um ou outro atleta estar todos prontos para ajudar o Coritiba”.

Está fórmula proposta pelo atleta é certeira. E Ananias confirma a tese explicando que “quanto mais jogos, mais expostos os atletas. Consequentemente a chance de termos lesões é maior. É proporcional à exposição do grupo às atividades e jogos, a probabilidade de problemas é maior. A solução é tratá-los e prepará-los bem”, avalia Glydiston Ananias.

Assim, a preparação alviverde é no sentido de formar uma equipe fechada. Contratações aconteceram e agora, com a devida adaptação, busca-se a frmar e preparar um conjunto capaz de aguentar mais uma temporada de exigência.

Assim, a primeira partida da temporada é comemorada também pelo técnico Marquinhos Santos. “Foi o primeiro jogo de um ano intenso, onde vamos passar dos 70 jogos novamente. Foi um início promissor, onde tivemos um controle emocional no primeiro tempo e na segunda etapa criamos mais chances de gols. Então acredito que bem embasados estamos nos preparando para um ano intenso, foi a primeira partida onde ganhamos alguns atletas e estamos ganhando o elenco para se preparar para fazer um bom ano”, finaliza o treinador coxa-branca.