Nesta quarta-feira (23), Coritiba e Ipatinga voltam a se encontrar pelo Campeonato Brasileiro, desta vez na primeira divisão. Ano passado as equipes se enfrentaram duas vezes, sendo que em Curitiba, local do jogo desta quarta-feira, ocorreu um jogo histórico.
Ao todo o confronto registra apenas duas partidas. Uma vitória para cada lado por 1x0. Mas apesar dos números não serem tão atrativos, o encontro dos dois ano passado certamente ficou marcado para a nação coxa-branca.
Nas arquibancadas 26.126 torcedores pagaram ingresso e no total quase 30 mil pessoas compareceram ao Alto da Glória para empurrar o Cori. O confronto marcava o encontro dos líderes do campeonato e prevaleceu a mística da camisa coxa-branca, que jogou a partida com um a menos, pois Gustavo foi expulso.
Os primeiros 45 minutos de jogo terminaram sem gols. Na segunda etapa o Coxa também não conseguia furar a defesa dos mineiros, até que já nos acréscimos, jogada individual do meia Ricardinho, que é derrubado na área e o árbitro marca o pênalti.
O capitão do time na época, Anderson Lima, ajeita a bola aos 50 minutos da segunda etapa. Ele cobra o pênalti, nada mais, nada menos que quatro vezes, porque o goleiro se adiantava em cada jogada, mas garante a vitória. Emoção inesquecível para o torcedor coxa-branca que acreditou no time e foi ao Couto Pereira.
Nesta quarta-feira (23), Coritiba e Ipatinga voltam a se encontrar pelo Campeonato Brasileiro, desta vez na primeira divisão. Ano passado as equipes se enfrentaram duas vezes, sendo que em Curitiba, local do jogo desta quarta-feira, ocorreu um jogo histórico.
Ao todo o confronto registra apenas duas partidas. Uma vitória para cada lado por 1x0. Mas apesar dos números não serem tão atrativos, o encontro dos dois ano passado certamente ficou marcado para a nação coxa-branca.
Nas arquibancadas 26.126 torcedores pagaram ingresso e no total quase 30 mil pessoas compareceram ao Alto da Glória para empurrar o Cori. O confronto marcava o encontro dos líderes do campeonato e prevaleceu a mística da camisa coxa-branca, que jogou a partida com um a menos, pois Gustavo foi expulso.
Os primeiros 45 minutos de jogo terminaram sem gols. Na segunda etapa o Coxa também não conseguia furar a defesa dos mineiros, até que já nos acréscimos, jogada individual do meia Ricardinho, que é derrubado na área e o árbitro marca o pênalti.
O capitão do time na época, Anderson Lima, ajeita a bola aos 50 minutos da segunda etapa. Ele cobra o pênalti, nada mais, nada menos que quatro vezes, porque o goleiro se adiantava em cada jogada, mas garante a vitória. Emoção inesquecível para o torcedor coxa-branca que acreditou no time e foi ao Couto Pereira.