"É um período de firmar conceitos"
Elenco realiza testes pela manhã e preparador físico Glydiston Ananias conta que profissionais aproveitam o período para individualizar atividades com o grupo
Há 13 anos - 08/01/2013 15:45
Nos primeiros dias de trabalho em Foz do Iguaçu, profissionais do CEECOR comemoram o andamento das atividades e falam sobre a preparação alviverde para encarar 2013, um ano cheio de desafios para o Coritiba. O preparador físico coxa-branca, Glydiston Ananias conta um pouco mais sobre essa preparação e o teste do BIP, atividade realizada na manhã desta terça-feira, com intenção de individualizar os trabalhos.

O teste do BIP, ou teste de resistência intermitente é famoso por exigir dos atletas o máximo, é um trabalho de resistência intervalado que simula situações de jogo. Foi realizado hoje pela manhã em Foz e não poderia ser diferente: muito suor mesmo no clima ameno que está na cidade.

"A pré-temporada tem sido muito boa, começando bem. O que estamos buscando é individualizar bastante o trabalho para que a gentre possa suportar toda a temporada".

"O que nós estamos buscando durante esse período de pré-temporada estamos buscando conhecer ao máximo nossos atletas, estar avaliando-os não só fisicamente, mas também técnicamente e táticamente esses atletas. É um período de firmar conceitos. E hoje pela manhã a sessão buscou isso, fazer um avaliação para avaliar a capacidade recuperativa desses atletas"

Preparador valoriza profissionais brasileiros

Para Glydiston Ananias, as dificuldades superadas pelos clubes brasileiros com o calendário é um desafio e tanto para os profissionais do futebol, o que faz com que a cada ano eles se qualifiquem mais ainda para encarar o ritmo do calendário.

"Até pela experiência que a gente tem, os preparadores fisicos, fisioterapeutas, fisiologistas, técnicos do Brasil estão entre os melhores do mundo porque enfrentar uma temporada como nós temos, preparar uma eq1uipe da maneira como nós preparamos não se passa por nenhum lugar do mundo", compara. "Mas não adianta ficar reclamando, porque isso é parte do nosso dia-dia e temos que adotar estratégias para preparar esses atletas e o que fizemos esse ano foi preparar todo o grupo, com um período o maior para alguns atletas para que a gente possa inserir esses atletas aos poucos na competição. O que a gente quer é dosar ao máximo, número de competição e de jogos, para a gente possa dosar um pouco esse calendário", emenda.

"Dando o exemplo do Coritiba, fizemos 76 partidas no ano passado", lembra. Dentro de uma preparação ideal, ele conta que "para que os atletas recuperem uma temporada como tivemos acredito que no minimo teríamos que ter 40 a 50 dias de recuperação e 30 de trabalho, que é o que acontece na Ásia e na Europa, mas a nossa realidade não é essa, porque a gente sabe que existem uma série de fatores que influenciam e temos que ir se adaptando a isso, até por não termos um calendário adequado para esse trabalho", finaliza.
"É um período de firmar conceitos"
Elenco realiza testes pela manhã e preparador físico Glydiston Ananias conta que profissionais aproveitam o período para individualizar atividades com o grupo
Há 13 anos - 08/01/2013 15:45
Nos primeiros dias de trabalho em Foz do Iguaçu, profissionais do CEECOR comemoram o andamento das atividades e falam sobre a preparação alviverde para encarar 2013, um ano cheio de desafios para o Coritiba. O preparador físico coxa-branca, Glydiston Ananias conta um pouco mais sobre essa preparação e o teste do BIP, atividade realizada na manhã desta terça-feira, com intenção de individualizar os trabalhos.

O teste do BIP, ou teste de resistência intermitente é famoso por exigir dos atletas o máximo, é um trabalho de resistência intervalado que simula situações de jogo. Foi realizado hoje pela manhã em Foz e não poderia ser diferente: muito suor mesmo no clima ameno que está na cidade.

"A pré-temporada tem sido muito boa, começando bem. O que estamos buscando é individualizar bastante o trabalho para que a gentre possa suportar toda a temporada".

"O que nós estamos buscando durante esse período de pré-temporada estamos buscando conhecer ao máximo nossos atletas, estar avaliando-os não só fisicamente, mas também técnicamente e táticamente esses atletas. É um período de firmar conceitos. E hoje pela manhã a sessão buscou isso, fazer um avaliação para avaliar a capacidade recuperativa desses atletas"

Preparador valoriza profissionais brasileiros

Para Glydiston Ananias, as dificuldades superadas pelos clubes brasileiros com o calendário é um desafio e tanto para os profissionais do futebol, o que faz com que a cada ano eles se qualifiquem mais ainda para encarar o ritmo do calendário.

"Até pela experiência que a gente tem, os preparadores fisicos, fisioterapeutas, fisiologistas, técnicos do Brasil estão entre os melhores do mundo porque enfrentar uma temporada como nós temos, preparar uma eq1uipe da maneira como nós preparamos não se passa por nenhum lugar do mundo", compara. "Mas não adianta ficar reclamando, porque isso é parte do nosso dia-dia e temos que adotar estratégias para preparar esses atletas e o que fizemos esse ano foi preparar todo o grupo, com um período o maior para alguns atletas para que a gente possa inserir esses atletas aos poucos na competição. O que a gente quer é dosar ao máximo, número de competição e de jogos, para a gente possa dosar um pouco esse calendário", emenda.

"Dando o exemplo do Coritiba, fizemos 76 partidas no ano passado", lembra. Dentro de uma preparação ideal, ele conta que "para que os atletas recuperem uma temporada como tivemos acredito que no minimo teríamos que ter 40 a 50 dias de recuperação e 30 de trabalho, que é o que acontece na Ásia e na Europa, mas a nossa realidade não é essa, porque a gente sabe que existem uma série de fatores que influenciam e temos que ir se adaptando a isso, até por não termos um calendário adequado para esse trabalho", finaliza.