Em poucos dias comandando o Coritiba a nova diretoria tinha uma missão complicada: contratar um técnico de ponta no futebol brasileiro para assumir a equipe e iniciar um trabalho a médio e longo prazo no comando da equipe alviverde. Surgiu então o nome do técnico Dorival Junior, que em 2007 classificou o Cruzeiro à Libertadores da América e estava dentro das pretensões do Cori. Montando a equipe no decorrer do Estadual, ele levantou o caneco do Paranaense e ganhou a confiança do torcedor. Mas o sucesso no Coritiba rendeu elogios e indicações de outros grandes técnicos para outras equipes.
“Eu evito falar em hipóteses, porque primeiro respeito o meu Clube que é o Coritiba e também o clube que está buscando alguma contratação. Jamais vou esconder que o Internacional é a equipe que todo treinador quer treinar. Só de ser lembrado e ainda mais por uma indicação como do Abel fico muito feliz. É um treinador que serve de exemplo, inclusive para mim. Mas tudo que passou das colocações dele não foram verdadeiras e são apenas hipóteses”, garante Dorival Junior.
Para ele, o sucesso é resultado do bom desempenho a frente do Verdão. “O trabalho do Coritiba está sendo visto. Não é o trabalho do treinador do Coxa, é o trabalho do Clube, que está mostrando alguma coisa que está chamando atenção”.
O que ele quer é dar continuidade no comando do Alviverde. “Eu sou bem sincero. Lógico que fico bem contente, mas mantenho os pés no chão, porque a vida do treinador é muito difícil, muito complicada, é uma vida muito só. Esses detalhes, tanto em momentos negativos como em um momento um pouco melhor, passam e você vive do resultado de domingo. Eu vejo tudo isso com muita naturalidade e sei que meu momento é o Coritiba e vou procurar fazer o melhor aqui”.
Para Dorival, o apoio da diretoria coritibana também é decisivo para permanecer. “Tive o respaldo da diretoria e sempre mostrei as dificuldades que teríamos. Mas em todos os momentos tivemos muita decência e sempre procuramos ter essa troca de respeito até chegar a esse bom momento para uma equipe que merece todo o sucesso possível”.
Junior lembra que as equipes que têm sucesso constroem um planejamento a longo prazo. “Quando um treinador perde quatro ou cinco jogos e já é ameaçado nos passa uma insegurança, que é muito ruim no futebol brasileiro. Agrava a situação da maioria dos profissionais e dos clubes, que se penalizam. Na maioria das vezes, em um levantamento feito nos últimos anos, as equipes que conseguiram sucesso foram as que mantiveram um trabalho, com exceção de algumas, mas que não conseguiram o primeiro lugar”.
Em poucos dias comandando o Coritiba a nova diretoria tinha uma missão complicada: contratar um técnico de ponta no futebol brasileiro para assumir a equipe e iniciar um trabalho a médio e longo prazo no comando da equipe alviverde. Surgiu então o nome do técnico Dorival Junior, que em 2007 classificou o Cruzeiro à Libertadores da América e estava dentro das pretensões do Cori. Montando a equipe no decorrer do Estadual, ele levantou o caneco do Paranaense e ganhou a confiança do torcedor. Mas o sucesso no Coritiba rendeu elogios e indicações de outros grandes técnicos para outras equipes.
“Eu evito falar em hipóteses, porque primeiro respeito o meu Clube que é o Coritiba e também o clube que está buscando alguma contratação. Jamais vou esconder que o Internacional é a equipe que todo treinador quer treinar. Só de ser lembrado e ainda mais por uma indicação como do Abel fico muito feliz. É um treinador que serve de exemplo, inclusive para mim. Mas tudo que passou das colocações dele não foram verdadeiras e são apenas hipóteses”, garante Dorival Junior.
Para ele, o sucesso é resultado do bom desempenho a frente do Verdão. “O trabalho do Coritiba está sendo visto. Não é o trabalho do treinador do Coxa, é o trabalho do Clube, que está mostrando alguma coisa que está chamando atenção”.
O que ele quer é dar continuidade no comando do Alviverde. “Eu sou bem sincero. Lógico que fico bem contente, mas mantenho os pés no chão, porque a vida do treinador é muito difícil, muito complicada, é uma vida muito só. Esses detalhes, tanto em momentos negativos como em um momento um pouco melhor, passam e você vive do resultado de domingo. Eu vejo tudo isso com muita naturalidade e sei que meu momento é o Coritiba e vou procurar fazer o melhor aqui”.
Para Dorival, o apoio da diretoria coritibana também é decisivo para permanecer. “Tive o respaldo da diretoria e sempre mostrei as dificuldades que teríamos. Mas em todos os momentos tivemos muita decência e sempre procuramos ter essa troca de respeito até chegar a esse bom momento para uma equipe que merece todo o sucesso possível”.
Junior lembra que as equipes que têm sucesso constroem um planejamento a longo prazo. “Quando um treinador perde quatro ou cinco jogos e já é ameaçado nos passa uma insegurança, que é muito ruim no futebol brasileiro. Agrava a situação da maioria dos profissionais e dos clubes, que se penalizam. Na maioria das vezes, em um levantamento feito nos últimos anos, as equipes que conseguiram sucesso foram as que mantiveram um trabalho, com exceção de algumas, mas que não conseguiram o primeiro lugar”.