Em meio a dúvidas que o técnico Dorival Junior tem para escalar o time do Coritiba no clássico deste domingo, com Rubens Cardoso vetado pelo Departamento Médico alviverde, uma das certezas é Ricardinho na lateral-esquerda.
“Temos uma vantagem, mas isso não quer dizer nada. Para sair vitorioso temos que fazer por merecer. Vimos o jogo do Paraná nesta quarta-feira e temos que fazer de tudo para não sermos surpreendidos, fazer um bom jogo e conseguir a classificação”, diz o lateral.
Ricardinho acredita que o esquema de jogo é o que menos importa. “O 3-5-2 é melhor porque temos mais liberdade para ir ao ataque. Mas independente do esquema tático que o professor escolher temos que estar preparados para jogar bem”, revela.
O jogador, que foi bi-campeão pelo Coritiba em 2004, inclusive fazendo o cruzamento do gol do título, tem uma certeza: “uma equipe grande como o Coritiba tem que decidir sempre, até pela torcida exigente que temos e pela exigência de nós mesmos e da diretoria”.
“Todo jogo é decisivo. Lógico que uma semi-final contra o Paraná fora de casa é complicado, mas estamos preparados, tanto fisicamente quanto tecnicamente e psicologicamente. Esperamos fazer um bom jogo neste domingo”, garante.
E o prata da casa fala da força da torcida. “Nosso torcedor tem comparecido bastante em todos os jogos. Tem nos incentivado durante todo o campeonato, então não temos do que nos queixar. Vamos estar em minoria dentro do estádio, mas fora dele vamos ter muita gente torcendo por nós”.
Em meio a dúvidas que o técnico Dorival Junior tem para escalar o time do Coritiba no clássico deste domingo, com Rubens Cardoso vetado pelo Departamento Médico alviverde, uma das certezas é Ricardinho na lateral-esquerda.
“Temos uma vantagem, mas isso não quer dizer nada. Para sair vitorioso temos que fazer por merecer. Vimos o jogo do Paraná nesta quarta-feira e temos que fazer de tudo para não sermos surpreendidos, fazer um bom jogo e conseguir a classificação”, diz o lateral.
Ricardinho acredita que o esquema de jogo é o que menos importa. “O 3-5-2 é melhor porque temos mais liberdade para ir ao ataque. Mas independente do esquema tático que o professor escolher temos que estar preparados para jogar bem”, revela.
O jogador, que foi bi-campeão pelo Coritiba em 2004, inclusive fazendo o cruzamento do gol do título, tem uma certeza: “uma equipe grande como o Coritiba tem que decidir sempre, até pela torcida exigente que temos e pela exigência de nós mesmos e da diretoria”.
“Todo jogo é decisivo. Lógico que uma semi-final contra o Paraná fora de casa é complicado, mas estamos preparados, tanto fisicamente quanto tecnicamente e psicologicamente. Esperamos fazer um bom jogo neste domingo”, garante.
E o prata da casa fala da força da torcida. “Nosso torcedor tem comparecido bastante em todos os jogos. Tem nos incentivado durante todo o campeonato, então não temos do que nos queixar. Vamos estar em minoria dentro do estádio, mas fora dele vamos ter muita gente torcendo por nós”.