Para ser conhecido como Eterno Campeão, Evangelino da Costa Neves trouxe à família coritibana várias conquistas, dentre elas títulos nacionais, regionais e internacionais. O comprometimento com o Coxa e seu perfil de líder foram ferramentas para seu sucesso. A morte do Eterno Campeão faz do ídolo um mito, e seus ensinamentos como coxa-branca e as conquistas de competições estaduais, nacionais e internacionais são exemplos e orgulho de nossa nação.
Natural de Santos, litoral de São Paulo, Evangelino chegou em Curitiba em 1944, com apenas 19 anos. De 44 a meados da década de 60, ele passou a nutrir um carinho muito especial pelo Coritiba, até chegar a uma relação de vida com o Clube.
Sua primeira vez como presidente foi em 1967. Esta oportunidade de comando estendeu-se por 12 anos, até 1979. E foi neste período que trouxe ao Alto da Glória a hegemonia no estado com a histórica seqüência de 70, quando o Clube foi hexacampeão. A taça ainda foi para o Alto da Glória em 1968, 69, 78 e 79.
Além das conquistas, aquele período foi fundamental na história do esporte, pois o Clube assumiu definitivamente a figura de grande potência do futebol do Paraná e impôs nesta região uma nova era de profissionalismo.
Evangelino voltou a presidir o Coritiba em 1982, permanecendo por mais seis anos. Neste período, a maior conquista alviverde: o Campeonato Brasileiro de 1985. Os relatos revelam à história uma pessoa comprometida com um ideal e em busca daquela grande marca. Naquele ano, Neves teve papel fundamental nas ações fora do campo e o título foi o reflexo de suas atitudes nos bastidores.
Foi também em sua gestão que o Coxa conquistou o Torneio do Povo, primeiro torneio nacional vencido por um time do Sul, além das vitoriosas campanhas no exterior e uma série de títulos regionais na década de 70. Antes de afastar-se de vez da principal cadeira do Clube, ele voltou ao cargo máximo em 1992 onde permaneceu até 1995.
Em suas gestões o Cori conquistou 11 Campeonatos Paranaenses, 3 vezes o Torneio Internacional de Verão, uma vez a Fita Azul, foi campeão do Torneio do Povo em 1973, Torneio Quadrangular de Goiás e duas Taças Cidade de Curitiba. Somou, ainda, o Torneio Ak-Waba, em 1983, Torneio Maurício Fruet e o Brasileiro em 1985.
Evangelino faleceu aos 82 anos. Com problemas de saúde desde 2002, seu estado complicou-se no último domingo. De acordo com os relatórios médicos ele sofreu um acidente vascular cerebral.
Para ser conhecido como Eterno Campeão, Evangelino da Costa Neves trouxe à família coritibana várias conquistas, dentre elas títulos nacionais, regionais e internacionais. O comprometimento com o Coxa e seu perfil de líder foram ferramentas para seu sucesso. A morte do Eterno Campeão faz do ídolo um mito, e seus ensinamentos como coxa-branca e as conquistas de competições estaduais, nacionais e internacionais são exemplos e orgulho de nossa nação.
Natural de Santos, litoral de São Paulo, Evangelino chegou em Curitiba em 1944, com apenas 19 anos. De 44 a meados da década de 60, ele passou a nutrir um carinho muito especial pelo Coritiba, até chegar a uma relação de vida com o Clube.
Sua primeira vez como presidente foi em 1967. Esta oportunidade de comando estendeu-se por 12 anos, até 1979. E foi neste período que trouxe ao Alto da Glória a hegemonia no estado com a histórica seqüência de 70, quando o Clube foi hexacampeão. A taça ainda foi para o Alto da Glória em 1968, 69, 78 e 79.
Além das conquistas, aquele período foi fundamental na história do esporte, pois o Clube assumiu definitivamente a figura de grande potência do futebol do Paraná e impôs nesta região uma nova era de profissionalismo.
Evangelino voltou a presidir o Coritiba em 1982, permanecendo por mais seis anos. Neste período, a maior conquista alviverde: o Campeonato Brasileiro de 1985. Os relatos revelam à história uma pessoa comprometida com um ideal e em busca daquela grande marca. Naquele ano, Neves teve papel fundamental nas ações fora do campo e o título foi o reflexo de suas atitudes nos bastidores.
Foi também em sua gestão que o Coxa conquistou o Torneio do Povo, primeiro torneio nacional vencido por um time do Sul, além das vitoriosas campanhas no exterior e uma série de títulos regionais na década de 70. Antes de afastar-se de vez da principal cadeira do Clube, ele voltou ao cargo máximo em 1992 onde permaneceu até 1995.
Em suas gestões o Cori conquistou 11 Campeonatos Paranaenses, 3 vezes o Torneio Internacional de Verão, uma vez a Fita Azul, foi campeão do Torneio do Povo em 1973, Torneio Quadrangular de Goiás e duas Taças Cidade de Curitiba. Somou, ainda, o Torneio Ak-Waba, em 1983, Torneio Maurício Fruet e o Brasileiro em 1985.
Evangelino faleceu aos 82 anos. Com problemas de saúde desde 2002, seu estado complicou-se no último domingo. De acordo com os relatórios médicos ele sofreu um acidente vascular cerebral.