A busca por unidade tem sido constante no CT da Graciosa. A medida que a temporada vai seguindo, Dorival Junior procura encontrar o time ideal e dar ritmo ao seu grupo, encaixando as peças no momento oportuno, realizando experiências nos treinos e contando com a liberação gradual de novos atletas. Na partida de ontem entre Coxa e Engenheiro Beltrão, Junior buscou os encaixes para conseguir o resultado frente ao time interiorano e deu certo.
Mantendo a mesma formação da última rodada, o técnico viu sua equipe bem defensivamente, mas sem força ofensiva durante os 45 iniciais. No intervalo, fez as mudanças necessárias. Tirou o zagueiro Felipe para a entrada do lateral Dick, deslocando Pedro Ken para o meio campo. O time melhorou. Os contra-ataques foram mais aproveitados e justamente nestas jogadas que Dick, que acabara de entrar, marcou o gol coritibano.
“Estamos buscando o melhor acerto possível. Até outro dia estávamos jogando no 4x4x2 com uma boa postura, mas o time caiu. Passamos para o 3x5x2, um tempo bom e outro ruim, uma oscilação como no jogo de hoje” analisou o técnico alviverde. “Se afirmasse que o time com esta formação pode apresentar uma postura como a do segundo tempo contra o Beltrão, eu estaria sendo leviano. Um tempo não pode criar uma falsa ilusão a ninguém. Mantenho os pés no chão pois sei o quanto é complicado e difícil estabilizar uma equipe que vive um processo de modificação constante”, disse.
Desde que começou o ano, Junior utilizou 23 jogadores entre titulares e suplentes. Dos titulares, o capitão Jeci, os meias Marlos e Pedro Ken e o volante Rodrigo Mancha foram os que mais atuaram, fora o goleiro Edson Bastos. E na troca de camisas, Junior foi paciente enquanto aguardava alguns jogadores recém contratados serem liberados e outros apresentarem condições físicas ideais. Agora, com o grupo todo disponível, ele ainda é precavido.
“Trabalhamos sempre no sentido de procurar a melhor condição possível. Futebol é assim, não se queima etapas. Temos que ter paciência. Vamos voltar a fazer partidas boas com oscilações. É um fato natural. Mas ainda é preciso muita coisa para encontrar o equilíbrio que passe confiança ao torcedor”.
“Sabemos o quanto uma equipe sente, o quanto ela tem de dificuldade para encontrar o ajuste e o equilíbrio que mantenha regularidade. A maior parte das equipes em formação estão tendo este problema e o Coritiba não foge a isso. Agora, estamos enfrentando de peito aberto com trabalho e dedicação”, complementou.
A busca por unidade tem sido constante no CT da Graciosa. A medida que a temporada vai seguindo, Dorival Junior procura encontrar o time ideal e dar ritmo ao seu grupo, encaixando as peças no momento oportuno, realizando experiências nos treinos e contando com a liberação gradual de novos atletas. Na partida de ontem entre Coxa e Engenheiro Beltrão, Junior buscou os encaixes para conseguir o resultado frente ao time interiorano e deu certo.
Mantendo a mesma formação da última rodada, o técnico viu sua equipe bem defensivamente, mas sem força ofensiva durante os 45 iniciais. No intervalo, fez as mudanças necessárias. Tirou o zagueiro Felipe para a entrada do lateral Dick, deslocando Pedro Ken para o meio campo. O time melhorou. Os contra-ataques foram mais aproveitados e justamente nestas jogadas que Dick, que acabara de entrar, marcou o gol coritibano.
“Estamos buscando o melhor acerto possível. Até outro dia estávamos jogando no 4x4x2 com uma boa postura, mas o time caiu. Passamos para o 3x5x2, um tempo bom e outro ruim, uma oscilação como no jogo de hoje” analisou o técnico alviverde. “Se afirmasse que o time com esta formação pode apresentar uma postura como a do segundo tempo contra o Beltrão, eu estaria sendo leviano. Um tempo não pode criar uma falsa ilusão a ninguém. Mantenho os pés no chão pois sei o quanto é complicado e difícil estabilizar uma equipe que vive um processo de modificação constante”, disse.
Desde que começou o ano, Junior utilizou 23 jogadores entre titulares e suplentes. Dos titulares, o capitão Jeci, os meias Marlos e Pedro Ken e o volante Rodrigo Mancha foram os que mais atuaram, fora o goleiro Edson Bastos. E na troca de camisas, Junior foi paciente enquanto aguardava alguns jogadores recém contratados serem liberados e outros apresentarem condições físicas ideais. Agora, com o grupo todo disponível, ele ainda é precavido.
“Trabalhamos sempre no sentido de procurar a melhor condição possível. Futebol é assim, não se queima etapas. Temos que ter paciência. Vamos voltar a fazer partidas boas com oscilações. É um fato natural. Mas ainda é preciso muita coisa para encontrar o equilíbrio que passe confiança ao torcedor”.
“Sabemos o quanto uma equipe sente, o quanto ela tem de dificuldade para encontrar o ajuste e o equilíbrio que mantenha regularidade. A maior parte das equipes em formação estão tendo este problema e o Coritiba não foge a isso. Agora, estamos enfrentando de peito aberto com trabalho e dedicação”, complementou.