Apelido Coxa-Branca
Há 26 anos - 01/01/2000 03:00
Apelido Coxa-Branca

APELIDO COXA-BRANCA (19/10/1941 e 26/10/1941)


Outubro de 1941. A II Grande Guerra está em andamento e, pela 1a vez, a dupla Atletiba decide um regional. Na primeira partida, disputada no Estádio Joaquim Américo, o dirigente adversário esbraveja a plenos pulmões: “Alemão... quinta coluna... COXA BRANCA”.


 


Os insultos têm um destino: o craque alemão Hans Egon Breyer, zagueiro da equipe coritibana. Os gritos acabam servindo de estímulo à equipe Alviverde, que vence por 3x1. Na partida final, outra vitória, agora por 1x0. O título é muito comemorado e o termo “Coxa-Branca”, com o tempo, vira sinônimo da torcida coritibana.



 


Mística


 


Atualmente, em todo o país, a equipe do Coritiba é carinhosamente conhecida como Coxa, inclusive, na arquibancada, o grito irrestrito de “COXA” contagia multidões, como um mantra, é uma das armas do clube contra os seus adversários. Esse grito, que começa sem ter hora para acabar, é capaz de mudar uma partida, de fazer um gol, faz parte da alma e da personalidade do Coritiba.

Apelido Coxa-Branca
Há 26 anos - 01/01/2000 03:00
Apelido Coxa-Branca

APELIDO COXA-BRANCA (19/10/1941 e 26/10/1941)


Outubro de 1941. A II Grande Guerra está em andamento e, pela 1a vez, a dupla Atletiba decide um regional. Na primeira partida, disputada no Estádio Joaquim Américo, o dirigente adversário esbraveja a plenos pulmões: “Alemão... quinta coluna... COXA BRANCA”.


 


Os insultos têm um destino: o craque alemão Hans Egon Breyer, zagueiro da equipe coritibana. Os gritos acabam servindo de estímulo à equipe Alviverde, que vence por 3x1. Na partida final, outra vitória, agora por 1x0. O título é muito comemorado e o termo “Coxa-Branca”, com o tempo, vira sinônimo da torcida coritibana.



 


Mística


 


Atualmente, em todo o país, a equipe do Coritiba é carinhosamente conhecida como Coxa, inclusive, na arquibancada, o grito irrestrito de “COXA” contagia multidões, como um mantra, é uma das armas do clube contra os seus adversários. Esse grito, que começa sem ter hora para acabar, é capaz de mudar uma partida, de fazer um gol, faz parte da alma e da personalidade do Coritiba.