Em contagem regressiva
Emerson sente novamente o gostinho de atuar com a camisa coxa-branca e aguarda ansioso a volta em competições
Há 13 anos - 30/06/2013 18:04
Em contagem regressiva
Observar, avaliar, testar situações que normalmente não poderiam ser feitas em uma partida oficial, assim a comissão técnica e grupo coritibano encararam a partida de ontem, um amistoso com a equipe do Figueiresne no Eco Estádio. Mas neste ambiente do jogo treino não faltou seriedade e o empenho de Coxa e Figueira, que surpreenderam quem esperava uma partida morna. Melhor para o zagueiro Emerson, que ponde contar com o cenário ideal e fazer sua prévia de retorno aos campos após período de tratamento de uma rara fratura no osso sesamóide do pé.

O zagueiro entrou na partida de ontem no lugar de Chico e atuou até o final. Mesmo ciente de ter ainda mais para evoluir tanto fisicamente quanto na parte técnica, Emerson  gostou do teste, confirmando sua boa recuperação clínica.

“Foi excelente o amistoso de ontem. É evidente que o Coritiba joga para ganhar, mas nesse caso não há razão para nos preocuparmos com placar, foi um jogo treino e minha vitória, por exemplo, foi ter experimentado uma condição real de jogo. Outro fator muito positivo foi para a comissão técnica, o Marquinhos fez posicionamentos táticos diferentes em condições muito parecidas com o que encontramos em campos do campeonato”, analisou o zagueiro.

Emerson sofreu uma fratura do osso do pé em um lance de jogo contra o Grêmio, pela Copa Sul-Americana do anos passado. Em outubro, ele teve que passar por uma cirurgia de fixação da fratura. O tratamento ocorreu de acordo com os procedimentos definidos pela equipe do Centro de Excelência do Esporte do Coritiba (CEECOR) e seu retorno obedece os protocolos da equipe de médicos, fisioterapeutas e preparadores físicos do Coritiba.

“Foi um longo período. Infelizmente foi uma fatalidade, um lance de jogo, e sofri a fratura, que é rara no esporte e difícil de ser tratada. Aconteceu, não há o que lamentar, apenas agradecer a toda a equipe do Coritiba que sempre teve zelo e respeito comigo, como atleta e como pessoa. Agora é pensar no restante desta temporada, temos muito o que fazer”, resumiu Emerson.

“Voltamos em um momento no qual todas as equipe estão mirando o Coritiba. Isso torna tudo mais difícil, mas também desafiador e uma situação esperada para quem almeja o que nós almejamos. E isto é um fator que empolga, pois temos um grupo muito profissionais e ambicioso”, avalia e complementa: “as equipes se fortaleceram neste período de treinamentos, algumas trouxeram novos atletas, como é o nosso caso, outras a oportunidade de treinamentos, por isso acho que o campeonato volta ainda melhor. E não escondemos, temos um objetivo, estar entre os primeiros”.
Em contagem regressiva
Emerson sente novamente o gostinho de atuar com a camisa coxa-branca e aguarda ansioso a volta em competições
Há 13 anos - 30/06/2013 18:04
Em contagem regressiva
Observar, avaliar, testar situações que normalmente não poderiam ser feitas em uma partida oficial, assim a comissão técnica e grupo coritibano encararam a partida de ontem, um amistoso com a equipe do Figueiresne no Eco Estádio. Mas neste ambiente do jogo treino não faltou seriedade e o empenho de Coxa e Figueira, que surpreenderam quem esperava uma partida morna. Melhor para o zagueiro Emerson, que ponde contar com o cenário ideal e fazer sua prévia de retorno aos campos após período de tratamento de uma rara fratura no osso sesamóide do pé.

O zagueiro entrou na partida de ontem no lugar de Chico e atuou até o final. Mesmo ciente de ter ainda mais para evoluir tanto fisicamente quanto na parte técnica, Emerson  gostou do teste, confirmando sua boa recuperação clínica.

“Foi excelente o amistoso de ontem. É evidente que o Coritiba joga para ganhar, mas nesse caso não há razão para nos preocuparmos com placar, foi um jogo treino e minha vitória, por exemplo, foi ter experimentado uma condição real de jogo. Outro fator muito positivo foi para a comissão técnica, o Marquinhos fez posicionamentos táticos diferentes em condições muito parecidas com o que encontramos em campos do campeonato”, analisou o zagueiro.

Emerson sofreu uma fratura do osso do pé em um lance de jogo contra o Grêmio, pela Copa Sul-Americana do anos passado. Em outubro, ele teve que passar por uma cirurgia de fixação da fratura. O tratamento ocorreu de acordo com os procedimentos definidos pela equipe do Centro de Excelência do Esporte do Coritiba (CEECOR) e seu retorno obedece os protocolos da equipe de médicos, fisioterapeutas e preparadores físicos do Coritiba.

“Foi um longo período. Infelizmente foi uma fatalidade, um lance de jogo, e sofri a fratura, que é rara no esporte e difícil de ser tratada. Aconteceu, não há o que lamentar, apenas agradecer a toda a equipe do Coritiba que sempre teve zelo e respeito comigo, como atleta e como pessoa. Agora é pensar no restante desta temporada, temos muito o que fazer”, resumiu Emerson.

“Voltamos em um momento no qual todas as equipe estão mirando o Coritiba. Isso torna tudo mais difícil, mas também desafiador e uma situação esperada para quem almeja o que nós almejamos. E isto é um fator que empolga, pois temos um grupo muito profissionais e ambicioso”, avalia e complementa: “as equipes se fortaleceram neste período de treinamentos, algumas trouxeram novos atletas, como é o nosso caso, outras a oportunidade de treinamentos, por isso acho que o campeonato volta ainda melhor. E não escondemos, temos um objetivo, estar entre os primeiros”.