Presidente do Coritiba pede mudança urgente na legislação
Vilson Ribeiro de Andrade defende penalização técnica para os clubes que não pagam suas dívidas
Há 13 anos - 13/06/2013 13:47
Presidente do Coritiba pede mudança urgente na legislação
O presidente do Coritiba, Vilson Ribeiro de Andrade, disse ontem, em Curitiba, que o futebol brasileiro precisa mudar a atual legislação, preservando os ganhos conquistados, mas adequando-a à modernidade do esporte. Tudo isto, por meio de calendários mais racionais que atendam aos interesses dos clubes, principalmente os clubes formadores de atletas, e de forma que seus investimentos sejam protegidos. Ribeiro de Andrade fez essas declarações na Assembleia Legislativa do Paraná, em seu discurso de agradecimento à homenagem que o Clube recebeu dos deputados pela conquista do Tetracampeonato estadual.

Em seu pronunciamento, Vilson Ribeiro de Andrade fez uma análise da atual conjuntura do futebol brasileiro, abordando os temas que considera mais preocupantes, desde a legislação, o papel dos empresários de atletas, o passivo dos clubes, até a questão do uso de dinheiro público nas  arenas que vão abrigar os jogos da Copa do Mundo de 2014. “A figura do agente dos atletas deve ser repensada, para evitar a dependência dos clubes, e para expurgar os maus profissionais”, afirmou.

Para ele, um dos problemas mais sérios, é das dívidas. “O passivo dos clubes deve ser analisado seriamente para que sejam encontradas soluções saneadoras, no sentido de viabilizarmos o futuro do futebol brasileiro. Neste caso, saneado este passivo com o alongamento das dívidas, os clubes que não cumprirem suas obrigações deverão ser punidos tecnicamente.

O investimento publico nas arenas da copa, segundo Ribeiro de Andrade, “cria situação discriminatória aos clubes que não foram contemplados por estas benesses. Coloca-se no futebol brasileiro uma situação de privilégio,  ferindo o princípio básico constitucional da isonomia”, acrescentou.

Por fim, o presidente do Coritiba  disse que “a criatividade, ousadia e contribuição dos torcedores serão a única arma para combater estes privilégios.”
Presidente do Coritiba pede mudança urgente na legislação
Vilson Ribeiro de Andrade defende penalização técnica para os clubes que não pagam suas dívidas
Há 13 anos - 13/06/2013 13:47
Presidente do Coritiba pede mudança urgente na legislação
O presidente do Coritiba, Vilson Ribeiro de Andrade, disse ontem, em Curitiba, que o futebol brasileiro precisa mudar a atual legislação, preservando os ganhos conquistados, mas adequando-a à modernidade do esporte. Tudo isto, por meio de calendários mais racionais que atendam aos interesses dos clubes, principalmente os clubes formadores de atletas, e de forma que seus investimentos sejam protegidos. Ribeiro de Andrade fez essas declarações na Assembleia Legislativa do Paraná, em seu discurso de agradecimento à homenagem que o Clube recebeu dos deputados pela conquista do Tetracampeonato estadual.

Em seu pronunciamento, Vilson Ribeiro de Andrade fez uma análise da atual conjuntura do futebol brasileiro, abordando os temas que considera mais preocupantes, desde a legislação, o papel dos empresários de atletas, o passivo dos clubes, até a questão do uso de dinheiro público nas  arenas que vão abrigar os jogos da Copa do Mundo de 2014. “A figura do agente dos atletas deve ser repensada, para evitar a dependência dos clubes, e para expurgar os maus profissionais”, afirmou.

Para ele, um dos problemas mais sérios, é das dívidas. “O passivo dos clubes deve ser analisado seriamente para que sejam encontradas soluções saneadoras, no sentido de viabilizarmos o futuro do futebol brasileiro. Neste caso, saneado este passivo com o alongamento das dívidas, os clubes que não cumprirem suas obrigações deverão ser punidos tecnicamente.

O investimento publico nas arenas da copa, segundo Ribeiro de Andrade, “cria situação discriminatória aos clubes que não foram contemplados por estas benesses. Coloca-se no futebol brasileiro uma situação de privilégio,  ferindo o princípio básico constitucional da isonomia”, acrescentou.

Por fim, o presidente do Coritiba  disse que “a criatividade, ousadia e contribuição dos torcedores serão a única arma para combater estes privilégios.”