Atletas da base se adaptam ao calendário do profissional
Recém promovidos ao time principal vivem nova realidade atuando até três vezes na mesma semana
Há 13 anos - 20/09/2013 22:15
Atletas da base se adaptam ao calendário do profissional

O Coritiba embarcou no início da tarde desta sexta-feira (20) para o Rio de Janeiro, onde amanhã enfrenta o Fluminense, em partida válida pela 23a rodada do Campeonato Brasileiro de 2013. A delegação composta por 20 atletas conta nada mais nada menos sete jogadores formados nas categorias de base do clube.

Alguns desses jogadores oriundos das categorias de base ainda vivem o chamado processo de transição, que consiste no período em que o atleta ainda possui idade para atuar nas equipes mais novas, no entanto, já passa a participar das atividades do time profissional.

Nesse período de transição as mudanças na rotina do atleta que passa a viver o dia a dia do futebol profissional são inúmeras. Nas equipes de formação o número de jogos disputados é bem menor se comparados aos do time principal. Até aqui, a equipe Sub-20 do Coxa entrou em campo 24 vezes em partidas oficias, contra 51 atuações do profissional.

“O que nós fazemos por meio de um programa de integração, de um sistema, é de acompanhar os atletas, em número de jogos. Fazemos isso inclusive com os jogadores que são do clube, mas estão emprestados”, disse o preparador físico do Coritiba, Glydiston Ananias.

A equipe de base do Coritiba que mais atuou na temporada foi a Sub-17. O time que conquistou o Torneio Internacional de Gradisca, na Itália e o Paranaense da categoria entrou em campo 39 vezes no ano, 12 a menos que o profissional até aqui.

“Normalmente nós trabalhamos de maneira mais tranquila, até porque o número de jogos é menor que o profissional, quase sempre com uma partida por semana. Mesmo assim neste ano enfrentamos em agosto uma sequência de vários jogos seguidos, com os Atle-Tibas das semifinais e jogos eliminatórios da Copa do Brasil, percebemos o quanto é difícil manter os atletas atuando da mesma maneira”, disse o preparador da equipe Sub-17 do Coritiba, Tiago Ferreira.

Maratona de jogos não para

A sequência de jogos do Coxa na temporada segue pesada. Nos próximos oito dias, o Alviverde tem três partidas (Fluminense, Itagui e Náutico). Contando com o duelo contra o Flamengo, marcado para o dia 02 de outubro serão 10 partidas no período de 30 dias, média um jogo a cada três dias.

Para que os garotos que vieram da categoria de base não sintam de maneira intensa o grande número de jogos, a comissão técnica realiza um trabalho diferenciado junto a esses atletas.

“Temos um trabalho integrado de musculação, claro respeitando o desenvolvimento de cada categoria. Quando eles chegam na categoria profissional, nós adaptamos as cargas de treino, as de jogos, porque é muito diferente o ritmo do profissional. A suplementação é um fator importante nesse sentido”, finalizou Ananias.

Atletas da base se adaptam ao calendário do profissional
Recém promovidos ao time principal vivem nova realidade atuando até três vezes na mesma semana
Há 13 anos - 20/09/2013 22:15
Atletas da base se adaptam ao calendário do profissional

O Coritiba embarcou no início da tarde desta sexta-feira (20) para o Rio de Janeiro, onde amanhã enfrenta o Fluminense, em partida válida pela 23a rodada do Campeonato Brasileiro de 2013. A delegação composta por 20 atletas conta nada mais nada menos sete jogadores formados nas categorias de base do clube.

Alguns desses jogadores oriundos das categorias de base ainda vivem o chamado processo de transição, que consiste no período em que o atleta ainda possui idade para atuar nas equipes mais novas, no entanto, já passa a participar das atividades do time profissional.

Nesse período de transição as mudanças na rotina do atleta que passa a viver o dia a dia do futebol profissional são inúmeras. Nas equipes de formação o número de jogos disputados é bem menor se comparados aos do time principal. Até aqui, a equipe Sub-20 do Coxa entrou em campo 24 vezes em partidas oficias, contra 51 atuações do profissional.

“O que nós fazemos por meio de um programa de integração, de um sistema, é de acompanhar os atletas, em número de jogos. Fazemos isso inclusive com os jogadores que são do clube, mas estão emprestados”, disse o preparador físico do Coritiba, Glydiston Ananias.

A equipe de base do Coritiba que mais atuou na temporada foi a Sub-17. O time que conquistou o Torneio Internacional de Gradisca, na Itália e o Paranaense da categoria entrou em campo 39 vezes no ano, 12 a menos que o profissional até aqui.

“Normalmente nós trabalhamos de maneira mais tranquila, até porque o número de jogos é menor que o profissional, quase sempre com uma partida por semana. Mesmo assim neste ano enfrentamos em agosto uma sequência de vários jogos seguidos, com os Atle-Tibas das semifinais e jogos eliminatórios da Copa do Brasil, percebemos o quanto é difícil manter os atletas atuando da mesma maneira”, disse o preparador da equipe Sub-17 do Coritiba, Tiago Ferreira.

Maratona de jogos não para

A sequência de jogos do Coxa na temporada segue pesada. Nos próximos oito dias, o Alviverde tem três partidas (Fluminense, Itagui e Náutico). Contando com o duelo contra o Flamengo, marcado para o dia 02 de outubro serão 10 partidas no período de 30 dias, média um jogo a cada três dias.

Para que os garotos que vieram da categoria de base não sintam de maneira intensa o grande número de jogos, a comissão técnica realiza um trabalho diferenciado junto a esses atletas.

“Temos um trabalho integrado de musculação, claro respeitando o desenvolvimento de cada categoria. Quando eles chegam na categoria profissional, nós adaptamos as cargas de treino, as de jogos, porque é muito diferente o ritmo do profissional. A suplementação é um fator importante nesse sentido”, finalizou Ananias.