Lar coxa-branca comemora oito décadas de esforço e dedicação da nação alviverde
Há 13 anos - 20/11/2012 12:57
Foi no dia 20 de novembro de 1932, exatamente há 80 anos, que a cidade de Curitiba ganhou um dos mais tradicionais cartões postais, a casa do Coritiba, o então Estádio Belfort Duarte. No nome, uma homenagem ao zagueiro do América-RJ – adversário da estreia – que jamais cometeu uma única falta grave nas partidas que jogou. Na prática a realização de um sonho, com a força e união de todos os coxas-brancas, o Coritiba ganhou um lar exclusivamente seu que em 2012 completa seus 80 anos.
No primeiro dia de atividades na nova casa, a nação alviverde da década de 30 prestigiou jogos de várias categorias e acompanhou com uma mistura de surpresa e alegria a chegada da primeira bola utilizada no Belfort Duarte, a qual sobrevoou o estádio de avião antes de fazer parte da festa.
Ainda na década de 30, o estádio do Coritiba ganhou novos locais para acomodar a torcida alviverde que não parava de crescer. Nessa época, foi construída a arquibancada de madeira da Mauá. Em 1942, o estádio Belfort Duarte recebeu a iluminação artificial e a reta da Mauá já era um dos locais mais disputados e queridos do torcedor coritibano.
Alguns anos mais tarde, o então presidente Aryon Cornelsen trouxe para o Coritiba a ideia do Bolo Esportivo, utilizado na construção do Maracanã. O mecanismo era uma espécie de loteria, na qual o torcedor participava, concorria a prêmios e ajudava o clube na construção do novo estádio. Graças ao esforço e contribuição dos torcedores, Cornelsen conseguiu idealizar e construir o grande estádio de concreto, que homenageou Major Antônio Couto Pereira, responsável pelo erguimento do Belfort Duarte.
Em meados dos anos 70, a reta da Mauá deixou de ser de madeira e foi incorporada ao gigante de concreto armado – expressão eternizada na voz de Lombarde Júnior. Já em 2004, a reta da Mauá ganhou novo visual, com a colocação das novas cadeiras.
Agora em 2012, a nação alviverde comemora os 80 anos do estádio já com uma novidade anunciada no último aniversário do clube. A construção da nova Mauá, com modernos recursos e novidades para os torcedores coxas-brancas, aprimorando ainda mais o Gigante de Concreto Armado.
Confira o vídeo da evolução do Couto Pereira:
http://youtu.be/5esjsjEfzro
Gigante de concreto armado completa 80 anos
Lar coxa-branca comemora oito décadas de esforço e dedicação da nação alviverde
Há 13 anos - 20/11/2012 12:57
Foi no dia 20 de novembro de 1932, exatamente há 80 anos, que a cidade de Curitiba ganhou um dos mais tradicionais cartões postais, a casa do Coritiba, o então Estádio Belfort Duarte. No nome, uma homenagem ao zagueiro do América-RJ – adversário da estreia – que jamais cometeu uma única falta grave nas partidas que jogou. Na prática a realização de um sonho, com a força e união de todos os coxas-brancas, o Coritiba ganhou um lar exclusivamente seu que em 2012 completa seus 80 anos.
No primeiro dia de atividades na nova casa, a nação alviverde da década de 30 prestigiou jogos de várias categorias e acompanhou com uma mistura de surpresa e alegria a chegada da primeira bola utilizada no Belfort Duarte, a qual sobrevoou o estádio de avião antes de fazer parte da festa.
Ainda na década de 30, o estádio do Coritiba ganhou novos locais para acomodar a torcida alviverde que não parava de crescer. Nessa época, foi construída a arquibancada de madeira da Mauá. Em 1942, o estádio Belfort Duarte recebeu a iluminação artificial e a reta da Mauá já era um dos locais mais disputados e queridos do torcedor coritibano.
Alguns anos mais tarde, o então presidente Aryon Cornelsen trouxe para o Coritiba a ideia do Bolo Esportivo, utilizado na construção do Maracanã. O mecanismo era uma espécie de loteria, na qual o torcedor participava, concorria a prêmios e ajudava o clube na construção do novo estádio. Graças ao esforço e contribuição dos torcedores, Cornelsen conseguiu idealizar e construir o grande estádio de concreto, que homenageou Major Antônio Couto Pereira, responsável pelo erguimento do Belfort Duarte.
Em meados dos anos 70, a reta da Mauá deixou de ser de madeira e foi incorporada ao gigante de concreto armado – expressão eternizada na voz de Lombarde Júnior. Já em 2004, a reta da Mauá ganhou novo visual, com a colocação das novas cadeiras.
Agora em 2012, a nação alviverde comemora os 80 anos do estádio já com uma novidade anunciada no último aniversário do clube. A construção da nova Mauá, com modernos recursos e novidades para os torcedores coxas-brancas, aprimorando ainda mais o Gigante de Concreto Armado.