Sócio há mais de 40 anos e acompanhando o Coritiba desde 1936, Edenir Linder é um torcedor que vivenciou grande parte da história do Coxa e completa 90 anos de idade neste dia 05 de fevereiro. Atualmente, é das cadeiras inferiores que o sócio acompanha os jogos disputados no Couto Pereira, deixando de comparecer apenas nos dias de chuva e frio intenso.
O estádio do Alviverde já é bem conhecido pelo torcedor. Ao longo de todos estes anos, ele acompanhou a evolução da casa do Coxa. “Hoje o Couto está muito bonito. Antes era tudo de madeira”, relembra. Era no estádio que ele também acompanhava os treinos do time. Linder conta que saia do trabalho e ia direto assistir aos treinamentos.
Mas não foram só nos jogos em casa que ele sempre marcou presença. Quando era mais novo, o torcedor viajava para o interior para apoiar o Verdão. A dedicação de anos ao Coritiba ele resume em poucas palavras: “Amor pelo time”.
Linder presenciou muitos jogos, mas um é especial. A partida que ele elege como a mais marcante de sua vida foi diante do Atlético Paranaense, pelo Campeonato Paranaense de 1978. Depois de três jogos entre as equipes sem ninguém balançar a rede, o Coxa sagrou-se campeão na disputa de pênaltis.
Durante os vários jogos que acompanhou na vida, o torcedor viu diversos atletas jogando no gramado do Alto da Glória. “Eu vi grandes jogadores passarem pelo Couto, como o Pelé. Assisti eles ao vivo”, conta. E ele também tem a sua lista de jogadores preferidos. Dos que já passaram pelo clube, Fedato é o mais lembrado por Linder. Do elenco atual, o sócio destaca como seus preferidos o goleiro Vanderlei, o zagueiro Luccas Claro e o meia Alex. Sobre o início da carreira do menino de ouro ele ainda acrescentou: “já tinha talento. Era um guri bom de bola”.
O comportamento da torcida também mudou para o antigo torcedor coxa-branca. “Antigamente as brigas não existiam”, afirmou. O sócio conta que no seu tempo também não existiam vaias e que hoje as pessoas não aceitam perder. “Em toda partida existem três possibilidades: ganhar, empatar ou perder. Mas o torcedor quer vencer sempre”, disse.
Mesmo já tendo passado mal duas vezes no estádio o sócio não consegue ficar longe do Couto Pereira. “Eu gosto de ir, primeiramente, para ver o jogo. E também para ver os amigos e encontrar as pessoas que eu não via há algum tempo”, contou o sócio.
E os sonhos do coxa-branca com o seu time de coração continuam ainda vivos. “Antes eu queria ver a virada do século. E vi! Agora, o meu sonho é ver o Setor Pro-Tork pronto. Também espero ver o Coritiba bicampeão brasileiro”, disse Linder, admirado com a evolução das obras no Couto Pereira.
Amor que ultrapassa gerações
Edenir Linder tem duas filhas, três netos e uma bisneta e um amor em comum. Ele afirma: “na família todos são coxas-brancas”. Cassiana Linder Schane, uma das netas, conta que sempre teve uma relação bem próxima com o time. “Venho ao Couto desde os 13 anos. Sou sócia desde 1998, ganhei o plano de presente quando passei no vestibular”, afirmou.
Cassiana está presente na maioria dos jogos do Alviverde, contando com a companhia do seu avô. Ela recorda momentos que os dois presenciaram juntos. “Eu era pequena em 1985. Mas me lembro da alegria dele e do meu irmão depois do título”, disse a torcedora.
A sócia cresceu presenciando o amor do avô pelo clube. “Sempre me contavam que ele voltou para casa várias vezes com o carro guinchado por perder as chaves no estádio”, relembra. E termina falando sobre o que representa o seu avô: “ele inspira!”








Sócio há mais de 40 anos e acompanhando o Coritiba desde 1936, Edenir Linder é um torcedor que vivenciou grande parte da história do Coxa e completa 90 anos de idade neste dia 05 de fevereiro. Atualmente, é das cadeiras inferiores que o sócio acompanha os jogos disputados no Couto Pereira, deixando de comparecer apenas nos dias de chuva e frio intenso.
O estádio do Alviverde já é bem conhecido pelo torcedor. Ao longo de todos estes anos, ele acompanhou a evolução da casa do Coxa. “Hoje o Couto está muito bonito. Antes era tudo de madeira”, relembra. Era no estádio que ele também acompanhava os treinos do time. Linder conta que saia do trabalho e ia direto assistir aos treinamentos.
Mas não foram só nos jogos em casa que ele sempre marcou presença. Quando era mais novo, o torcedor viajava para o interior para apoiar o Verdão. A dedicação de anos ao Coritiba ele resume em poucas palavras: “Amor pelo time”.
Linder presenciou muitos jogos, mas um é especial. A partida que ele elege como a mais marcante de sua vida foi diante do Atlético Paranaense, pelo Campeonato Paranaense de 1978. Depois de três jogos entre as equipes sem ninguém balançar a rede, o Coxa sagrou-se campeão na disputa de pênaltis.
Durante os vários jogos que acompanhou na vida, o torcedor viu diversos atletas jogando no gramado do Alto da Glória. “Eu vi grandes jogadores passarem pelo Couto, como o Pelé. Assisti eles ao vivo”, conta. E ele também tem a sua lista de jogadores preferidos. Dos que já passaram pelo clube, Fedato é o mais lembrado por Linder. Do elenco atual, o sócio destaca como seus preferidos o goleiro Vanderlei, o zagueiro Luccas Claro e o meia Alex. Sobre o início da carreira do menino de ouro ele ainda acrescentou: “já tinha talento. Era um guri bom de bola”.
O comportamento da torcida também mudou para o antigo torcedor coxa-branca. “Antigamente as brigas não existiam”, afirmou. O sócio conta que no seu tempo também não existiam vaias e que hoje as pessoas não aceitam perder. “Em toda partida existem três possibilidades: ganhar, empatar ou perder. Mas o torcedor quer vencer sempre”, disse.
Mesmo já tendo passado mal duas vezes no estádio o sócio não consegue ficar longe do Couto Pereira. “Eu gosto de ir, primeiramente, para ver o jogo. E também para ver os amigos e encontrar as pessoas que eu não via há algum tempo”, contou o sócio.
E os sonhos do coxa-branca com o seu time de coração continuam ainda vivos. “Antes eu queria ver a virada do século. E vi! Agora, o meu sonho é ver o Setor Pro-Tork pronto. Também espero ver o Coritiba bicampeão brasileiro”, disse Linder, admirado com a evolução das obras no Couto Pereira.
Amor que ultrapassa gerações
Edenir Linder tem duas filhas, três netos e uma bisneta e um amor em comum. Ele afirma: “na família todos são coxas-brancas”. Cassiana Linder Schane, uma das netas, conta que sempre teve uma relação bem próxima com o time. “Venho ao Couto desde os 13 anos. Sou sócia desde 1998, ganhei o plano de presente quando passei no vestibular”, afirmou.
Cassiana está presente na maioria dos jogos do Alviverde, contando com a companhia do seu avô. Ela recorda momentos que os dois presenciaram juntos. “Eu era pequena em 1985. Mas me lembro da alegria dele e do meu irmão depois do título”, disse a torcedora.
A sócia cresceu presenciando o amor do avô pelo clube. “Sempre me contavam que ele voltou para casa várias vezes com o carro guinchado por perder as chaves no estádio”, relembra. E termina falando sobre o que representa o seu avô: “ele inspira!”







