Nessa quarta-feira (19), o menino de ouro do Coxa completou o milésimo jogo de sua carreira. A partida comemorativa aconteceu no Couto Pereira, contra o J.Malucelli, pelo Campeonato Paranaense. E neste jogo histórico, um dos sócios do Verdão levou para casa um presente muito especial.
Adilson Baltazar Farinhas, de 54 anos, foi presenteado com a camisa do jogo mil do meia do Coritiba. E o sócio garante que a camisa já tem lugar reservado. “Vai ficar guardada, junto com as outras. Mas essa merece um lugar de destaque”, comentou Farinhas.
O sócio conta que acompanha o Alviverde desde 1970 e que estava presente quando o craque foi apresentado novamente ao clube.
A ação do time surpreendeu o torcedor, que quando leu a notícia de que haveria o sorteio da camisa nem pensou que poderia ser o premiado. “Quando abri o site, pensei: poxa, só uma camisa? Hoje deveria ter umas 50”, contou o sócio.
Sobre o camisa 10 do Coxa ele não escondeu a admiração. “É um craque. Um dos poucos que se pode guardar na memória como sendo um craque”, afirmou. E receber a camisa do jogador em um dia tão especial é uma sensação resumida em poucas palavras. “É muita emoção. Inexplicável”, finalizou o coxa- branca.
Nessa quarta-feira (19), o menino de ouro do Coxa completou o milésimo jogo de sua carreira. A partida comemorativa aconteceu no Couto Pereira, contra o J.Malucelli, pelo Campeonato Paranaense. E neste jogo histórico, um dos sócios do Verdão levou para casa um presente muito especial.
Adilson Baltazar Farinhas, de 54 anos, foi presenteado com a camisa do jogo mil do meia do Coritiba. E o sócio garante que a camisa já tem lugar reservado. “Vai ficar guardada, junto com as outras. Mas essa merece um lugar de destaque”, comentou Farinhas.
O sócio conta que acompanha o Alviverde desde 1970 e que estava presente quando o craque foi apresentado novamente ao clube.
A ação do time surpreendeu o torcedor, que quando leu a notícia de que haveria o sorteio da camisa nem pensou que poderia ser o premiado. “Quando abri o site, pensei: poxa, só uma camisa? Hoje deveria ter umas 50”, contou o sócio.
Sobre o camisa 10 do Coxa ele não escondeu a admiração. “É um craque. Um dos poucos que se pode guardar na memória como sendo um craque”, afirmou. E receber a camisa do jogador em um dia tão especial é uma sensação resumida em poucas palavras. “É muita emoção. Inexplicável”, finalizou o coxa- branca.