Vinte e nove anos atrás, o torcedor coxa-branca vivia a expectativa de estar muito próximo de ver o time disputar uma final de Campeonato Brasileiro. Isto porque no dia 24 de julho de 1985, o Coritiba venceu o Atlético-MG por 1 a 0, em Curitiba e abriu vantagem na semifinal do Brasileiro. O jogo de volta aconteceria quatro dias depois, dia 28, em Belo Horizonte.
Entre um jogo e outro a metade verde e branca curitibana viveu dias quase intermináveis de tanta expectativa. Todos se perguntavam se após encantar o país na década de 70, conquistar o Torneio do Povo, uma sequência de títulos estaduais, seria ou não a hora de Coritiba lutar pelo título brasileiro em uma grande final.
Dentro de campo um time que se superava a cada partida. Após um começo de Campeonato Brasileiro ruim, o Alviverde conseguiu a classificação para a fase seguinte de maneira quase heroica e a partir daí ganhou corpo na competição.
Ao final da partida contra o Atlético-MG no Couto Pereira, o então lateral esquerdo da equipe coxa-branca, Dida, dava o tom de como jogava o Coritiba de Ênio Andrade, que naquele momento estava a apenas dois jogos de entrar para a história.
“Nós corremos um pelo o outro e tenho certeza que se jogarmos dessa maneira no Mineirão nós vamos sair com a classificação e fazer essa final”, disse Dida, ainda no vestiário do Alto da Glória.
A história que foi escrita dia 28 de julho todos já sabem, um 0 a 0 dramático, com direito a uma defesa antológica do goleiro Rafael Cammarota. Utilizando a "jogadeira" o Coritiba conquistou a sonhada classificação para a decisão do Campeonato Brasileiro de 1985.
Vinte e nove anos atrás, o torcedor coxa-branca vivia a expectativa de estar muito próximo de ver o time disputar uma final de Campeonato Brasileiro. Isto porque no dia 24 de julho de 1985, o Coritiba venceu o Atlético-MG por 1 a 0, em Curitiba e abriu vantagem na semifinal do Brasileiro. O jogo de volta aconteceria quatro dias depois, dia 28, em Belo Horizonte.
Entre um jogo e outro a metade verde e branca curitibana viveu dias quase intermináveis de tanta expectativa. Todos se perguntavam se após encantar o país na década de 70, conquistar o Torneio do Povo, uma sequência de títulos estaduais, seria ou não a hora de Coritiba lutar pelo título brasileiro em uma grande final.
Dentro de campo um time que se superava a cada partida. Após um começo de Campeonato Brasileiro ruim, o Alviverde conseguiu a classificação para a fase seguinte de maneira quase heroica e a partir daí ganhou corpo na competição.
Ao final da partida contra o Atlético-MG no Couto Pereira, o então lateral esquerdo da equipe coxa-branca, Dida, dava o tom de como jogava o Coritiba de Ênio Andrade, que naquele momento estava a apenas dois jogos de entrar para a história.
“Nós corremos um pelo o outro e tenho certeza que se jogarmos dessa maneira no Mineirão nós vamos sair com a classificação e fazer essa final”, disse Dida, ainda no vestiário do Alto da Glória.
A história que foi escrita dia 28 de julho todos já sabem, um 0 a 0 dramático, com direito a uma defesa antológica do goleiro Rafael Cammarota. Utilizando a "jogadeira" o Coritiba conquistou a sonhada classificação para a decisão do Campeonato Brasileiro de 1985.