Craques de gerações diferentes, Dirceu Krüger, Ronaldo “Lobisomen” e Rene Weldt, presentearam torcida coxa-branca com histórias que marcaram o Coritiba
Há 14 anos - 12/10/2012 15:27
Muita emoção e lembranças de fatos que fazem parte da mais que centenária história do Coritiba. Esse foi o tom da Conversa com os Ídolos, evento que faz parte das comemorações dos 103 anos do Coxa. Batendo papo de uma maneira descontraída e divertida para coxas-brancas de todas as idades, que lotaram o Memorial do clube, Dirceu Krüger, Ronaldo “Lobisomen” e Rene Weldt, ídolos de gerações completamente distintas, presentearam de maneira especial os torcedores do Verdão.
Com 87 anos idade, Weldt foi companheiro de zaga de Fedatto e relembrou com uma certa nostalgia do time completo, do goleiro ao ponta esquerda, que conquistou os títulos estaduais de 1946 e 1947. “Joguei sete anos no Coritiba, sempre morei perto do Couto Pereira, quando criança pulava o muro para assistir aos treinos. Ser campeão pelo Coxa e jogar ao lado do Fedatto me enchem de orgulho”, disse o ex-zagueiro do Coritiba.
Já Ronaldo “Lobisomen”, que atuou no Alviverde no final da década de 80 e início dos anos 90, contou que chegou ao clube com a certeza de que conquistaria o bicampeonato brasileiro. “Quando cheguei ao clube, o Coritiba tinha um grande time, tinha toda certeza que aquele grupo conquistaria o bicampeonato brasileiro. Infelizmente na sequência aconteceu aquele fato de não jogarmos a partida contra o Santos, e fomos rebaixado na canetada”, relembrou o ex atacante.
Mais conhecido dos torcedores do Coritiba e funcionário do clube até hoje, Dirceu Krüger encanta a todos com sua simpatia e pelo seu amor eterno declarado ao Coxa. “Estar no Coritiba é sempre uma alegria, participar desse grande evento é uma satisfação muito grande” contou o “flecha loira”, ídolo do clube nos 70.
O bate papo com os craques que fazem parte da história do Verdão emocionou os torcedores presentes no memorial. Famílias inteiras acompanharam de perto o evento. “Era adolescente quando o Krüger jogava, quer dizer, dava show aqui neste estádio. Estou muito feliz de dar ao meu filho a oportunidade de conhecer e ouvir as histórias desses homens que honraram a camisa do Coritiba”, comemorou Carlos Eduardo Favoretto.
“Muito bacana ouvir eles e saber um pouco mais sobre a história do clube. Não sabia que tínhamos sidos rebaixados por não jogar contra o Santos”, finalizou Matheus Favoretto, de apenas 12 anos.
Conversa com Ídolos emociona torcida coxa-branca
Craques de gerações diferentes, Dirceu Krüger, Ronaldo “Lobisomen” e Rene Weldt, presentearam torcida coxa-branca com histórias que marcaram o Coritiba
Há 14 anos - 12/10/2012 15:27
Muita emoção e lembranças de fatos que fazem parte da mais que centenária história do Coritiba. Esse foi o tom da Conversa com os Ídolos, evento que faz parte das comemorações dos 103 anos do Coxa. Batendo papo de uma maneira descontraída e divertida para coxas-brancas de todas as idades, que lotaram o Memorial do clube, Dirceu Krüger, Ronaldo “Lobisomen” e Rene Weldt, ídolos de gerações completamente distintas, presentearam de maneira especial os torcedores do Verdão.
Com 87 anos idade, Weldt foi companheiro de zaga de Fedatto e relembrou com uma certa nostalgia do time completo, do goleiro ao ponta esquerda, que conquistou os títulos estaduais de 1946 e 1947. “Joguei sete anos no Coritiba, sempre morei perto do Couto Pereira, quando criança pulava o muro para assistir aos treinos. Ser campeão pelo Coxa e jogar ao lado do Fedatto me enchem de orgulho”, disse o ex-zagueiro do Coritiba.
Já Ronaldo “Lobisomen”, que atuou no Alviverde no final da década de 80 e início dos anos 90, contou que chegou ao clube com a certeza de que conquistaria o bicampeonato brasileiro. “Quando cheguei ao clube, o Coritiba tinha um grande time, tinha toda certeza que aquele grupo conquistaria o bicampeonato brasileiro. Infelizmente na sequência aconteceu aquele fato de não jogarmos a partida contra o Santos, e fomos rebaixado na canetada”, relembrou o ex atacante.
Mais conhecido dos torcedores do Coritiba e funcionário do clube até hoje, Dirceu Krüger encanta a todos com sua simpatia e pelo seu amor eterno declarado ao Coxa. “Estar no Coritiba é sempre uma alegria, participar desse grande evento é uma satisfação muito grande” contou o “flecha loira”, ídolo do clube nos 70.
O bate papo com os craques que fazem parte da história do Verdão emocionou os torcedores presentes no memorial. Famílias inteiras acompanharam de perto o evento. “Era adolescente quando o Krüger jogava, quer dizer, dava show aqui neste estádio. Estou muito feliz de dar ao meu filho a oportunidade de conhecer e ouvir as histórias desses homens que honraram a camisa do Coritiba”, comemorou Carlos Eduardo Favoretto.
“Muito bacana ouvir eles e saber um pouco mais sobre a história do clube. Não sabia que tínhamos sidos rebaixados por não jogar contra o Santos”, finalizou Matheus Favoretto, de apenas 12 anos.