Muito calor, jogo intenso e diante de um adversário com atletas experientes. Um clima mais ameno, contra um novo adversário forte, com uma interessante proposta tática. Os jogos-treinos do Coritiba diante do Red Bull Brasil e Osasco Audax foram fundamentais para avaliação da comissão técnica em termos de preparação fisiológica.
Assim, em duas diferentes e intensas atmosferas, o Coxa começou a preparação para encarar a temporada de 2015. Atividades que simularam bem duas situações de jogo que o Alviverde pode enfrentar durante o estadual.
“Ontem nós enfrentamos o jogo em um calor intenso, que é o que provavelmente vamos enfrentar no interior do estado, como por exemplo, em Rolândia. Já a atividade de hoje em uma temperatura mais amena, foi semelhante com o que acontece em Curitiba”, analisou o preparador físico, Glydiston Ananias.
Dentro do próprio treinamento, os profissionais da comissão técnica monitoravam a condição dos atletas, e davam o suporte necessário para que à beira do campo, Marquinhos Santos pudesse orientar o time e definir possíveis alterações na própria equipe.
“Com o GPS nós temos a possibilidade de saber quem está sentindo mais ou menos os treinamentos. É claro que cada atleta responde de uma maneira diferente, por isso a importância de contar uma base de dados individual, que nos ajuda a direcionar separadamente a carga de treinamentos de cada jogador”, explicou Ananias.
Muito calor, jogo intenso e diante de um adversário com atletas experientes. Um clima mais ameno, contra um novo adversário forte, com uma interessante proposta tática. Os jogos-treinos do Coritiba diante do Red Bull Brasil e Osasco Audax foram fundamentais para avaliação da comissão técnica em termos de preparação fisiológica.
Assim, em duas diferentes e intensas atmosferas, o Coxa começou a preparação para encarar a temporada de 2015. Atividades que simularam bem duas situações de jogo que o Alviverde pode enfrentar durante o estadual.
“Ontem nós enfrentamos o jogo em um calor intenso, que é o que provavelmente vamos enfrentar no interior do estado, como por exemplo, em Rolândia. Já a atividade de hoje em uma temperatura mais amena, foi semelhante com o que acontece em Curitiba”, analisou o preparador físico, Glydiston Ananias.
Dentro do próprio treinamento, os profissionais da comissão técnica monitoravam a condição dos atletas, e davam o suporte necessário para que à beira do campo, Marquinhos Santos pudesse orientar o time e definir possíveis alterações na própria equipe.
“Com o GPS nós temos a possibilidade de saber quem está sentindo mais ou menos os treinamentos. É claro que cada atleta responde de uma maneira diferente, por isso a importância de contar uma base de dados individual, que nos ajuda a direcionar separadamente a carga de treinamentos de cada jogador”, explicou Ananias.