A delegação do Shukura Kobuleti, clube da Geórgia que esteve em Curitiba estreitando a parceria de cooperação do clube europeu com o Coxa, trouxe um sotaque diferente que foi ouvido nos últimos dias no Couto Pereira e no CT da Graciosa. Da visita, além de fortalecer o laço que começou em 2014, com a ida de Pachequinho para aquele país como um verdadeiro embaixador, surtiram os seus primeiros resultados com a confirmação do empréstimo de atletas do Coxa para disputar a Umaglesi Liga e o aperto de mão definitivo que permitem ao Coxa prospectar no mercado europeu e asiático, além de ter ao seu lado um clube que pode participar da próxima Liga Europa da UEFA.
A última reunião aconteceu nesta sexta-feira (13), na presidência do Coritiba e estiveram presentes o CEO de futebol do Coxa, João Paulo Medina, o vice-presidente Ricardo Guerra e o presidente alviverde Rogério Bacellar. O acordo de cooperação levará, em um primeiro momento, quatro atletas do Coxa para a Geórgia para disputar o segundo turno da liga georgiana. Os clubes esperam a definição de detalhes do acordo e outras questões burocráticas para então anunciar quais nomes passarão três meses defendendo o Shukura. A equipe parceira está a sete pontos de se classificar para a Liga Europa.
Ano passado o ídolo coxa-branca Pachequinho foi à Georgia, conheceu a estrutura de alguns clubes e, depois dessa visita, concedeu várias entrevistas para veículos de comunicação do país. A exposição suscitou o interesse do presidente do Shukura Kobuleti, Revaz Chelebadze. Ele procurou o representante alviverde para fazer uma parceria com o Coritiba.
“Primeiramente quero agradecer a diretoria do Coritiba, é uma grande honra estar no Brasil e no Coritiba, que tem grande história”, agradeceu o presidente do clube georgiano, Revaz Chelebadze, ex-jogador que atuou na União Soviética e em 1980 jogou no Marcanã, um amistoso com a Seleção Brasileira, de Zico, Sócrates e Junior.
“De acordo com nossa parceria, o Coritiba emprestará quatro atletas ao Shukura. E eu quero criar um time que busque participar da Liga Europa, com o apoio do Coritiba. E é um grande mercado que será aberto ao Coxa. Esses jogadores que serão emprestados continuarão pertencendo ao Coritiba, mas eles terão visibilidade no mercado europeu, principalmente no mercado russo, e assim valorizaremos também o Coritiba”, fez questão de valorizar Chelebadze.
“Pra mim é um prazer retornar ao Brasil. A última vez que eu vim para cá foi em 2013. Eu estive no Brasil desde 1999 e depois de seis meses comecei a trabalhar na Universidade Tuiuti. Pachequinho já conheço há 10 anos, foi nosso aluno na UTP. Sabia que era ídolo do Coritiba e acima de tudo, criou-se uma amizade entre nós que continua até hoje. Essa amizade entre nós ajuda muito a aproximar times europeus ao Coritiba”, reforçou Gocha Aladashvili, parceiro dos clubes nesta união.
O presidente do Coritiba ressaltou a importância da parceria fechada para ampliar a exposição da marca do Coritiba. “Buscamos também uma movimentação do Clube no mercado e que a cada dia nosso projeto de futebol torne-se mais sólido. Viabilizar contatos e fazer a negociação de atletas pra fora. Nós mostramos uma imagem positiva do Coritiba para o mundo e entramos diretamente em um ambiente promissor”, avaliou Rogério Bacellar.
Entendido com uma ação de longo prazo, o projeto que tende a abrir as postar do Coxa para o mercado do leste europeu e também de países da Ásia. “O grande objetivo das parcerias internacionais é abrir mercado no exterior. Todo esse processo de formação do atleta e da revelação de jogadores vai exigir que o Coritiba amplie esse mercado. Toda essa política de revelação que pretendemos implementar requer que busquemos outros mercados. E assim precisamos realizar algumas pontes pra conseguir levar atletas para o mercado europeu, que são os principais mercados do mundo”, destacou o conselheiro do Coritiba Pierre Boulos, atuante junto ao futebol de base coxa-branca.
A delegação do Shukura Kobuleti, clube da Geórgia que esteve em Curitiba estreitando a parceria de cooperação do clube europeu com o Coxa, trouxe um sotaque diferente que foi ouvido nos últimos dias no Couto Pereira e no CT da Graciosa. Da visita, além de fortalecer o laço que começou em 2014, com a ida de Pachequinho para aquele país como um verdadeiro embaixador, surtiram os seus primeiros resultados com a confirmação do empréstimo de atletas do Coxa para disputar a Umaglesi Liga e o aperto de mão definitivo que permitem ao Coxa prospectar no mercado europeu e asiático, além de ter ao seu lado um clube que pode participar da próxima Liga Europa da UEFA.
A última reunião aconteceu nesta sexta-feira (13), na presidência do Coritiba e estiveram presentes o CEO de futebol do Coxa, João Paulo Medina, o vice-presidente Ricardo Guerra e o presidente alviverde Rogério Bacellar. O acordo de cooperação levará, em um primeiro momento, quatro atletas do Coxa para a Geórgia para disputar o segundo turno da liga georgiana. Os clubes esperam a definição de detalhes do acordo e outras questões burocráticas para então anunciar quais nomes passarão três meses defendendo o Shukura. A equipe parceira está a sete pontos de se classificar para a Liga Europa.
Ano passado o ídolo coxa-branca Pachequinho foi à Georgia, conheceu a estrutura de alguns clubes e, depois dessa visita, concedeu várias entrevistas para veículos de comunicação do país. A exposição suscitou o interesse do presidente do Shukura Kobuleti, Revaz Chelebadze. Ele procurou o representante alviverde para fazer uma parceria com o Coritiba.
“Primeiramente quero agradecer a diretoria do Coritiba, é uma grande honra estar no Brasil e no Coritiba, que tem grande história”, agradeceu o presidente do clube georgiano, Revaz Chelebadze, ex-jogador que atuou na União Soviética e em 1980 jogou no Marcanã, um amistoso com a Seleção Brasileira, de Zico, Sócrates e Junior.
“De acordo com nossa parceria, o Coritiba emprestará quatro atletas ao Shukura. E eu quero criar um time que busque participar da Liga Europa, com o apoio do Coritiba. E é um grande mercado que será aberto ao Coxa. Esses jogadores que serão emprestados continuarão pertencendo ao Coritiba, mas eles terão visibilidade no mercado europeu, principalmente no mercado russo, e assim valorizaremos também o Coritiba”, fez questão de valorizar Chelebadze.
“Pra mim é um prazer retornar ao Brasil. A última vez que eu vim para cá foi em 2013. Eu estive no Brasil desde 1999 e depois de seis meses comecei a trabalhar na Universidade Tuiuti. Pachequinho já conheço há 10 anos, foi nosso aluno na UTP. Sabia que era ídolo do Coritiba e acima de tudo, criou-se uma amizade entre nós que continua até hoje. Essa amizade entre nós ajuda muito a aproximar times europeus ao Coritiba”, reforçou Gocha Aladashvili, parceiro dos clubes nesta união.
O presidente do Coritiba ressaltou a importância da parceria fechada para ampliar a exposição da marca do Coritiba. “Buscamos também uma movimentação do Clube no mercado e que a cada dia nosso projeto de futebol torne-se mais sólido. Viabilizar contatos e fazer a negociação de atletas pra fora. Nós mostramos uma imagem positiva do Coritiba para o mundo e entramos diretamente em um ambiente promissor”, avaliou Rogério Bacellar.
Entendido com uma ação de longo prazo, o projeto que tende a abrir as postar do Coxa para o mercado do leste europeu e também de países da Ásia. “O grande objetivo das parcerias internacionais é abrir mercado no exterior. Todo esse processo de formação do atleta e da revelação de jogadores vai exigir que o Coritiba amplie esse mercado. Toda essa política de revelação que pretendemos implementar requer que busquemos outros mercados. E assim precisamos realizar algumas pontes pra conseguir levar atletas para o mercado europeu, que são os principais mercados do mundo”, destacou o conselheiro do Coritiba Pierre Boulos, atuante junto ao futebol de base coxa-branca.