Foi com nove anos de idade que a torcedora Francine Halizak (27) entrou, pela primeira vez, no Couto Pereira. O amor pelo time é tradição de família. “Minha vó era Coxa e passou esse amor pro meu pai, ele vinha sempre pro Couto, desde criança, dava um jeito de ir”, contou.
Hoje quem não deixa de marcar presença nas arquibancadas do Couto Pereira é Francine, que aprendeu com o pai. Nem mesmo sua timidez a impede de torcer muito pelo Verdão. “Quando a gente está torcendo, a gente perde a vergonha pelo coxa, a gente se transforma. Só sentindo mesmo pra saber”, disse a coxa-branca.
Para ela, todos os jogos do Coxa são inesquecíveis, principalmente vitória em Atle-Tiba. Mas tem um jogo que Francine considera especial. "O dia em que o Coritiba ganhou o título da série B, no jogo contra o Santa Cruz. A virada nos últimos minutos, quando ninguém acreditava. Foi incrível!", lembrou.
Ela participou de uma ação do clube em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. Francine e mais cinco sócias estampam uma foto em homenagem a todas as mulheres. “Foi gratificante participar. A gente pensa “sou só mais uma no meio de tantos sócios". Mas eu não sou só mais uma. Está sendo muito bacana“, disse.
Mulheres no Couto
Neste domingo (08), o Coxa enfrenta o Londrina pela 7ª rodada do Paranaense 2015. Junto com o Espaço Torres, o Coxa promove uma ação especial exclusiva para o público feminino. Em todos os setores do estádio, o ingresso vai custar R$40.
As bilheterias do Couto já começam a vender as entradas para o jogo nesta sexta-feira (06).
Mulher coxa-branca, venha apoiar o Coxa e comemorar o Dia Internacional da Mulher. Não esqueça de vir com a camisa Green Hell.
Foi com nove anos de idade que a torcedora Francine Halizak (27) entrou, pela primeira vez, no Couto Pereira. O amor pelo time é tradição de família. “Minha vó era Coxa e passou esse amor pro meu pai, ele vinha sempre pro Couto, desde criança, dava um jeito de ir”, contou.
Hoje quem não deixa de marcar presença nas arquibancadas do Couto Pereira é Francine, que aprendeu com o pai. Nem mesmo sua timidez a impede de torcer muito pelo Verdão. “Quando a gente está torcendo, a gente perde a vergonha pelo coxa, a gente se transforma. Só sentindo mesmo pra saber”, disse a coxa-branca.
Para ela, todos os jogos do Coxa são inesquecíveis, principalmente vitória em Atle-Tiba. Mas tem um jogo que Francine considera especial. "O dia em que o Coritiba ganhou o título da série B, no jogo contra o Santa Cruz. A virada nos últimos minutos, quando ninguém acreditava. Foi incrível!", lembrou.
Ela participou de uma ação do clube em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. Francine e mais cinco sócias estampam uma foto em homenagem a todas as mulheres. “Foi gratificante participar. A gente pensa “sou só mais uma no meio de tantos sócios". Mas eu não sou só mais uma. Está sendo muito bacana“, disse.
Mulheres no Couto
Neste domingo (08), o Coxa enfrenta o Londrina pela 7ª rodada do Paranaense 2015. Junto com o Espaço Torres, o Coxa promove uma ação especial exclusiva para o público feminino. Em todos os setores do estádio, o ingresso vai custar R$40.
As bilheterias do Couto já começam a vender as entradas para o jogo nesta sexta-feira (06).
Mulher coxa-branca, venha apoiar o Coxa e comemorar o Dia Internacional da Mulher. Não esqueça de vir com a camisa Green Hell.