Ele tem apenas quatro anos e, desde cedo, é torcedor do Coritiba. Ama as cores verde e branca e adora estar nas arquibancadas do Couto Pereira. Ele é o João Pedro Garcia Kainaski, que é portador de Síndrome de Down, o que não o impede de frequentar o Alto da Glória e sentir, de perto, a emoção de ver o elenco alviverde em campo.
“Ele faz sucesso na arquibancada do Couto. Todo mundo quer tirar foto com ele porque acham ele muito fofo. Ele recebe muito amor e carinho dos torcedores no estádio”, conta a mãe, também torcedora do Coxa, Rosana Nunes Garcia. Ela conta que o menino não só vai ao estádio como também acompanha o Coxa pela TV.
“No estádio ele brinca, pula, canta, torce mesmo. Ele ama a alegria do estádio. E em casa, ele assiste pela TV”, diz. Para cuidar da saúde de João, Rosana, que é sócia do Verdão, procura não levar o menino ao estádio em dias muito frios ou quando a partida começa tarde. Mas não tem chuva nem sol que tire o irmão mais velho de João, Vinícius Garcia, que é portador de outra síndrome, do Couto.
“Pode estar chovendo, sol forte, frio. Ele sempre vai pro Couto apoiar o Coxa. Ele é apaixonado pelo time e passou este amor pro irmão”, conta a mãe. O irmão de Rosana, Rodinaldo, foi jogador do Coxa e hoje toda a família dela torce pro Alviverde. Menos seu esposo, o pai dos dois meninos. Ele torce pro time paranaense rival, o que não influenciou os filhos a mudarem de ideia em relação ao time do coração.
De tanto que gosta do clube, Rosana conta que João já chegou a dormir com a camisa do Coxa. “Ele não queria tirar de jeito nenhum. A pesar de ser pequenininho, ele se identifica e é apaixonado pelo time”, disse.
Dia Internacional da Síndrome de Down
O próximo sábado (21) é considerado o dia internacional da Síndrome de Down. A data foi escolhida pela Associação Internacional Down Syndrome International e é uma alusão aos três cromossomos no par de número 21 (21/3) das pessoas portadoras da síndrome.
A síndrome não é uma doença, mas sim, um acidente genético que acontece durante a gestação. Ao invés de serem formadas com 46 cromossomos, as células do embrião são formadas com 47.
O Coritiba defende o respeito às diferenças e é contra o preconceito. “Preconceito é ultrapassado. O que importa é o caráter da pessoa, nada mais”, defende Rosana.
(Com informaçoes da Federação Nacional das Apaes)
Ele tem apenas quatro anos e, desde cedo, é torcedor do Coritiba. Ama as cores verde e branca e adora estar nas arquibancadas do Couto Pereira. Ele é o João Pedro Garcia Kainaski, que é portador de Síndrome de Down, o que não o impede de frequentar o Alto da Glória e sentir, de perto, a emoção de ver o elenco alviverde em campo.
“Ele faz sucesso na arquibancada do Couto. Todo mundo quer tirar foto com ele porque acham ele muito fofo. Ele recebe muito amor e carinho dos torcedores no estádio”, conta a mãe, também torcedora do Coxa, Rosana Nunes Garcia. Ela conta que o menino não só vai ao estádio como também acompanha o Coxa pela TV.
“No estádio ele brinca, pula, canta, torce mesmo. Ele ama a alegria do estádio. E em casa, ele assiste pela TV”, diz. Para cuidar da saúde de João, Rosana, que é sócia do Verdão, procura não levar o menino ao estádio em dias muito frios ou quando a partida começa tarde. Mas não tem chuva nem sol que tire o irmão mais velho de João, Vinícius Garcia, que é portador de outra síndrome, do Couto.
“Pode estar chovendo, sol forte, frio. Ele sempre vai pro Couto apoiar o Coxa. Ele é apaixonado pelo time e passou este amor pro irmão”, conta a mãe. O irmão de Rosana, Rodinaldo, foi jogador do Coxa e hoje toda a família dela torce pro Alviverde. Menos seu esposo, o pai dos dois meninos. Ele torce pro time paranaense rival, o que não influenciou os filhos a mudarem de ideia em relação ao time do coração.
De tanto que gosta do clube, Rosana conta que João já chegou a dormir com a camisa do Coxa. “Ele não queria tirar de jeito nenhum. A pesar de ser pequenininho, ele se identifica e é apaixonado pelo time”, disse.
Dia Internacional da Síndrome de Down
O próximo sábado (21) é considerado o dia internacional da Síndrome de Down. A data foi escolhida pela Associação Internacional Down Syndrome International e é uma alusão aos três cromossomos no par de número 21 (21/3) das pessoas portadoras da síndrome.
A síndrome não é uma doença, mas sim, um acidente genético que acontece durante a gestação. Ao invés de serem formadas com 46 cromossomos, as células do embrião são formadas com 47.
O Coritiba defende o respeito às diferenças e é contra o preconceito. “Preconceito é ultrapassado. O que importa é o caráter da pessoa, nada mais”, defende Rosana.
(Com informaçoes da Federação Nacional das Apaes)