Dia de roupeiro
Saiba como é um dia de trabalho dos três roupeiros da equipe principal do Coxa e entenda por que essa função é essencial para o futebol alviverde
Há 11 anos - 04/04/2015 15:22
Dia de roupeiro

Um dia de trabalho para eles significa pensar em três treinos, uma viagem e um jogo: é assim o trabalho da rouparia. Com muito bom humor, eles enfrentam uma rotina pesada de trabalho.

O coritiba.com.br acompanhou um dia de trabalho dos três roupeiros da equipe profissional do Coritiba: Fabiano Gavazzoni, Diego Alves e Christopher Castilho (assista ao vídeo abaixo). Dentre risadas e muito trabalho, eles não param um minuto: para ser roupeiro, é preciso ser ágil.

Encher bolas de treinamento, captar informações sobre quais chuteiras os jogadores vão querer utilizar nos próximos treinos e no próximo jogo (contra o Cascavel, no domingo) e organizar 60 peças de uniformes (além de toalhas, blusas e bolas) que irão para o oeste paranaense são algumas das funções que Fabiano, Christopher e Diego desempenharam na última quinta-feira (02).

Ou seja, não é só pensar em arrumar o material. O trabalho do roupeiro é programar tudo antes de acontecer e estar preparado para imprevistos. “Levamos, por exemplo, três kits de uniformes para Cascavel. Algum jogador pode sangrar e você precisa estar preparado. Pode acontecer com qualquer um”, diz Diego. Para se ter uma ideia, foram levados cerca de 700 kg de material para o jogo contra o Cascavel. “O roupeiro precisa estar sempre um passo na frente”, conclui.

E se você perguntar se eles gostam, a resposta é só uma: “É desgastante, é, mas é prazeroso”, afirma Gavazzoni. “Você trabalha porque gosta, porque é torcedor e está agregando ao clube e a você mesmo”, diz. “É difícil, você é o primeiro a chegar e o último a ir embora, mas vale a pena. Meu maior orgulho é dizer que sou roupeiro do Coritiba”, conclui Diego.

Assista a matéria completa sobre o dia de trabalho dos roupeiros:

Dia de roupeiro
Saiba como é um dia de trabalho dos três roupeiros da equipe principal do Coxa e entenda por que essa função é essencial para o futebol alviverde
Há 11 anos - 04/04/2015 15:22
Dia de roupeiro

Um dia de trabalho para eles significa pensar em três treinos, uma viagem e um jogo: é assim o trabalho da rouparia. Com muito bom humor, eles enfrentam uma rotina pesada de trabalho.

O coritiba.com.br acompanhou um dia de trabalho dos três roupeiros da equipe profissional do Coritiba: Fabiano Gavazzoni, Diego Alves e Christopher Castilho (assista ao vídeo abaixo). Dentre risadas e muito trabalho, eles não param um minuto: para ser roupeiro, é preciso ser ágil.

Encher bolas de treinamento, captar informações sobre quais chuteiras os jogadores vão querer utilizar nos próximos treinos e no próximo jogo (contra o Cascavel, no domingo) e organizar 60 peças de uniformes (além de toalhas, blusas e bolas) que irão para o oeste paranaense são algumas das funções que Fabiano, Christopher e Diego desempenharam na última quinta-feira (02).

Ou seja, não é só pensar em arrumar o material. O trabalho do roupeiro é programar tudo antes de acontecer e estar preparado para imprevistos. “Levamos, por exemplo, três kits de uniformes para Cascavel. Algum jogador pode sangrar e você precisa estar preparado. Pode acontecer com qualquer um”, diz Diego. Para se ter uma ideia, foram levados cerca de 700 kg de material para o jogo contra o Cascavel. “O roupeiro precisa estar sempre um passo na frente”, conclui.

E se você perguntar se eles gostam, a resposta é só uma: “É desgastante, é, mas é prazeroso”, afirma Gavazzoni. “Você trabalha porque gosta, porque é torcedor e está agregando ao clube e a você mesmo”, diz. “É difícil, você é o primeiro a chegar e o último a ir embora, mas vale a pena. Meu maior orgulho é dizer que sou roupeiro do Coritiba”, conclui Diego.

Assista a matéria completa sobre o dia de trabalho dos roupeiros: