O aniversário do Coritiba está chegando. No próximo dia 12, o Clube Alviverde comemora seus 106 anos, embalados e sustentados pela torcida coxa-branca, que nunca abandona. Entre a torcida, uma lista de sócios de anos, os quais ajudaram a construir a história do Verdão. O Coritiba.com.br conversou com dois deles, Jocler Jeferson Procópio, sócio há 42 anos e Juarez Moraes Silva, sócio há 26. Os dois, além de torcedores, são conselheiros do time alviverde.
Questionados sobre o porquê de ser sócios coxas-brancas a tanto tempo, a resposta foi a mesma: paixão. Os dois são apaixonados pelo time e carregam este amor no sangue, veio de família, é tradição. O pai de Procópio comprou cadeira cativa na casa do Coritiba em 1962. Ele se emociona ao lembrar das vezes que frequentava o estádio ao lado pai, já aos sete anos de idade. “Eu sinto saudades disso”, disse. “Com onze anos comecei a ir sozinho. E, mesmo sendo novo, viajava com as torcidas organizadas para apoiar o Coxa”, completou.
Em 1973, o pai de Procópio aproveitou uma promoção do Clube e comprou uma cadeira para o filho, de onde acompanha os jogos do Coxa até hoje. De vez em quando, assiste de outros setores também, conquistando muitas amizades. “Já cheguei a frequentar jogos sem faltar nenhum por dois anos consecutivos. E tenho amizades de décadas que fiz no estádio”, conta.
O pai de Silva foi jogador do Coritiba. O nome dele era Alfredinho, quem chegou a jogar com jogadores como Fedato. “Eu sou apaixonado pelo Coxa desde os meus quatro anos. Não sei explicar o porquê. Mesmo quando perdemos, eu continuo sendo coxa-branca”, confessou ele que já chegou a morar em Brasília e Santa Catarina, mas, sempre manteve o coração no Alto da Glória. Entre os momentos emocionantes que viveu como torcedor do Coritiba está o tricampeonato paranaense de 1971. “Eu entrei no campo, foi inesquecível”, lembra. Além disso, a conquista do Campeonato Brasileiro de 1985, é claro. “Fomos para a rua comemorar”, conta.
Por mais que os anos tenham passado, o que não muda é o amor pelas cores verde e branca. “Eu continuo sendo coxa-branca. Mas, as coisas mudaram! O futebol é muito caro hoje. Por isso, ser sócio do Clube passa a ser um dever de todo torcedor. Temos a missão de colaborarmos com o Clube, independentemente do resultado”, finaliza Procópio.
O Coritiba agradece a todos os sócios coxas-brancas pelo apoio incondicional. Vocês fazem parte e ajudaram a construir estes 106 anos de história!
*Na foto, Jocler Jeferson Procópio com a filha, Sofia Frigo Procópio, no Couto Pereira.
O aniversário do Coritiba está chegando. No próximo dia 12, o Clube Alviverde comemora seus 106 anos, embalados e sustentados pela torcida coxa-branca, que nunca abandona. Entre a torcida, uma lista de sócios de anos, os quais ajudaram a construir a história do Verdão. O Coritiba.com.br conversou com dois deles, Jocler Jeferson Procópio, sócio há 42 anos e Juarez Moraes Silva, sócio há 26. Os dois, além de torcedores, são conselheiros do time alviverde.
Questionados sobre o porquê de ser sócios coxas-brancas a tanto tempo, a resposta foi a mesma: paixão. Os dois são apaixonados pelo time e carregam este amor no sangue, veio de família, é tradição. O pai de Procópio comprou cadeira cativa na casa do Coritiba em 1962. Ele se emociona ao lembrar das vezes que frequentava o estádio ao lado pai, já aos sete anos de idade. “Eu sinto saudades disso”, disse. “Com onze anos comecei a ir sozinho. E, mesmo sendo novo, viajava com as torcidas organizadas para apoiar o Coxa”, completou.
Em 1973, o pai de Procópio aproveitou uma promoção do Clube e comprou uma cadeira para o filho, de onde acompanha os jogos do Coxa até hoje. De vez em quando, assiste de outros setores também, conquistando muitas amizades. “Já cheguei a frequentar jogos sem faltar nenhum por dois anos consecutivos. E tenho amizades de décadas que fiz no estádio”, conta.
O pai de Silva foi jogador do Coritiba. O nome dele era Alfredinho, quem chegou a jogar com jogadores como Fedato. “Eu sou apaixonado pelo Coxa desde os meus quatro anos. Não sei explicar o porquê. Mesmo quando perdemos, eu continuo sendo coxa-branca”, confessou ele que já chegou a morar em Brasília e Santa Catarina, mas, sempre manteve o coração no Alto da Glória. Entre os momentos emocionantes que viveu como torcedor do Coritiba está o tricampeonato paranaense de 1971. “Eu entrei no campo, foi inesquecível”, lembra. Além disso, a conquista do Campeonato Brasileiro de 1985, é claro. “Fomos para a rua comemorar”, conta.
Por mais que os anos tenham passado, o que não muda é o amor pelas cores verde e branca. “Eu continuo sendo coxa-branca. Mas, as coisas mudaram! O futebol é muito caro hoje. Por isso, ser sócio do Clube passa a ser um dever de todo torcedor. Temos a missão de colaborarmos com o Clube, independentemente do resultado”, finaliza Procópio.
O Coritiba agradece a todos os sócios coxas-brancas pelo apoio incondicional. Vocês fazem parte e ajudaram a construir estes 106 anos de história!
*Na foto, Jocler Jeferson Procópio com a filha, Sofia Frigo Procópio, no Couto Pereira.