Foi o primeiro sopro de Curitiba no rosto de Maria Helena, logo no desembarcar na cidade, que a fez querer ficar. Ela veio de Aracajú, capital do estado de Sergipe, a procura de uma vida melhor para o filho, Hugo Mota Santos, formado em Publicidade. O que ela não sabia é que as terras “mágicas” curitibanas, como ela mesmo define, acolhem o seu time do coração: o Coritiba. “Acho que eu era Coxa desde criancinha e esqueceram de me avisar”, brinca a simpática aracajuana.
“Quando eu cheguei aqui, já senti algo diferente. Para Aracajú eu não quero voltar, não. Quero ficar aqui”, disse ela. A data de chegada é o primeiro dia de dezembro do ano passado. Pouco tempo para muito amor pela cidade e pelo Clube Alviverde. Ela conheceu o Coritiba passeando pela cidade, quando avistou torcedores vestindo a camisa verde e branca e decidiu, simplesmente, que aquele seria o seu time do coração. “Foi amor à primeira vista, como dizem”, definiu. Até mesmo sua cabelereira, que torce por outras cores, a tentou impedir de se tornar uma legítima coxa-branca, o que nem balançou a opinião da decidida Maria.
Quatro meses depois ela já estava associada no Setor Social do Couto Pereira, frequentando os jogos do Alviverde ao lado do filho, que acatou a ideia da mãe. “As poucas pessoas que conheço aqui me perguntam como me apaixonei pelo Coxa em tão pouco tempo. Eu não sei responder. Só sei que meu coração bate no compasso do Coritiba. Amo de paixão!”, declarou. No atual elenco, ela já tem seu ídolo: Negueba, o número sete do time. É o nome dele que estampa a camisa alviverde da sergipana. “Foi o carisma dele que me conquistou. Eu sou fã incondicional", declara-se.
Um jogo marcante para Maria foi o Atle-Tiba do último dia 9. Foi o seu primeiro clássico, o qual a fez ficar ainda mais encantada com a torcida coxa-branca. “Eu achei maravilhoso. Dizem que é uma partida perigosa por causa da rivalidade dos torcedores. Eu não acho isso. Acho que o estádio, além de seguro, é aconchegante. E eu não vou deixar de vir”, promete. Até alguns dias atrás, ela estava na dúvida se o São Paulo dividia um espaço do seu coração com o Coritiba. Mas, o time são-paulino reprovou no teste de Maria. “Eu fiz o teste: assisti ao jogo dos dois times e só consegui torcer para o Coxa”, brinca.
Atualmente, ela está até pensando em aproveitar a promoção do clube e quitar a anuidade do ano que vem, garantindo, assim, seu lugar no estádio para apoiar o Coxa. Hugo foi morar em Londres, mas, em sua mochila, o manto alviverde foi junto. Aqui, em Curitiba, ficou sua mãe, a saudade e a chamada “companhia” de Maria: o Couto Pereira. Este amor em verde e branco, compartilhado de mãe para filho, pelo jeito não vai acabar nunca. “O Coxa me faz pulsar amor. Eu amo esse time e sempre estou ansiosa pela próxima partida do Coritiba”, declara.
Foi o primeiro sopro de Curitiba no rosto de Maria Helena, logo no desembarcar na cidade, que a fez querer ficar. Ela veio de Aracajú, capital do estado de Sergipe, a procura de uma vida melhor para o filho, Hugo Mota Santos, formado em Publicidade. O que ela não sabia é que as terras “mágicas” curitibanas, como ela mesmo define, acolhem o seu time do coração: o Coritiba. “Acho que eu era Coxa desde criancinha e esqueceram de me avisar”, brinca a simpática aracajuana.
“Quando eu cheguei aqui, já senti algo diferente. Para Aracajú eu não quero voltar, não. Quero ficar aqui”, disse ela. A data de chegada é o primeiro dia de dezembro do ano passado. Pouco tempo para muito amor pela cidade e pelo Clube Alviverde. Ela conheceu o Coritiba passeando pela cidade, quando avistou torcedores vestindo a camisa verde e branca e decidiu, simplesmente, que aquele seria o seu time do coração. “Foi amor à primeira vista, como dizem”, definiu. Até mesmo sua cabelereira, que torce por outras cores, a tentou impedir de se tornar uma legítima coxa-branca, o que nem balançou a opinião da decidida Maria.
Quatro meses depois ela já estava associada no Setor Social do Couto Pereira, frequentando os jogos do Alviverde ao lado do filho, que acatou a ideia da mãe. “As poucas pessoas que conheço aqui me perguntam como me apaixonei pelo Coxa em tão pouco tempo. Eu não sei responder. Só sei que meu coração bate no compasso do Coritiba. Amo de paixão!”, declarou. No atual elenco, ela já tem seu ídolo: Negueba, o número sete do time. É o nome dele que estampa a camisa alviverde da sergipana. “Foi o carisma dele que me conquistou. Eu sou fã incondicional", declara-se.
Um jogo marcante para Maria foi o Atle-Tiba do último dia 9. Foi o seu primeiro clássico, o qual a fez ficar ainda mais encantada com a torcida coxa-branca. “Eu achei maravilhoso. Dizem que é uma partida perigosa por causa da rivalidade dos torcedores. Eu não acho isso. Acho que o estádio, além de seguro, é aconchegante. E eu não vou deixar de vir”, promete. Até alguns dias atrás, ela estava na dúvida se o São Paulo dividia um espaço do seu coração com o Coritiba. Mas, o time são-paulino reprovou no teste de Maria. “Eu fiz o teste: assisti ao jogo dos dois times e só consegui torcer para o Coxa”, brinca.
Atualmente, ela está até pensando em aproveitar a promoção do clube e quitar a anuidade do ano que vem, garantindo, assim, seu lugar no estádio para apoiar o Coxa. Hugo foi morar em Londres, mas, em sua mochila, o manto alviverde foi junto. Aqui, em Curitiba, ficou sua mãe, a saudade e a chamada “companhia” de Maria: o Couto Pereira. Este amor em verde e branco, compartilhado de mãe para filho, pelo jeito não vai acabar nunca. “O Coxa me faz pulsar amor. Eu amo esse time e sempre estou ansiosa pela próxima partida do Coritiba”, declara.