Dentre as anedotas que ilustram o futebol, a bola ou “la pelota” para aqueles que preferem fazer graça, coleciona alguns gracejos. Por exemplo: quantos lados tem a bola? Os mais vividos dentro de vestiários são enfáticos: dois lados. O de dentro e o de fora. Este mesmo grupo se apropria da redonda para criar seus próprios parâmetros e insiste em reclamar daqueles que têm pouca vivência no mundo do futebol dizendo dos menos preparados: “esse não sabe nem que a bola rola”.
Nem precisamos falar de quando a bola entra no gol. O gol, momento maior do futebol, ilustra muito a vida das pessoas, pois dizemos que “marcamos um golaço”, fazendo bem feito isso ou aquilo.
Poucos sabem, entretanto, que uma bola, para ganhar todo este prestígio, passou ao longo dos anos por uma evolução científica e tecnológica que lhe garantiu mais que um papel de estrela. Sua resistência e eficiência são fundamentais para a prática desportiva de alto rendimento. Assim, entra ano e sai ano, vemos bolas cada vez mais elaboradas em cores e materiais. A forma, bem, óbvio, espera-se que seja redonda.
“Cada competição tem um modelo de acordo com a empresa que fornece o material para o torneio. Por exemplo, nos estaduais são um modelo, no Campeonato Brasileiro outro, em torneios continentais, outro modelo. Mas sempre são bolas produzidas por empresas de renome e com conhecimento no que fazem”, comenta Diego Alves, roupeiro do Coritiba, um dos responsáveis pela conservação e preparação das bolas durante as temporadas.
No Coritiba Foot Ball Club cabe aos roupeiros do clube cuidar para que as bolas sejam preservadas ao longo de toda uma temporada, zelando para que, em treinos e em jogos, elas estejam calibradas adequadamente e estejam em ótimo estado de conservação e, por incrível que pareça, estejam redondas. Isso porque é comum, devido ao desgaste, que elas tomarem formas ovaladas com o passar do tempo. Isso significa que as bola utilizadas têm um tempo de vida útil.
Assim, a rotina de trabalho precisa estar atenta ao mínimo detalhe, mas que é protagonista nos 90 minutos mais importantes do futebol. “Nós temos o trabalho de limpar e calibrar todo dia. Então, separamos as bolas específicas para treinamentos e para os jogos. Nosso trabalho também prevê a troca dos bicos. Em média, uma bola é utilizada pela categoria profissional por cerca de quatro ou cinco meses”, explicou Alves.
Dentre as anedotas que ilustram o futebol, a bola ou “la pelota” para aqueles que preferem fazer graça, coleciona alguns gracejos. Por exemplo: quantos lados tem a bola? Os mais vividos dentro de vestiários são enfáticos: dois lados. O de dentro e o de fora. Este mesmo grupo se apropria da redonda para criar seus próprios parâmetros e insiste em reclamar daqueles que têm pouca vivência no mundo do futebol dizendo dos menos preparados: “esse não sabe nem que a bola rola”.
Nem precisamos falar de quando a bola entra no gol. O gol, momento maior do futebol, ilustra muito a vida das pessoas, pois dizemos que “marcamos um golaço”, fazendo bem feito isso ou aquilo.
Poucos sabem, entretanto, que uma bola, para ganhar todo este prestígio, passou ao longo dos anos por uma evolução científica e tecnológica que lhe garantiu mais que um papel de estrela. Sua resistência e eficiência são fundamentais para a prática desportiva de alto rendimento. Assim, entra ano e sai ano, vemos bolas cada vez mais elaboradas em cores e materiais. A forma, bem, óbvio, espera-se que seja redonda.
“Cada competição tem um modelo de acordo com a empresa que fornece o material para o torneio. Por exemplo, nos estaduais são um modelo, no Campeonato Brasileiro outro, em torneios continentais, outro modelo. Mas sempre são bolas produzidas por empresas de renome e com conhecimento no que fazem”, comenta Diego Alves, roupeiro do Coritiba, um dos responsáveis pela conservação e preparação das bolas durante as temporadas.
No Coritiba Foot Ball Club cabe aos roupeiros do clube cuidar para que as bolas sejam preservadas ao longo de toda uma temporada, zelando para que, em treinos e em jogos, elas estejam calibradas adequadamente e estejam em ótimo estado de conservação e, por incrível que pareça, estejam redondas. Isso porque é comum, devido ao desgaste, que elas tomarem formas ovaladas com o passar do tempo. Isso significa que as bola utilizadas têm um tempo de vida útil.
Assim, a rotina de trabalho precisa estar atenta ao mínimo detalhe, mas que é protagonista nos 90 minutos mais importantes do futebol. “Nós temos o trabalho de limpar e calibrar todo dia. Então, separamos as bolas específicas para treinamentos e para os jogos. Nosso trabalho também prevê a troca dos bicos. Em média, uma bola é utilizada pela categoria profissional por cerca de quatro ou cinco meses”, explicou Alves.