A chuva que caiu na manhã deste domingo em Curitiba não atrapalhou o ânimo de quem esteve no Alto da Glória para ver o Encontro de Gerações que levou dezenas de craques a campo em dois jogos para lá de especiais. E quem esteve em campo retribuiu o carinho da torcida.
"O torcedor do Coritiba sempre vai a campo. A gente acompanha a cada jogo o que eles fazem, o quanto se sacrificam pelo time e hoje, mesmo com muita chuva, a gente viu as sociais cheias. Eu confesso, que mesmo hoje, sem o preparo físico de 30 anos atrás, sem as vezes concluir a jogada da mesma maneira, eu me emociono ao pegar na bola e ouvir a torcida aplaudir. É algo que não tem preço", contou Vavá.
A sinergia entre time e arquibancada fazia com cada lance recebesse um glamour a mais. E em campo, aqueles que marcaram história com a nossa camisa não queriam deixar por menos. Cada gesto era aplaudido e cada bola era disputada como uma decisão. "Acho que mesmo em tom de brincadeira a gente tem esse respeito com o torcedor, de vestir a camisa e lutar pela vitória", emendou Heraldo.
Foram momentos que vão ficar novamente na cabeça de todos os que estiveram presentes no Alto da Glória. Cada detalhe ficará como um capítulo a mais na história alviverde e na memória dos torcedores.
"Não é todo dia que a gente vê nossos craques. Acho que cabe a nós torcedores, no mínimo estar presentes, homenageando uma pessoa que foi tão importante para nós e para o clube", diz o torcedor Alexandre Marty que hoje veio com a família ao Couto. "Logo que chegamos nos deparamos com os troféus e isso remete a nossa glória. E a gente passa isso aos nossos filhos", completou.
"Você vê um lance como aquele do Lela, onde ele pega na bola e escuta o estádio suspirar e vê a emoção de todo mundo quando ele comemora com a careta. Isso é algo que arrepia, que faz valer a pena e que deixa a gente muito feliz", destacou o atacante Jetson.
"Sabemos que o clube viveu um ano difícil, que o Pachequinho que hoje esteve jogando conseguiu junto com os atletas êxito na reta final. E a gente vê que o torcedor do Coritiba sabe separar a campanha de uma temporada. Que isso demonstre que o clube pode reunir novos encontros como esse e torne isso um calendário. Campanhas boas e ruins passam, e essa homenagem é justa para reunir sempre os coxas-brancas que ficam", finaliza Vavá.
A chuva que caiu na manhã deste domingo em Curitiba não atrapalhou o ânimo de quem esteve no Alto da Glória para ver o Encontro de Gerações que levou dezenas de craques a campo em dois jogos para lá de especiais. E quem esteve em campo retribuiu o carinho da torcida.
"O torcedor do Coritiba sempre vai a campo. A gente acompanha a cada jogo o que eles fazem, o quanto se sacrificam pelo time e hoje, mesmo com muita chuva, a gente viu as sociais cheias. Eu confesso, que mesmo hoje, sem o preparo físico de 30 anos atrás, sem as vezes concluir a jogada da mesma maneira, eu me emociono ao pegar na bola e ouvir a torcida aplaudir. É algo que não tem preço", contou Vavá.
A sinergia entre time e arquibancada fazia com cada lance recebesse um glamour a mais. E em campo, aqueles que marcaram história com a nossa camisa não queriam deixar por menos. Cada gesto era aplaudido e cada bola era disputada como uma decisão. "Acho que mesmo em tom de brincadeira a gente tem esse respeito com o torcedor, de vestir a camisa e lutar pela vitória", emendou Heraldo.
Foram momentos que vão ficar novamente na cabeça de todos os que estiveram presentes no Alto da Glória. Cada detalhe ficará como um capítulo a mais na história alviverde e na memória dos torcedores.
"Não é todo dia que a gente vê nossos craques. Acho que cabe a nós torcedores, no mínimo estar presentes, homenageando uma pessoa que foi tão importante para nós e para o clube", diz o torcedor Alexandre Marty que hoje veio com a família ao Couto. "Logo que chegamos nos deparamos com os troféus e isso remete a nossa glória. E a gente passa isso aos nossos filhos", completou.
"Você vê um lance como aquele do Lela, onde ele pega na bola e escuta o estádio suspirar e vê a emoção de todo mundo quando ele comemora com a careta. Isso é algo que arrepia, que faz valer a pena e que deixa a gente muito feliz", destacou o atacante Jetson.
"Sabemos que o clube viveu um ano difícil, que o Pachequinho que hoje esteve jogando conseguiu junto com os atletas êxito na reta final. E a gente vê que o torcedor do Coritiba sabe separar a campanha de uma temporada. Que isso demonstre que o clube pode reunir novos encontros como esse e torne isso um calendário. Campanhas boas e ruins passam, e essa homenagem é justa para reunir sempre os coxas-brancas que ficam", finaliza Vavá.