Dia Mundial do Rádio
Saiba como funciona o processo de transmissão das partidas do Coritiba pelo rádio, fiel companheiro de muitos torcedores coxas-brancas
Há 10 anos - 12/02/2016 16:48
Dia Mundial do Rádio

Desde que tinha nove anos de idade, o rádio sempre foi o fiel companheiro do sócio Roberto Davi Gonçalves, no Couto Pereira. “Eu sempre gostei de assistir ouvindo. Dá mais emoção”, explica ele. Para que a narração da partida chegue até os ouvidos de Roberto e demais ouvintes, entretanto, a transmissão do jogo percorre um longo caminho e exige muito trabalho por parte dos profissionais do rádio.

Trabalho este que começa cedo, muito antes de a bola rolar. “Nós chegamos [ao estádio] com horário bem antecipado”, conta o técnico de som, Marcos Solto. “Hoje o jogo está previsto para as sete e meia da noite, mas, estamos aqui desde o meio dia”, disse, antes do início da partida entre Coxa e Londrina, na última quinta-feira.

Aos olhos dele, que está há 31 anos nesta profissão, muita evolução no meio radiofônico

aconteceu, o que facilitou muito e, ao mesmo tempo, também exigiu aprimoramento, por parte dos operadores de som. A começar pela tecnologia sem fio. “Nós tivemos que nos aprimorar, conhecer as técnicas de equalização de áudio para poder mandar este som até o ouvido do ouvinte, nos receptores”, explicou.

Toda esta tecnologia acompanha os narradores, comentaristas e repórteres esportivos, tanto nos camarotes reservados para a imprensa no estádio, como na beirada no campo. Eduardo Destri, por exemplo, jornalista da Rádio Globo (emissora que voltou a transmitir partidas de futebol), precisa ficar atento ao jogo e também ao rádio retorno que o ajuda e acompanhar a programação da emissora e saber a hora certa de entrar no ar. “Trazer aquela magia, tentar passar uma energia positiva, transmitir aquilo que realmente está acontecendo, com riqueza de detalhe, eu acho que esta é a magia do rádio, da transmissão”, destaca.

Magia esta que Roberto não troca por nada em dias de jogos. “Você vive o ambiente do jogo, as entrevistas, ele traz uma emoção diferente, pega o barulho da torcida. Sou fã! Assisto na TV, mas, sempre com o rádio”, termina.

O Dia Mundial do Rádio, comemorado neste 13 de fevereiro, reflete esta paixão recíproca entre ouvinte e transmissor. Esta data lembra o início das transmissões da Rádio ONU, em 1946. 

Confira o vídeo:

 

Dia Mundial do Rádio
Saiba como funciona o processo de transmissão das partidas do Coritiba pelo rádio, fiel companheiro de muitos torcedores coxas-brancas
Há 10 anos - 12/02/2016 16:48
Dia Mundial do Rádio

Desde que tinha nove anos de idade, o rádio sempre foi o fiel companheiro do sócio Roberto Davi Gonçalves, no Couto Pereira. “Eu sempre gostei de assistir ouvindo. Dá mais emoção”, explica ele. Para que a narração da partida chegue até os ouvidos de Roberto e demais ouvintes, entretanto, a transmissão do jogo percorre um longo caminho e exige muito trabalho por parte dos profissionais do rádio.

Trabalho este que começa cedo, muito antes de a bola rolar. “Nós chegamos [ao estádio] com horário bem antecipado”, conta o técnico de som, Marcos Solto. “Hoje o jogo está previsto para as sete e meia da noite, mas, estamos aqui desde o meio dia”, disse, antes do início da partida entre Coxa e Londrina, na última quinta-feira.

Aos olhos dele, que está há 31 anos nesta profissão, muita evolução no meio radiofônico

aconteceu, o que facilitou muito e, ao mesmo tempo, também exigiu aprimoramento, por parte dos operadores de som. A começar pela tecnologia sem fio. “Nós tivemos que nos aprimorar, conhecer as técnicas de equalização de áudio para poder mandar este som até o ouvido do ouvinte, nos receptores”, explicou.

Toda esta tecnologia acompanha os narradores, comentaristas e repórteres esportivos, tanto nos camarotes reservados para a imprensa no estádio, como na beirada no campo. Eduardo Destri, por exemplo, jornalista da Rádio Globo (emissora que voltou a transmitir partidas de futebol), precisa ficar atento ao jogo e também ao rádio retorno que o ajuda e acompanhar a programação da emissora e saber a hora certa de entrar no ar. “Trazer aquela magia, tentar passar uma energia positiva, transmitir aquilo que realmente está acontecendo, com riqueza de detalhe, eu acho que esta é a magia do rádio, da transmissão”, destaca.

Magia esta que Roberto não troca por nada em dias de jogos. “Você vive o ambiente do jogo, as entrevistas, ele traz uma emoção diferente, pega o barulho da torcida. Sou fã! Assisto na TV, mas, sempre com o rádio”, termina.

O Dia Mundial do Rádio, comemorado neste 13 de fevereiro, reflete esta paixão recíproca entre ouvinte e transmissor. Esta data lembra o início das transmissões da Rádio ONU, em 1946. 

Confira o vídeo: